Bem no começo do nosso namoro, meu pai nao deixava eu ficar muito tempo com o Julio, namorávamos em casa e saimos sempre pra onde meus pais iam. Nessa época devíamos ter entre 16 e 17 anos, eu sempre mais nova que Júlio. Ele morava em outra cidade e só vinha no final de semana. Um belo dia de inverno, meu pai recebu um convite para ir jantar numa roça de um amigo dele, como ele nao deixava a gente ficar sozinho muito tempo, tivemos que ir junto. E desde novinha eu sempre gostei de me vestir bem, sempre valorizando meu corpo, sempre sexy. Dessa vez vesti uma meia calça preta, uma saia de couro e um blaser deixando o decote escapando e óbvio sem calcinha, nessa época a gente ja transava, e sempre que Julio vinha, eu me preparava, qualquer oportunidade era pau e água. Então estava sempre lisinha, de chuca feita, lubrificante na bolsa... Enfim, fomos pra essa roça no fim da tarde, como era inverno escurecia mais cedo, então dentro do carro estava começando a ficar escuro, e Julio nao perde a oportunidade, passou o braço por trás de mim e enfiou sua mãe em baixo da minha banda, onde ficou o trajeto todo socando o dedo na minha buceta que tava molhada e revezando no meu cu. Assim que chegamos, cumprimentamos o pessoal da casa, fomos recebidos e tal. Eu ja estava louca pra ir embora sentar na pica. Enquanto meus pais conversavam, o amigo do meu pai disse pra gente ir dar uma volta, conhecer o lago, o pomar, era so o que a gente precisava, espaço, nao deu outra, a gente foi. Como era inverno, escurecia mais cedo, e ja estava quase ficando escuro, fomos andando e eu como tarada que sou estava esperando achar um local escondido pra dar uma rapidinha, e nao foi dificil, perto do pomar havia um trator grande parado, dificil de ver a gente da casa mas a gente conseguia ver de lá, fomos caminhando como ninguem quer nada, assim que deu, Julio não esperou nem eu agir, me botou escorada nesse trator, levantou minha saia e abaixou minha meia calça, tirou a pica pra fora deu umas pinceladas na minha buceta e meteu sem dó, como se fosse a última vez que ele fosse ver uma buceta. Eu estava morta de tezão, gozei em menos de 5 minutos, antes que eu pudesse reagir, Julio tirou o pau da minha buceta, botou na porta do meu cuzinho, tapou minha boca e cravou sem dó, de uma vez só no meu cuzinho, senti as bolas dele pressionando minha bunda e a lágrima escorrendo enquanto gritava abafado na mão que tapava minha boca. Ele atolou aquele cacete duro na minha bunda e ficou ali estacionado, ate eu me acostumar, aos poucos fui relaxado, ele foi metendo de vagar. Assim que percebeu que eu estava confortável, começou a bombar firme e fundo no meu cu, aos poucos foi ficando gostoso, com as duas mãos eu abria minha bunda e empinava forçando contra o corpo dele, fazendo o pinto duro ir cada vez mais fundo no meu rabo. Julio aumentou as estocadas e gorou forte no meu reto, cada jato de porra parecia que ia me atravessar, ele me encheu de porra, assim que gozou ele tirou a rola rápido do meu rabo e subiu minha meia calça e disse pra mim segurar a porra dentro so cu ate chegar em casa, que ele ia me fuder de novo com o cu cheio de porra. Eu obedeci, tranquei o cu e fiquei torcendo pra nao peidar porra perto de alguém, as vezes acabada escapando um pouco, comecei a sentir escorrer pela minhas coxas, mas a meia acabou absorvendo e nao deixou visível. Aquele exercício de trancar o cu e nao deixar a porra escorrer, fazia meu grelo mexer e esfregar na meia, aquilo foi me dando um tezão danado. Ficamos ali por mais ou menos mais uma hora e meia, comemos e voltamos pra casa logo, meus pais foram logo deitar no quarto no andar de cima, enquanto nos ficamos na sala vendo tv, assim que ouvimos trancar a porta do quarto, Julio me botou de bruços pegou minhas mãos e me botou pra abrir minha bunda, que me fez liberar aquela porra acumulada, ele botou o pau pra fora esfregou na porra que escorreu e meteu no meu rabinho de novo, cada estocada que ele dava, dessa vez mais devagar, pra nao fazer barulho, porém ele metia fundo no meu rabo e firme, aos poucos aquela porra foi saindo toda do meu cu, ele meteu uns 10 minutos no meu cu, ate que escapou e entrou na buceta, então ele continuou metendo e abrindo meu cu, que peidava porra pra cima, ele aumentou as medidas, eu gozei no pau dele mordendo a almofada, e quando ele sentiu que ia gorar, tirou da minha buceta e atolou no meu rabo, e encheu ele de porra quente de novo, ele tirou o pau da minha bunda e me deu pra chutar e deixar limpo, eu chupei aquele pau meia bomba cheio de porra do meu rabo. Me levantei, me limpei e ficamos ali vendo tv, depois de uns 40 minutos meu pai desceu e estava tudo normal. Julio ainda me comeu a bucetinha antes de ir embora, me botou na parede perto do portão e meteu gostoso ate gozar. Fui dormir Feliz esse dia, cansada porém feliz. Todo fim de semana era isso, sexta, sábado e domingo, na segunda eu acordava com a buceta toda inchada, esfolada e o cu parecendo uma flor. Mas passava a semana inteira doida de tezão esperando chegar a sexta e falando putaria pelo telefone, foi assim por uns 3 anos. Época boa de mais. Tão nova e já me sentia uma mulher poderosa, me garantia no sexo, não arregava pra nada e nao tinha frescura.
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