Me encontrei outras vezes com Léo, sempre no mesmo mood, encontro marcado em restaurante, jantar e motel.
A experiência se tornava cada vez mais agradável, com ele se superando em sedução, gentileza e performance.
A conversa também fluía mais natural e leve, com ambos falando um pouco sobre si.
Foi assim que fiquei sabendo que ele era fotógrafo profissional e trabalhava para várias revistas, sites e agências de modelo e que também fazia fotos eróticas.
Isso me excitou profundamente e despertou a vontade de posar para ele.
Conversamos bastante sobre isso pelo WhatsApp e combinamos um novo encontro, dessa vez com sessão de fotos inclusa.
Fizemos todos os acertos de como seriam as fotos, ele me instruiu sobre lingeries, tempo necessário para ajeitar os equipamentos, poses, maquiagem, tudo. Embora eu tivesse escolhido poses para fotos bem focadas nas partes íntimas, sem mostrar o rosto.
Fiz, como das outras vezes, o pagamento antecipado e agendamos nosso dia e hora.
Estava bem ansiosa quando cheguei ao restaurante combinado, com uma excitação que me dava até prurido no estômago.
Ele, que já estava a minha espera, ao me ver se levantou e veio ao meu encontro, me puxou pela cintura e me beijou até me deixar sem fôlego e com as pernas tremendo.
Depois, me puxou pela mão, me levou até a mesa e se sentou ao meu lado e não em frente como das outras vezes.
Ficava o tempo todo me dando beijinhos pelo rosto, próximo a minha orelha, enterrava o nariz no meu pescoço, sua mão acariciava minha perna por baixo da mesa e ia deslizando para o meio delas.
O jantar veio, mas a comida esfriava na mesa porque ele tinha encontrado o meio das minhas pernas com a calcinha completamente molhada e resolveu brincar ali elevando minha excitação ao nível máximo pelo ato em si e pelo risco de estar em público.
Puxou minha calcinha de lado, introduziu dois dedos e com o polegar ficou circulando meu clitóris, arrancando um gemido alto de mim.
Seus dedos fazendo movimentos de penetração faziam barulhos de slich slich na buceta molhada e eu desesperada, gozei rapidamente apertando aqueles dedos e soltando suspiros medrosos de alguma plateia.
Ele tirou os dedos de dentro de mim, completamente melados e os enfiou na própria boca, lambendo indecentemente, sem se preocupar se estava sendo visto.
Eu mal conseguia me controlar, disse a ele para terminarmos rapidamente o jantar para sairmos dali o mais breve possível.
Assim fizemos. Conta paga, chamamos o Uber como das outras vezes e fomos para nosso destino. Dessa vez ele trazia uma tralha para fotos, tripé, etc
Ao entrarmos na suíte do motel, ele mal ajeitou suas coisas e já veio para cima de mim. Estava quase estourando o zíper das suas calças de tão duro.
Me alcançou, puxou pela cintura, desceu sua boca sobre a minha e sua mão já foi direto para o meio das minhas pernas, afastando a calcinha, acariciando meu clitóris e falando no meu ouvido, me chamando de safada gostosa, de bucetinha delícia, de mulher maravilhosa.
Tirou os dedos de mim e eu gemia em protesto, mas ele urgentemente me derrubou na cama, arrancou minha calcinha encharcada e abriu completamente minhas pernas caindo de lingua na buceta.
Dei um grito de tesão ao sentir sua língua que me invadia, lambia ela inteira e dava chupões no clitóris.
Gozei de novo, rápida e indecentemente, urrando, tremendo as pernas, falando palavrão, pedindo pra ele me foder inteira.
Ele obedientemente, sem tirar o resto das minhas roupas e nem as dele, só abriu o zíper da calça, puxando de vez para baixo junto com a cueca e saltou aquele pau preto, lindo, grosso, grande, veioso e todo babado.
Ele encostou a cabecinha na minha entrada e empurrou de vez, esticando a buceta melada com vontade, me fodendo com muito tesão.
Que delícia de caralho me alargando, me preenchendo inteira. Eu já ia gozar de novo e pedi para ele vir junto, me encher com sua porra quente e ele veio, gemendo alto, apertando meus seios, beijando minha boca.
Enlacei minhas pernas na cintura dele o prendendo dentro de mim, sentindo ainda as pulsações do seu gozo.
Depois das primeiras vezes que ficamos, eu queria muito sentir ele gozar dentro de mim, ficar impregnada com seu leite, e combinamos isso. Ele faria exames alguns dias antes dos encontros e tomaria Preps que é a medicação preventiva.
Estavamos nos vendo com uma certa frequência e esses cuidados seriam bons para ambos.
Ele goza muito, tem uma abundância de porra que inunda, alaga tudo e escorre e me deixa muito mais excitada.
Depois dessa primeira gozada, nós nos recuperamos um pouco e fomos para o chuveiro juntos.
Mas dessa vez não transamos, afinal ainda tinhamos que tirar as fotos.
Saímos do banho, nos enxugamos, vestimos o roupão e ele começou a preparar o equipamento para fotografar.
Conectou tudo, ligou, ajustou e começou a produzir me dizendo qual pose fazer, qual lingerie vestir e clicava, clicava, quase tudo em close-up.
Em algumas poses, quando estava fotografando a buceta bem de perto ele parava, enfiava a língua nela, lambia e babava bem, depois fotografava.
Fez o mesmo nos seios arrepiando os bicos, na bunda e no cuzinho também.
Numa dessas vezes em que estava me fotografando por trás com a bunda empinada e passou a língua desde o cuzinho até a buceta não aguentei, o orgasmo veio forte contraindo e convulsionando tudo.
Acabaram-se as fotos porque, nesse momento nem ele aguentou.
Me pegou por trás, enfiando seu pau no meu cuzinho devagar até sentir ele todo dentro e me cavalgou, como um garanhão cavalga sua fêmea.
O barulho molhado da sua pele contra a minha, nosso cheiro misturado, a excitação das poses das fotos, tudo isso contribuiu para o clímax.
Ele gozou, me enchendo por trás e me levou junto.
Ouso dizer que essa foi a melhor foda da minha vida.
Depois, caímos de lado com ele ainda dentro e adormecemos por algum tempo.
Ele acordou primeiro, levantou, foi tomar banho, se vestiu, recolheu as tralhas e só então me acordou.
Me deu vários beijos e se despediu.
Fiquei ainda, por uma hora ou mais, também me ajeitei e saí.
Mas esses encontros com certeza, não terminarão por aí.