- relaxa, nao tem ninguem na rua uma hora dessas, pode andar pelado que ninguem vai ver.
Enquanto eu falava, ele me abraçava e eu senti seu pau duro roçando em mim, nao evitei em meter a mão dentro da cueca dele e começar ali mesmo uma punhetinha, aproveitei que o clima tava quente e enfiei a língua na boca dele que me agarrou pela bunda e me pegou no colo, o hobbie nao deixava mostrar nada de mais, mas com o tezao que eu tava eu nem me importaria de ficar pelada ali.
Depois de uns beijos fomos pra casa, chegando na porta de casa que tem uma árvore média, que ate faz uma sombra legal, Julio me pegou e colocou contra a parede enquanto me beijava, enfiou 2 dedos na minha bucetinha que tava toda melecada, gemi gostoso, peguei o pau dele e botei pra fora e comecei a esfregar no meu grelo, nao demorou e ele tava tentando meter na minha buceta, de repente um cachorro fez barulho e acabamos assustando e disfarçando. Quando vimos que era só um cão, Julio botou o pau pra fora de novo e comecei a mamar ali mesmo, depois de uns minutos nos assustamos de novo, mas dess vez era um carro, Julio so me abraçou me escondendo encanto seu pau duro feito pedra forçava sobre minha barriga. Dessa vez resolvemos entrar pra dentro de casa, entramos no recuo do muro no portao social, e ainda fora de casa, Julio pediu pra eu terminar de mamar antes da gente entrar, então obedeci, so que dessa vez ele tirou o hobbie todo e me deixou peladinha, o vento gelado no meu corpo quente me arrepiava toda, mamei como nunca, olhando no olho, nao demorou Julio me grudou pelo cabelo e encheu meu rosto de leite quente, me fazendo engolir as últimas gotas deixando seu pau limpo. Segurando pelos cabelos, ele me levantou e entramos, Julio ainda estava com a pica dura (no auge da adolescência nao amolece pra nada, haja couro se buceta pra aguentar) como a garagem fica distante do quarto dos meus pais, e nao da pra ouvir nada de lá, ele me botou apoiada no capo do carro do meu pai e meteu na minha bucetinba por trás, comecei a gemer enquanto gozava, ele tapou minha boca enquanto metia forte, só ouvia as estocadas, seu saco batia no meu grelo e seu cadete no fundo do meu útero, devo ter gozado umas duas vezes, ja estava com as pernas bambas, Julio metia fundo na minha buceta enquanto socava o dedão no meu cu. Nessa época ainda nao era viciada em anal, Julio ainda pedia antes de meter. Ele pediu e eu aceitei, só empinei a minha bunda e abri meu cuzinho, o pau dele todo lambuzado do mel da minha buceta facilitou a entrada, no começo doeu bastante, demorou pra entrar tudo, enquanto ele me penetrava cada centímetro daquele pauzao no meu rabo, eu siriricava meu grelo que tava ate inchado, pau completamente atolado no meu rabo com.as bolas coladas na minha bunda, Julio ficou ali alguns minutos esperando meu cuzinho relaxar. Aos poucos fui relaxando e comecei a rebolar, depois de acostumar com aquele pau duro no meu cu, Júlio começou a meter de leve, meu cu era praticamente virgem, então ele ia com cuidado, mas eu fui ficando com tanto tezao que pedia pra ele meter cada vez mais forte. Julio ja metia fundo, firme e sem dó no meu cu, que ja tinha transformado dor e tezao, eu estava nas nuvens, gozei mais uma vez, e Julio nao demorou pra gorar dentro também, senti cada jato grosso sendo depositado no fundo do meu reto. Eu senti as pernas bambearem, meu cu pegava fogo e minha buceta pingava. Julio tirou o pau do meu rabo e saiu uma cachoeira de porra da minha bunda, feito uma explosão de porra grossa e quente. Ele me deu seu pau pra mamar/limpar e nao neguei, mamei todinho deixando ele limpinho. Ele subiu suas calças e nao quis me entregar o hobbie, me fez ir ate meu quarto pelada, com a cara cheia de porra e escorrendo porra pelo cu, fui de fininho e rápido com medo dos meus pais acordarem, mas nao acordaram, entrei direto por banho, olhei meu cu no espelho e vi o estrago que tinha sido, parecia uma couve flor, inchado, dessa vez o fim de semana foi sem anal, demorou uns dias pra recuperar. Mas a buceta nao teve sossego, depois do banho de Julio ainda metemos mais uma vez. Essa época era só pau e água, nao perdíamos tempo por nada, entrávamos no quarto na sexta e saia so domingo de tarde, a maioria das vezes meus pais saiam pra ir pro sítio e a gente ficava só. Conforme for lembrando das nossas sacanagens, que foram inúmeras, eu relato aqui. Essa foi uma das mais marcantes que me lembro, ainda me excita só de lembrar, pena que nessa época o celular com câmera era mais difícil. Se nao teria vários vídeos e fotos.