Meu primeiro maduro - Parte 3.



Depois de 2 horas de muita intensidade era hora de ir embora e ir para a casa dele onde eu iria passar alguns dias.
Além de morar na Zona leste, ele tinha um pequeno sitio em Mairiporã onde eu ficaria com ele.
Antes de ir, fizemos passeio no centro e fomos jantar.
já era tarde, lembro de ir dormindo no carro e só ter acordado ai chegar em Mairiporã. Cansada, e com muito sono, lembro-me apenas de tomar banho e dormir.
Era umas 6 da manhã (acredito eu), acordei com o barulho do chuveiro.
A porta do banheiro estava aberto e eu o vapor do chuveiro saia por ela. Continuei deitada, fingindo estar dormindo e fiz uma brincadeira, tirei minha calcinha e deixei sobre a cama "sinalizando" que estava pronta.
Percebi o chuveiro desligar e ouvir os seus passo em direção a cama.
O marmanjo sai do banheiro nu e duro, vê minha calcinha (e eu apenas de camisola)sobe na cama e entra por baixo das cobertas, abre minhas pernas e começa a me dar uma bela linguada.
O tesão já tomava conta, eu adorava esse jeito de ir direto ao ponto, sem joguinhos ou enrolação.
Subia e chupava meu peitos e eu falava: " NESSA IDADE E AINDA QUER MAMAR?", ele sorria e continuava a abocanhar meu peitos

Por baixo eu já sentia o gigante roçar nas minhas coxas como se estivesse "procurando" o caminho.
não perdeu tempo e abriu minhas pernas, e falou: "VOU TE MOSTRAR COMO FAZ POTRANCA".
SIM, esse era o apelidinho que ele me colocou e eu chamava-o de cavalão.
Deu um cuspidada na cabeça do pau enquanto punhetava segurando com as duas mãos, o símbolo máximo de virilidade e força, eram coisas que aquele maduro tinha de sobra.
Botava a cabeça e tirava, e dava umas porradas com o pau na minha buceta.
Eu adorava quanto ele segurava o pau com uma mão, e batia com ele na palma da outra mão, como se quisesse me dar uma surra de pau.
""SÓ VOU EMPURRAR QUANDO VOCÊ BABAR DA CABEÇA ATÉ O PESCOÇO DO MEU PAU"

O garanhão falava.

Depois de deixar ele todo babadinho ele entrou olhando nos meus olhos, sentia minha bucetinha abrir para o girante passar, era algo tão gostoso que poderia ficar lá o dia inteiro.
Abriu minhas pernas como ele dizia a posição "franguinho", socou com leveza mas sempre mantendo a firmeza.
Eu gemia tanto enquanto ele mantinha os olhos fixos nos meus, sempre demostrando poder e força.
Começava a aparecer as primeiras gotas de suor em seu corpo ele só apontava, hora de eu lamber o safado.
Ajoelhado, lambi o Peito e barriga, sentia o sabor daquele coroa safado, aquele cheiro de macho que acabou de sair do banho era algo surreal.
Ficou de pé e deixou a piroca na minha frente, hora de mamar.
Empurrava na minha garganta, e me dizia: "ABRE A BOCA BEBÊ".
Eu fazia o máximo, mais era enorme, 27 cm não é fácil.
Me perguntou onde eu queria que ele jogasse o seu leite, eu sempre deixei isso a escolha do meu parceiro, mas ele gosta de jogar no rosto/boca pois gostava de chupar a buceta e gozava dentro, apenas antes de dormir, mas enfim, voltando....
Deitou e pediu para eu galopar nele. Sentei, e no que encaixei a piroca dele xereca ele pegou minha calcinha e me enforcou, caralhooo, que delicia....
Sentei pra valer, devo ter quase quebrado a piroco dele umas duas vezes.
Tapas na cara, com aquela mão pedada era algo tão gostoso, que eu tinha que fazer umas pausas para não gozar logo na piroca dele.
Nas pausas, eu chupava o cavalão, segurava com as duas mão, começava com a língua nas bolas e ia até a cabecinha, cuspindo sugando. O pau dele pulsava forte na minha mão, era o momento que ele se transformava.
Ficamos de pé, empinei para ele e por trans ele voltou a socar. Seu corpo estava quente e ele estava mais intenso, a qualquer momento ele iria me dar leite.
levantou minha perna e os dois de pé na cama a foda rolava pra valer.
A respiração ficava mais ofegante como se o leite estivesse quase pra sair, ajoelhei rapidamente e coloquei apenas a cabecinha da piroca dele dentro da boca, selei com os lábios em volta e ficava sugando como um "canudinho" enquanto comecei a punhetar ele bem rápido.
Com as pernas espaçadas, sua respiração aumentou, ficou agitado como um equino no ápice de fecundar uma égua, mas estava com o pau travado na minha boca e tinha que responder apenas ao meu estímulos e senti o seu leite salgado encher minha boca.
Fiquei punhetando e sugando até sair tudo, até a ultima gota, enquanto ele gritava:
"UHN, TESÃOOO, CARALHO, UUHN... GOZADA GOSTOSA, UHN, UHN....".
Ofegante o garanhão foi acalmando e relaxando, até eu soltar a cabecinha da piroca dele e ele dizer: "NOSSA, SUGOU TUDO MESMO, NÃO DERRAMOU NADA, QUE TESÃO GOSTOSO VOCÊ É".
Engoli e ainda mostrei pra ele minha boca vazia. Me dei um beijinho na testa e descemos para tomar o café da manhã.

Vale destacar que o dia estava apenas começando!!!!!!

Foto 1 do Conto erotico: Meu primeiro maduro - Parte 3.


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Comentários


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lozo Comentou em 25/06/2026

Conto gostoso demais, bem escrito, delicioso. Os maduros sabem como agradar as mulheres, por mais exigentes que elas sejam, já tem experiência em conduzir bem uma gostosa foda e fazer sempre a parceira gozar muito e bem forte, gostoso, farto. Parabéns. votado e aprovado

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d1ga0 Comentou em 25/06/2026

Acabei de ler todos seus contos,vc é uma verdadeira putinha submissa,ainda irei encontrar uma assim 😈




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Ficha do conto

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gihpimenta

Nome do conto:
Meu primeiro maduro - Parte 3.

Codigo do conto:
265306

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
25/06/2026

Quant.de Votos:
7

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1