Bom, no primeiro conto contei um pouco como era minha relação com a minha ex esposa. Ela, apesar de magrinha, era muito gostosa. Eu era apaixonado naquela mulher e a gente transava muito, sempre com aqueles detalhes, ela não queria gozar sendo chupada e nem dar o cu. Mas tudo bem, eu conseguia conviver bem com isso. Contei também como minha cunhada mais nova, aos 16 anos já estava quase tão gostosa quando a Aline e que ela ficou ouvindo a gente transar enquanto se masturbava. Alguns meses depois, estávamos os 4 em casa. Eu, Aline, Alana e Natália. O dia foi muito divertido, sem nenhuma tensão diferente do normal, chegou a noite e eu e a Aline fomos pro quarto. Fui beijando ela inteirinha, chupei muito os seios dela (isso ela adorava), quando vi que ela estava encharcada fui meter nela na posição mais comum de todas, papai e mamãe pra sermos discretos. Ela negou e disse que se eu quisesse era só um boquetinho pra gente não repetir a cena do outro dia. Mas ao falar isso, uma chave virou na minha cabeça, era justamente aquilo que eu queria, meter com força pra minhas cunhadas escutarem a gente transando e com sorte até se masturbarem. Ela começou a chupar e eu fiquei pensando em coisas aleatória pra não gozar ali, depois de um tempo ela cansou e disse, você é foda, não vai gozar se não meter né? Eu respondi que não e que a bocetinha era tudo que eu queria e que ela ficasse tranquila que íamos fazer devagar e ninguém ia ouvir. Mas claro que não foi bem assim que aconteceu né? Até começamos devagar, logo virei ela de costas, comecei a apertar a bunda dela com força (já que não podia bater), puxava também o cabelo e metia fundo. Ela resistiu por pouco tempo e logo começou a soltar um gemido alto a cada estocada. E rebolava com gosto com meu pau enterrado nela. Eu falei baixinho no ouvido dela "não adianta disfarçar, você é minha putinha e vai gozar no meu pau". O que eu não esperava é que ela repetiu falando que era minha putinha e que ia gozar, mas ela não só falou, ela quase gritou. Aí já tomei a liberdade de dar um tapão violento na bunda dela e ela gozou na hora. E caiu quase desfalecida. Eu bati com meu pau na cara dela e disse pra ela chupar enquanto se recuperava mais que eu ainda queria meter mais. Ela obedeceu, chupou um pouco, logo virou de frente pra mim e pediu pra eu colocar as pernas dela no meu ombro pq queria o meu pau inteiro dentro dela. Continuamos metendo forte, e eu falava besteira mas ao mesmo tempo falava que a amava. Era tipo "te amo minha putinha safada" e "você gosta da minha rola te arrombando né meu amor". A foda foi ficando intensa até que gozamos juntos dessa vez. Esperei um tempo e fiz o meu ritual de sempre, fui até a cozinha pegar uma água pra ela e fui com o sorriso no rosto na esperança de encontrar minhas cunhadas e fazer cara de quem tinha fudido muito. Mas infelizmente elas estavam no quarto, fiquei levemente decepcionado. No outro dia eu acordei após a Aline, fui me levantar e escutei elas conversando baixinho. Parei pra prestar a atenção. A Alana estava contando que ainda não tinha transado e que tinha muita inveja da irmã por ter alguém que comia ela assim. Dava pra entender que ela não tinha tesão em mim, mas ela queria alguém pra a satisfazer. Minha esposa tranquilizava ela falando que uma hora ia acontecer e passava dicas de brinquedos e vibradores que podiam ajudar. E então a Aline perguntou pra Natália "E você, está namorando né? Já transou?". Aí vou abrir agora o parênteses pra Natália. Ela já estava com 17 anos, quase que 18. Assim como as irmãs, era bem magrinha, na real ela era até mais. Tinha menos peito e parecia até ser mais jovem que a irmã mais nova. A Natália respondeu que não era mais virgem e que achava que tinha transado algumas vezes. Mas achava pq o que ela fazia era completamente diferente do que tinha escutado na noite anterior. Que o namorado (também com 17 anos) não durava dois minutos e que ela nunca tinha gozado com ele e nem gemia como a irmã. Falou que ela achava que o pênis do namorado era pequeno, mas como ela nunca tinha visto outro ao vivo não sabia. Minha esposa perguntou o tamanho e ela falou que era do tamanho do dedo dela. A Aline perguntou se pelo menos era grosso e ela disse que não, que era praticamente da grossura do dedo também. O silêncio que veio depois foi constrangedor. Até que a Alana perguntou sobre o tamanho do meu pau, eu não entendi direto o que ela respondeu mas escutei passos em direção ao quarto, eu fechei o os olhos e fingi estar dormindo. Percebi que ela entrou, pegou um vibrador na gaveta e saiu do quarto. E aí ela falou pra irmã que era um pouco maior que aquilo, a Natália nem conseguiu mais segurar o tom da voz e perguntou "maior?". Ela respondeu maior e mais grosso e brincou que esse foi o motivo de casar comigo. Depois elas mudaram de assunto e eu "acordei" cumprimentei elas e perguntei os planos. Elas falaram que iam ao shopping e eu já disse que estava fora pra elas irem se divertir. Quase já na hora de sair a Alana fingiu que estava com dor de cabeça e que iria ficar em casa, Aline e Natália saíram e ficamos só os dois em casa. Eu fui pra piscina e ela, milagrosamente, melhorou quando as irmãs saíram de casa. Colocou um biquíni e também foi pra piscina. Pegou uma cerveja pra mim e pra ela, o que eu logo brinquei pq até onde eu sabia ela não bebia, ela disse pra eu relaxar que ela de vez em quando bebia com o pai e os avós. E aí foi a vez dela brincar, de novo falando que as coisas estavam animadas no quarto. Eu respondi que era muito sortudo, tinha uma esposa linda e que adorava trepar. Ela ficou surpresa pq achou que eu esquivar como da outra vez. Mas começou a se abrir, disse que ainda era virgem e que o sonho dela era casar pra transar todos os dias (mal ela sabe que a maioria dos casamentos não são assim). E já que estávamos sendo francos ali eu soltei que sabia e que sabia que ela se masturbou enquanto eu e a irmã dela transava. Ela ficou vermelha de vergonha, pediu desculpas e disse que foi só uma vez e que nunca iria se repetir. Eu a tranquilizei disse que estava tudo bem e que na idade dela eu ficava de pau duro o tempo inteiro e batia várias por dia. Que ainda hoje, quando não rola sexo, me masturbava e isso era saudável. O que eu não esperava foi a resposta dela "Pau duro tipo agora como você está?". Eu estava de shorts ao lado da piscina e todo molhado e não tinha me ligado quão duro estava meu pau. Foi minha vez de ficar com vergonha e disse, pois é, acho que vou ter que ir no banheiro me aliviar, dei uma risada pra amenizar o constrangimento. A Alana estava olhando fixamente pro meu pau. De uma forma que me deixava mais sem jeito. E falou, cunhado, eu sei que você ama irmã, eu não quero nada com você só quero fazer um pedido "deixa eu ver deu pau". Falou que a irmã falou tanto do meu pau e que quando a gente transava ela gemia tanto que queria ver como era um pau de verdade. Primeiro eu falei que a irmã dela ia nos matar se ficasse sabendo. Ela disse que ninguém ia saber e que a gente não iria nem se encostar. Meu pau está quase explodindo dentro do short. Pensei a foda se, tirei pra fora e ela ficou olhando de longe. Pediu pra chegar mais perto e ficou tão próxima que eu sentia a respiração dela na minha rola, mas cumpriu a promessa de não encostar. Aí eu falei que agora não tinha jeito que eu precisaria ir ao banheiro bater uma. A Alana então soltou. "pq você não bate aqui na minha frente, você faz o seu aí e eu faço o meu aqui, todo mundo goza e a gente nem se encosta". Ela tirou a parte de baixo do biquíni e aí então eu vi a buceta mais bonita que eu vi na minha vida. Pequenininha, com pelos aparados baixinho. Minha vontade era de voar até lá e chupar aquela maravilha da natureza até ela gozar. Mas me segurei, fiz como o combinado. Toquei uma pra mim, ela fez o dela, gozamos separados e pedi pra aquilo nunca mais se repetir e que ela não podia falar pra ninguém. Mas você sabe como são os jovens...
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