O Inicio de Uma História Real 8



O Inicio de Uma História Real 8

Parte 8. Entre a Luz e as trevas…
Da série Nossa História Real, Sem Troca de Nomes

Um conto erótico de J. Sanches Castelhano

Publicado Por: Tuga069

Categoria: Heterossexual

Data: 02/06/2026 23:36:10

Assuntos: dinheiro, Exibicionismo, Fantasia, Fetiches, Grupal, Heterossexual, Incesto, praia nudista, Traição

No dia 24 de manhã, saímos do Hotel, destino retorno ao aeroporto, achei estranho, mas, o Samuel não curtia a época do ano, e queria voltar para nossa cidade, chegamos no dia 25 de manhã… mas, vamos ao período desta viagem

Saindo da Calheta, estávamos na Madeira, Funchal, sem tempo de grandes passeios, a pressa era chegar em casa, mas, passamos a noite de Natal lá, foi incrível e maravilhoso, mas, só

As coisas só ficaram interessantes quando chegamos na nossa cidade… durante toda a viagem, reparei que o casal Elizabeth e Samuel não estavam em sintonia, até chegarmos ao Minho.

Aí minha mãe mudou, Samuel alugou um barco e fomos nos 3 mais o motorista subimos Minho até Espanha , e eu sem imaginar o que era na época.

Chegamos, bem recebidos e fomos conhecer o local, havia algumas placas com algumas indicações, mas, eu não estava imaginando o que iria acontecer, Samuel ficou de tratar da nossa noite ali em uma pousada, minha mãe insistiu em ir até o mar, ele pediu para o motorista acompanhar a gente.

Logo após passar por umas dunas, minha mãe foi logo tirando a roupa, achei aquilo um absurdo, mas, o motorista Osvaldo, me perguntou se eu queria ficar ali, que ali, tinha que tirar a roupa e que eu não quisesse tinha uma pousada que eu poderia ficar em um dos quartos que ele me acompanharia…

Fiquei confusa com minha mãe nua na minha frente, rebolando e se esbaldando com a liberdade e sem pudor de estar nua na frente do motorista.

Eu falei que tava tudo bem, mas, se ele não poderia ficar na minha frente e de costas para mim, para eu tirar a minha roupa, ele falou:

- sem problemas, também tenho que tirar a minha…

Ele de costas para mim, começou a tirar e fiquei admirada com aquele negro de quase 1.80

, Angolano dos bons… quando ele ainda de costas teve que virar um pouquinho de lado, vi o tamanho da pichota dele, grande, preta e grossa, cabeça vermelha, sem a pele da frente, e ainda meio mole.

Me molhei na hora, meu grelo inchou na hora e gozei sem me tocar, fiquei com vergonha, com os bicos dos peitos duros, usei a minha camiseta para cobrir minha buceta.

Ele perguntou se poderia andar em frente, sem olhar para trás… falei que sim, ele andava e a pichota balançava de um lado para o outro, depois de uns 10 passos reparei que ela não balançava mais, estava duro, e fiquei curiosa.. segui ao lado dele, ele me olhou de rabo de olho, e voltou a olhar para minha mãe, que está hora corria igual uma cadela, com as tetas balançando.

Ao passar por ele, vi o tamanho, achei impossível existir algo maior que aquilo, maior que o do Alexandre que era minha maior referência.

Me molhei novamente e escorria pelas minhas pernas, ele me viu passar, olhou para minha bunda e disse que eu era linda, novinha, simpática e linda (se tivesse me chamado de gostosa, tinha dado ali mesmo para ele hehehe)

Chegamos perto da minha mãe que deitada, se espreguiçava, ela me viu chegar e viu o Oswaldo, olhou e falou bom… Sentei-me ao lado dela e ele do outro lado, com aquele mastro para cima, perguntou do Samuel, falamos que não vimos ele, e me explicou que ela que queria voltar aquela praia mas, ele não queria por que eu estava junto deles.

Que ela falou que não tinha problema, que a praia é familiar e é proibido safadezas, mas, ele por respeito a mim, não iria ficar nu e nem me ver, achei fofo e muito respeitoso… (eu aqui querendo abrir minha buceta e ele com cu doce!)

Mas, que mandaria o Oswaldo nos acompanhar por questão de segurança, minha mãe logicamente aceitou..

Minha mãe falou para que eu fosse na água, que estava quentinha, ela já tinha entrado, me levantei, com terra sujando a bunda, sentou, me deu uns tapas que deixaram marcas vermelhas, alegando limpar, abriu um pouquinho minhas bandas, que dava para ver minha buceta e cu de onde o Oswaldo ainda deitado estava.

Falou para o Oswaldo que ele tinha que acalmar a tora senão iriam expulsar ele, Oswaldo só falou que hoje não tinha segurança, estava tranquilo, fui indo em direção ao mar, rebolando mais do que o normal, e olhando para trás vi minha mãe fazendo um boque-te no Oswaldo… foi rápido, com pressa e ele gozou, ela engoliu, passou aos mãos na boca para limpar o resto de baba e se deitou.

Mas de onde estava reparei que não abaixava, e ela mandou ele entrar na água, ele entrou bem atrás de mim, ficou encostando aquilo na minha costas. Bem acima da minha bunda... e falou que só tinha um jeito de relaxar… falei que ainda era virgem, e ele falou então cai de boca, fomos mais para a beira do mar e chupei com muita dificuldade devido ao tamanho, ele gozou, eu engoli sem deixar cair uma gota, mas mesmo assim não baixou..

Então ele foi até minha mãe, mandou ela virar de costas, segurou ela pela cintura, cuspiu na mão e no cuzinho dela e estocou, ela de costas para ele , ele por cima dela, enfiando no cuzinho e ela com as pernas juntas e levantadas, só via o movimento de vai e vem da bunda dele… depois de umas 10 estocadas ele saiu do buraco dela, havia gozado dentro, se levantou, entrou na água , se lavou e aí sim cedeu a jibóia.

Minha mãe para levantar teve que ficar de quatro primeiro e pude perceber o líquido dele saindo do cu dela e a cara de feliz dela… uma puta!

Foi na água, se lavou, entraram os dois mais para o fundo e claramente meteram ali, no ritmo da poucas ondas, e eu…. Me masturbando gostoso, mas, queria o Samuel me vendo, tive a brilhante ideia de voltar sozinha, fui assim até a pousada, onde alguns estavam nus e outros não, entrei e procurei por ele, quando fui informada que ele não estava ali, tinha voltado de barco, mas com o pernoite acertado..

A mulher que me atendeu, falou que tinha dois quartos, um para mim e outro para a minha minha mãe e o “namorado”...

Logo entendi, Samuel não estava mais com minha mãe, uma vaca, agora sim, queria me mostrar mais e mais para ele, e ele se vingar comigo dela.

Minha mãe chegou e passamos a noite ali, uma das piores da minha vida, minha mãe fudendo com o motorista e toda a pousada ouvindo.

Manhã seguinte pegamos o barco, com todo mundo olhando, e nos dirigimos para a cidade, Samuel de carro e motorista novos… seguimos para Litoral, com uma outra parada.. onde trocamos novamente de carro e motorista, chegamos na nossa cidade um dia antes do combinado.. Samuel se despediu de mim com um beijo na testa e falou que sempre que eu precisasse dele era só procurá-lo, deu um adeus seco para minha mãe, com um até logo e se foi… mas, nunca diga nunca…

Entramos em casa e estava uma bagunça, tudo desorganizado, coco de Astro em toda a casa, sujeira em todo lugar, piscina com limo e quando entramos dentro do quarto, Solemar com mais 5 pessoas, 4 homens e 1 mulher…

Minha mãe puta da vida, expulsou todo mundo do jeito que estavam, nus , só tiveram tempo de entrar nos carros e saírem… minha mãe estava armada com duas pistolas do seu pai.. duas TAURUS 380

Solemar pediu mil desculpas, falou que pagaria os prejuízos, que ganhou muito dinheiro com os filmes internacionais e que recebeu em dólar e estavam comemorando (ainda hoje estes filmes existem na internet), o problema é o que era para ser vendido somente fora de Portugal, acabou que muitos chegaram aqui também, isso tudo em um tempo sem a internet de hoje, aí deu ruim para muita gente.

Falou em dinheiro, minha mãe acalmou, contabilizou os prejuízos ali mesmo, e cobrou, foi mais de 80% do que Solemar ganhou… acabou no prejuízo e tendo que fazer mais e mais filmes, porque o Sr. Silveira não bancava ela, já tinha dado o apartamento, só dava a pensão do Tufão, e pelo que o Tufão havia me dito, estaria entrando em outra relação, eram outras épocas…

E assim foi… Finalmente Réveillon 2004 para 2005.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Inicio de Uma História Real 8

Codigo do conto:
265815

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/07/2026

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