A Minha Vizinha...



Esse relato aconteceu durante a pandemia, eu tinha 18 anos, nessa época,
morava em uma casinha no interior. Por conta da pandemia, não frequentava mais
a escola, minha mãe trabalhava e eu ficava com muito tempo livre.
Saía muito pouco de casa, mas conhecia algumas pessoas da minha vizinhança,
não era próximo de ninguém, mas , não era próximo de ninguém, mas sempre
tratei bem os meus vizinhos, de um modo geral. Dentre os moradores, tinha a Vivi.
Ela morava a algumas casas de distância da minha, ela era casada e tinha uma
filha, e eram uma família tranquila, faziam festas de família em um final de
semana ou outro, mas nada que incomodasse ninguém. Sempre cumprimentava
ela e o marido, e seguia o meu rumo para o colégio.
Em uma das minhas raras saídas, passei pela casa da Vivi como de costume. Ela
estava tentando consertar uma cerca no quintal, e parecia estar tendo
dificuldades.
— Vizinha, precisa de ajuda? — Parei para perguntar.
— Aí, vizinho, você se importa? — Ela respondeu agradecida.— Eu ia esperar o
Marcos, mas bah, ele só chega de noite. E já tem dias essa cerca quebrada.
— Claro que não, deixa comigo. — Fui até ela e peguei o martelo.
— Deixa que eu seguro a tábua pra você, daí você prende.
E assim ela fez, quando se posicionou, ficou agachada na minha frente, e eu não
pude deixar de reparar nas curvas que o shortinho dela desenhavam. Mas mantive
o foco, terminei o serviço, que foi rápido. Com a cerca pronta, ela me agradeceu:
— Puxa, obrigada, vizinho. Agora sei que posso te chamar quando precisar. — Ela
disse, rindo.
— Pode me chamar mesmo, tenho tido bastante tempo livre, vai ser bom ter algo
pra me ocupar vez ou outra. — Respondi sendo sincero, ela sempre fora uma
vizinha gentil.
— Posso mesmo? Pega meu número, então. — Peguei o meu celular e salvei o
contato. — Me chama lá depois, não esquece.
Prometi chamá-la assim que chegasse em casa. Fui para o meu compromisso, e
quando cheguei em casa, fui direto tomar um banho. (Tínhamos um protocolo de
higienização das roupas e das compras bem rígido por conta da covid).
Já livre disso tudo, peguei o celular e olhei o contato dela, ainda sem foto no
WhatsApp. Mandei a mensagem.
— Oi vizinha

Quase no mesmo instante ela respondeu.
— Oiii vizinho
A foto apareceu, e eu não pode deixar de admirar. Ela era uma mulher linda. Pele
moreninha, cabelos pretos longos, batendo na cintura. Ela era baixinha, tinha os
seus 1,60. Na foto ela usava o mesmo shortinho cinza de mais cedo, e uma blusa
branca do Internacional.
Resolvi puxar papo:
— Tá salvo aqui, precisando é só chamar.
— Olha que eu chamo mesmo, hein? Hahahaha
— Chama que eu vou kkkkk
Respondi meio brincando, meio jogando um verde, confesso que fiquei
deslumbrado com aquela gatinha sendo tão receptiva comigo, mas decidi que não
ia dar corda, afinal ela era casada. Ainda assim, conversamos mais naquele dia.
Soube que ela ficava fazendo os serviços de casa enquanto o marido trabalhava
na cidade. A filha passava a maior parte do tempo na casa das irmãs da Vivi,
brincando com os primos. Enquanto eu contei a ela que estava terminando o
médio. Falamos um pouco sobre o que fazer quando o ensino médio acabasse e
sobre como a pandemia tava bagunçando a vida de todo mundo. Esse foi o
máximo de conversa que tivemos naquele dia.
Depois disso não mandei mais mensagens, segui com a minha rotina
normalmente por umas duas semanas, até que num dia ela me mandou
mensagem:
— Oii, acordado?
— Tô por aqui, tá tudo bem? — Respondi, com a sensação de que não deveria
prolongar muito a conversa.
— Tudo bem sim, e contigo?
— Tô entediada, queria conversar.
Não resisti.
— Vamos conversar, então
E assim o papo fluiu, perguntamos sobre o dia um do outro, procuramos saber dos
interesses um do outro, e assim foi surgindo uma amizade, pelo menos eu queria
acreditar que era apenas uma amizade.

Em uma dessas conversas, ela se queixou de como estava a rotina dela em casa,
a monotonia do dia a dia, o tempo que parecia voar, ela dizia estar se sentindo
velha para novas experiências, e eu me dei conta de que não tinha perguntado a
idade dela:
— Desculpa perguntar, mas quantos anos você tem, Vivi?
— 32 — Ela respondeu.
— Não parece mesmo! — Retruquei meio surpreso, pois ela parecia mais jovem
do que isso.
— Jura? Quantos anos tu acha que eu tenho?
— Achava que você tinha no máximo 24... você é uma mulher linda!
— Bah! Não exagera, sei que eu sou velha. Preciso ir, o maridão tá perguntando
com quem eu tanto converso.
— Amanhã te chamo, beijos!
Beijos, gatinha. — Respondi, na maior cara de pau.
Ela visualizou e não respondeu mais naquela noite. Pensei que tivesse passado do
limite ou algo do tipo. Mal dormi aquela noite, achando que teria alguma confusão
no dia seguinte.
Quando acordei, já tinha mensagem dela:
— Bom diaaa, gato! Dormiu bem?
— Bom dia, gatinha!
E a parir daí, a nossa intimidade só se intensificou, ela explicou que não
respondeu porque o marido tava marcando em cima, mas que tinha ficado feliz
por eu achar ela uma mulher bonita, me confessou que a muito tempo não se
sentia bonita ou desejada. E eu confesso que o carinho dela comigo também
mexia comigo, eu não era bem um galã no colégio. Conforme a nossa intimidade
aumentava, as demonstrações de afeto aumentavam também, viramos
confidentes um do outro, e desenvolvemos um vínculo.
Nossas conversas se tornaram diárias, ela me mandava fotos dela, e eu ia ficando
mais gamado naquela morena, nem disfarçávamos mais, quando nos demos
conta, estávamos flertando, e desses flertes combinamos de nos encontrar
escondidos, e ver no que ia dar.
Como de costume, fiquei sozinho em casa logo de manhã e ela também. Eu sai
em direção a casa dela, passei como se fosse ao mercadinho, dei a volta no
quarteirão, e entrei pelos fundos. Ela estava me esperando. Linda como de

costume. Seus longos cabelos soltos, uma blusinha preta que desenhava os seios
pequenos e deixava sua barriga à mostra, e aquele shortinho curto que tanto me
despertava a imaginação... exibindo aquelas coxas grossas.... desenhando aquela
bunda emoinadinha, redondinha...
Não tive pressa, estava nervoso com a situação, mas ao mesmo tempo queria
desfrutá-la ao máximo. Reparei bem em todo o conjunto da obra, ela sorria, mais
nervosa do que eu.... tomei a iniciativa e a puxei pra perto de mim, seu cheiro me
deixou louco... sussurrei no pé do ouvido dela:
— Vem cá, gatinha....
Beijei o pescoço e fui subindo, demos um selinho de canto de boca, até que os
nossos lábios se encontraram por inteiro, nossas línguas se entrelaçaram e nós só
parávamos pra recuperar o fôlego. A minha mão direita pressionava a nuca de Vivi,
mantendo meu corpo colado ao dela, com a mão livre, eu explorava todo o resto,
ia descendo e subindo pelas costas dela, até descer de vez e sentir a minha mão
ser preenchida com aquela bunda suculenta.
— Vai gatinho, faz o que quiser comigo.... — ela sussurrava entre os beijos. — Usa
e abusa de mim, sou toda tua.
Foi botando lenha na fogueira, e me dar conta de que eu tinha uma mulher de
verdade, uma deusa toda entregue a mim... aquilo me despertou uma sensação
de controle absoluto.
Fui subindo a mão da bunda dela e tirando a blusa, eu estava morrendo de
vontade de ver o que tinha ali embaixo... ela me ajudou e se livrou da blusa,
deixando aqueles belos seios à mostra. Eram pequeninhos, mas durinhos e
empinadinhos pra cima. Não perdi tempo e cai de boca, suguei e lambi com
vontade, ela pressionava o meu rosto contra os seios e cada espasmo que aquela
mulher tinha nos meus braços, eram uma conquista. Era a minha primeira vez, e
eu estava decidido a fazer ela gozar pra mim.
Ela puxou o meu rosto em direção ao dela, e me beijou de novo, um beijo cheio de
desejo. Ela foi me conduzindo para o quarto, me sentou na cama e se ajoelhou na
minha frente.
— Hoje tu vai ser o homem mais feliz do mundo, gatinho.
Continua....


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265203 - A Minha Vizinha... Final - Categoria: Virgens - Votos: 3

Ficha do conto

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Nome do conto:
A Minha Vizinha...

Codigo do conto:
265202

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
24/06/2026

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4

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