- Vou arrombar esse cuzinho agora.
Eu nao tive nem o trabalho de responder, simplesmente pincelei o cacete dele na minha buceta e botei na porta do meu cuzinho, Julio forçou a entrada, que foi aceita sem dificuldade. Enquanto Julio metia no meu rabo, eu gritava, gemia, pedia pra ele me arrombar. Julio tirou o pau da minha bunda, me botou de joelhos e gozou no meu rosto, que escorreu pela boca e pelos seios, enquanto eu chutava cada gota que ficou no pau dele, abri meus olhos e vi escondido atrás de um mato se masturbando o caseiro, nao fazia ideia de quanto ele viu, fingi que nao vi e falei pro Julio com o pau ainda na boca:
- Não olha, mas temos plateia, acho que é o caseiro, o que você quer fazer? Ele ta escondido tocando uma.
Julio respondeu:
- Pega as chaves do rancho e vai levar, e ja ajuda ele a tocar uma.
Como boa esposa que sou, obedeci, terminei de limpar a rola gozada do Julio, me levantei e fui sentido o carro, pelada, com a o rosto e os seios cheios de porra escorrendo, o caseiro se escondeu, Julio entrou na água pra se lavar, pela janela do carro, botei minha cabeça dentro do carro pra pegar as chaves e empinei o meu rabo pro lado do caseiro. Peguei as chaves e fui caminhando pro rumo do caseiro enquanto dizia:
- O Julio me mandou entregar as chaves pro senhor, você quer dar uma conferida?
Todo sem graça, ele foi guardando a rola e nao tirava os olhos de mim, me comendo todo tímido. Ele pegou as chaves e ate gaguejando disse que nao precisava, que estava tudo certo. É um senhor de uns 60 anos, médio, porém forte, bem parrudo. Perguntei se ele tinha certeza se nao queria dar uma conferida, enquanto meti a mão dentro da calça dele e agarrei aquela juba dura feito pedra, ele nao disse nada, so abriu o zíper e fiz o serviço, cai de boca naquela rola, era do tamanho normal, nem muito grande, nem grossa, porém dura o suficiente, mamei gostoso, enquanto olhava pra ele, ainda com o rosto gozado, senti o velho revirar os olhos. Babei bastante naquele mastro, me virei de costas de 4 e ele me agarrou pela cintura, encaixou a rola na minha buceta e meteu firme, as estocadas ecoavam, meu corpo balançava bruscamente, o velho era duro na queda, ele soltou minha cintura e começou a abrir a minhas nádegas, fazendo meu cu ficar arreganhado, como ja tinha levado rola, ele estava bem aberto, o velho cravo a rola no fundo da minha buceta, abriu bem meu cu e deu uma bela duma cuspida, então tirou o pau da minha buceta e colocou no meu rabo, e começou a estocar firme, grudado na minha cintura, cada estocada eu sentia seu saco imenso bater no meu grelo que estava sensível, cada estocada era tão forte que a pressão me fazia peidar, nao demorei pra gozar novamente e o velho começou a aumentar o ritmo das metidas, eu gemendo, ele metendo, Julio asssitindo, então senti o pau do velho pulsar dentro do meu reto, enquanto jorrava porra quente e grossa dentro de mim, seu pau cravado ate o talo na minha bunda, segurava firme minha cintura, depositou ate a última gota no fundo do do meu cu.
Ainda com a pica meia bomba, tirou de dentro do meu rabo e me mandou mamar ate deixar o pau dele limpo, obedeci e mamei cada centímetro da pica dele, deixando ela limpa, enquanto mamava sentia meu cu pensando e expulsando aquele caminha de porra dentro de mim.
O velho vestiu a sua calça, pegou as chaves, virou as costas e saiu como se nao tivesse acontecido nada.
Com as pernas moles, o cu frouxo e o grelo pulsando de tezao, fui pra água junto de Julio, quando a agua gelada entrou em contato com meu corpo, foi um alívio imenso, relaxei, era muito tezao acumulado, Julio e o Velho acabaram comigo. Ficamos ali por uns 20 minutos, recuperamos e saimos embora pra casa, vim no carro sentada de ladinho, porém com un sorriso de orelha a orelha.
