Ela começou mamando só a cabecinha, babando e passando a língua, depois foi
descendo, até engolir ele por completo. Fui segurar os cabelos dela, e ela subiu,
olhando pra mim.
— Deixa que eu conduzo, gatinho, tu só aproveita o show...
Ela pôs as mãos nas minhas coxas, e voltou ao que estava fazendo com tanto
empenho. Abocanhou o meu pau inteiro dessa vez e aumentou o ritmo, sugando
com voracidade, parando apenas para me lançar aqueles olhares safados.
A minha sensação de controle tinha desaparecido, na verdade, eu estava à mercê
daquela deusa. E como uma boa deusa, ela ditava o ritmo da maré, a mim, restava
aprender a ser bom marinheiro e navegar naquelas ondas turbulentas.
Estava me segurando ao máximo para não gozar, mas não queria que acabasse.
Sentia o meu pau todo babado, pulsando na boca dela. Mas ela foi subindo e me
fez deitar na cama. Tirando o shortinho e ficando só com aquela calcinha
vermelha, ela subiu em mim, me beijando mais e roçando no meu pau.
— Agora tu vai virar homem por completo, mozão. — Ela veio me beijando mais, ao
mesmo tempo que tirava a calcinha. — Vai virar o meu homem.
Ela pegou o meu pau com a mão e encaixou na entrada da buceta dela. Foi
descendo devagar, engolindo ele aos poucos, rebolando e cavalgando, ela foi
aumentando o ritmo, eu alternava entre segurar a cintura, e dar tapas naquela
raba.
Sem que ela pedisse, comecei a dar estocadas, desordenadas
no início, mas quando encontramos o ritmo, entramos em sincronia.
— Isso mozão... mete gostoso na tua gata, mete... não para porque eu não vou
parar... — Ela dizia ofegante enquanto cavalgava em mim.
Eu consegui avisar que iria gozar, e para a minha surpresa, ela não parou.
— Segura... gatinho... tô quase lá também... — Ela começou a sentar com mais
vontade. — Goza comigo, mozão...
Eu a segurei e a deitei na cama, de frente pra mim. Deitei sobre ela e voltei a
penetrá-la.
— Deixa que eu conduzo agora, gatinha... — Comecei a meter sem aumentar
muito o ritmo, mas bombando com firmeza. — Deixa que o teu homem controla
agora.
Ela gemia, chamando o meu nome, cravando as unhas nas minhas costas a cada
estocada. Ela entrelaçou as pernas na minha cintura e pediu pra aumentar o
ritmo, seu corpo tremia e eu podia sentir sua bucetinha apertando o meu pau,
com a respiração forte, ela teve um orgasmo intenso, gozou no meu pau como eu
tanto desejei, e aquilo foi demais pra mim, gozei junto, despejando tudo dentro da
sua bucetinha, a cada pulsada, jorrando um pouco mais, nós dois nos deitamos
exaustos, abraçados, ofegantes,
E esse foi apenas o começo, sempre que estávamos sós nos encontrávamos,
sempre que o corno saía, eu aparecia para dar o que ela tanto precisava. E assim
foi, enquanto durou.