Conto #1 - Experiência Inesperada! - Parte 3



(continuação)

A semana correu tranquila. Trabalho, casa, trabalho e casa. Continuamos eu e meu amigo jogando normalmente mas, desde o domingo, ele não tocou mais no assunto. Preferi também ficar na minha. Não sabia bem como reagir de qualquer forma. Vira e mexe abria o aplicativo seguro (que ensinei ele a usar e acabei deixando no meu telefone também) e ficava olhando as fotos de sacanagem que trocamos. Admito, dava um tesão danado ver os dois transando. Ainda estava encucado com a visita da esposa do meu amigo, com o abraço que pareceu malicioso e o bom humor da minha esposa com a situação. Mas não toquei no assunto, nem na hora, nem depois. Estava esperando para ver.

Na sexta cheguei mais cedo e fui arrumar minha saleta. Quando terminei já passava das 20:00 e resolvi parar para comer algo. Minha esposa estava na cozinha e pedi para me fazer um lanche. Estava sentado à mesa olhando bobagens no celular quando ela soltou descompromissadamente: "_O que achou da Glória?" - a pergunta fez acionar meu desconfiômetro de cachorro na hora. "_Como assim?" - respondi, baixando o telefone na mesa e olhando para ela, que continuava fazendo lanche. "_Sei lá, aparência, personalidade." - pensei um pouco meio preocupado com a sondagem e resolvi soltar uma ácida: "_Não é como se eu estivesse querendo comer a mulher do meu amigo." - "_Eu acho que ela quer que você coma." - Meus olhos arregalaram que quase saíram das órbitas. Como assim? Pensei comigo.

Ela continuava fazendo o lanche e eu fiquei em silêncio pensativo. Será que é uma pegadinha? Pensei. Pode ser que ela esteja me testando. Dei um longo suspiro e mandei: "_E você, o que achou do Glauco?" - ela riu - "_Não sei... Acho que eu pegaria." Pronto. Meu queixo quase caiu da boca. Minha cabeça entortou para o lado como sempre faço quando fico desconcertado. Ela me olhou. Sorrisinho pilantra no rosto, daqueles que me fizeram ficar apaixonado e me casar com ela. Trouxe o prato com o lanche e uma jarra de suco e dois copos e se sentou ao meu lado na mesa. Ficou me olhando, tentando adivinhar o que eu estava pensando. Estava tão desconcertado que continuei em silêncio e tentando evitar olhar nos olhos dela. Vai que ela conseguisse ler meus pensamentos?

Quando dei a primeira mordida no lanche ela deu uma bebericada no suco que e soltou: "_Ela me contou que ele mostrou para ela fotos nossas." - engasguei e comecei a tossir. Ela continuava calma e tranquila. Demorei para desengasgar e dei uma golada no suco para ajudar a descer o pedaço do lanche que ficou entalado. Olhei para ela. Tranquila e calma, com um sorrisinho no canto da boca, me olhava como se estivéssemos conversando das coisas mais normais do planeta. Me recompus e perguntei: "_Como assim fotos nossas?" - "_Você sabe..." - ela disse - "_Fotos quentes." Dei um suspiro, empurrei o prato e o copo para o centro da mesa, me arrumei na cadeira e virando para ela disse: "_Explica." - E ela começou a contar:

"_No dia que viemos da casa deles não te contei tudo que a gente conversou. Tinha dito que não tinha falado nada comprometedor, mas a verdade é que quando ela contou de como eles quase se separaram e eu contei que a gente passou por uma situação quase idêntica, ela perguntou o que fizemos para nos ajustar. Ela não deu tempo de eu pensar e soltou que ele propôs uma coisa para ela e que, por raiva e vontade de se vingar ela topou e apesar de ter gostado, achou muito perigoso e depois disso nunca mais fizeram de novo." - Minha cabeça entortou de novo. "_É?" - perguntei - "_É. Daí eu perguntei se ele tinha dito para ela sair com ele a três e ficarem 'quites'. Ela me olhou e disse que sim. Daí eu perguntei como foi e ela me descreveu em detalhes."

A gente ficou em silêncio por um tempo que, para mim, pareceu uma eternidade. Ela me olhava atenta, me examinando e tentando ler meus pensamentos. O meu problema com isso é que ela, na esmagadora maioria das vezes, conseguia! Sabe como é, anos de convívio e entrosamento. "_O que ela te contou?" - perguntei por fim. Ela levantou o sorrisinho de novo e começou a contar como eles tinham escolhido primeiro um casal. Que eles conheceram em um site de relacionamentos. Se encontraram com eles primeiro pessoalmente num barzinho, conversaram para ver se rolava uma química, que ele ficou todo preocupado, que achava que tinham que ir com calma e escolher bem e ela, morrendo de vontade de dar o troco nele, quis sair logo de cara com eles e já no segundo encontro foram direto para um motel.

"_Ela disse que chegaram no motel, pegaram duas suítes, uma ao lado da outra, mas foram todos para a mesma. As duas esposas foram tomar banho de cara e os dois ficaram conversando enquanto esperavam a vez deles. Daí ela disse que a outra mulher começou a acariciar ela, passar sabonete, esfregar e quando chegou no meio das pernas dela fez com tanto jeito que ela gozou na mão dela, no banheiro mesmo. Disse que nunca tinha sido tocada por outra mulher mas mesmo assim a outra deixou ela doidinha. Quando elas saíram eles estava só de cuecas sentados cada um de um lado da cama esperando e o marido da outra pegou o Alberto pelo braço e foram para o banheiro se lavar." - eu escutava atento, sem dizer nada, ela continuou.

"_Quando eles saíram do banho, já pelados e de pau duro, os dois, pegaram elas na cama já com a mulher do outro casal lambendo ela. O marido da outra foi mais ativo e chegou de mansinho e já deu o pau dele para ela chupar. Ela estava tão doida de tesão com a língua da outras que nem pensou e abocanhou o pau do outro. Comentou como ele era grosso e cabeçudo e que mal cabia na boca. O seu amigo ficou um tempo só olhando, meio sem reação e foi preciso o marida da outra chamar ele para a brincadeira, dizendo que a bunda da mulher dele estava ali empinadinha e cheirosa, era só ele se divertir." - raramente a Denise era detalhista assim. Preciso confessar que imaginar a cena me deu tesão e já estava de pau duro imaginando a situação. Ela percebeu mas continuou contando a história. Rolou de tudo, os dois pegando esposa um do outro ao mesmo tempo, depois cada um pegando a esposa do outro enquanto elas se lambiam ou beijava, até que ela chegou numa parte que fez uma pausa, tempo suficiente para eu ficar curioso.

"_Certo mas, o que mais? Agora que tá ficando bom!" - falei, visivelmente excitado, ainda mais que era a coisa mais rada do mundo ela me contar esse tipo de coisa e estava adorando a situação. - ela me olhou, olhinhos brilhando, fez mais suspense e continuou - "_Tinha uma hora que o marido da outra estava deitado e esposa sentada na boca dele, gemendo loucamente, tanto que ela veio por cima e sentou no pau dele e Alberto meio e começou a acariciar os seios dela e chupar os biquinhos, descendo lentamente pela barriga dela, dando mordidinhas e acariciando as coxas dela, desceu mais um pouco e começou a lamber o grelinho dela." - fez uma pausa me olhando - "Daí ela disse que surtou de vez, começou a gozar igual uma louca e pular com força no pau ele." - pausou de novo e tomou uma goladona de suco, virando o copo todo de uma vez - "Daí o pau do outro saiu da bocetinha delas e o marido dela começou a chupar." Ficou calada para ver como eu reagia.

Minha cabeça entortou pro lado de novo e perguntei: "_E ai?" - ela continuou - "_Quando ela percebeu, parou de pular e ficou olhando o negão chupando o pau branquinho do outro e sentiu um tipo de tesão que nunca tinha sentido. Se ajeitou na barriga do outro e segurou a cabeça do marido e perguntou se ele tava gostando." - confesso que já estava com o pau doendo de tão duro. Interrompi a história, levantei e comecei a beijar ela, o tesão ficou muito forte. Desci a mão pela suas pernas e quando subi para sua calcinha ela estava encharcada. Me abaixei ali mesmo, levantei a saia, puxei a calcinha para o lado e comecei a lamber aquela xotinha morena com vontade. Chupava e lambia loucamente até que senti as pernas delas tremendo e ela se segurou na pia para não cair. Gozou na minha boca, me levantei, coloquei pau pra fora, e já fui encaixando ele na portinha e nem precisei me mexer: ela mesma enfiou as unhas na minha bunda e me puxou para dentro. Transamos ali mesmo, na cozinha, ela me beijando igual uma louca, quase arrancou meu lábio.

Levantei uma perna dela, coloquei meio de lado na pia e comecei a bombar mais. Estava gostoso demais e eu sabia que não ia durar muito, primeiro por conta do tesão e segundo por conta da forma como ela apertava ele dentro da sua bocetinha molhada e quente. Levantei sua camisa e libertei seus peitinhos bicudos e comecei a chupar, um e outro, enquanto bobava e alternava entre ir até seu pescoço, boca e de volta aos biquinhos duros. Senti minhas pernas perdendo a força e quando dei pro mim gozei com gosto, ainda continuei me mexendo mais um pouco até meu pau sair da bocetinha dela fazendo um "ploft" e os sucos dela misturados com meu gozo começarem a pingar no chão. Ainda nos acariciamos mais um pouco e depois de nos recompor foros arrumar a cozinha.

Depois disso fomos para o quarto tomar um banho, estávamos ambos suados. Já no chuveiro ela começou a contar as histórias de novo. Contou que eles saíram com esse casal mais algumas vezes e que em todas o marido dela chupou o cara e acabou sendo chupado também, mas que não passou disso. Depois esse casal mudou para outro estado e não se viram mais. Também começou a contar outra experiência que os dois tiveram, dessa com uma mulher e que tinha sido a pedido dela, pois queria saber se seria gostoso como foi com a outra. Saímos do banho e deitamos. Acabamos transando mais uma vez, com mais calma e mais carinho.

(continua)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conto #1 - Experiência Inesperada! - Parte 3

Codigo do conto:
265515

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
27/06/2026

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