Seu nome é Bia, uma mulher jovem, branca e gordinha, mas que chama atenção onde passa. Faz mais de dois anos que ela me convidou para seu casamento, o marido é um homem honesto, trabalhador, inclusive, extremamente focado no trabalho, focado até demais.
Em nossas conversas, Bia quase sempre me revela que ele a deixa sem carinho, sem contato físico, enfim, sem sexo. E isso gera uma frustração imensa, já que ela sempre foi bem safada. Lembro-me de uma última ligação em que ela disse não estar mais aguentando de tanto tesão e ficar em casa sozinha deixava tudo ainda mais complicado.
Esse é o cenário em que tudo aconteceu, da mesma forma que ela me contou, vou relatar pra vocês.
Era manhã de um dia frio, o marido havia saído para o trabalho logo cedo com sua roupa social bem ajustada e sua pasta profissional, fazendo jus ao título de homem de negócios. Bia por sua vez ficou na cama, um pouco triste pela situação e cheia de preguiça, algum tempo revirando na cama resolveu pedir um café da manhã, algo simples e que chegasse rápido. Alguns minutos no aplicativo ela já havia escolhido e quando se deu conta, sua campainha tocou.
O entregador foi muito rápido e nem deu tempo para que ela se trocasse, seu pijama quase transparente foi coberto por uma blusa de frio fina, que fingia esconder seu corpo. Ainda meio sonolenta ela recebeu o entregador, era pra ser uma conversa rápida, mas o rapaz estava ofegante e um pouco suado. Bia ofereceu um copo de água e sem maldade alguma o chamou pra entrar.
Caminhando pouco mais de cinco metros até a entrada da casa Bia notou que o entregador parecia incomodado, foi isso que ela pensou, mas seguiram. Ela o chamou para dentro da casa, ele não aceitou de imediato, mas foi convencido. Já na cozinha ela serviu um copo de água e recebeu um sorriso e um elogio sincero:
– A senhora é muito simpática! Disse ele sorrindo e envergonhado.
– Credo, não me chame de senhora não (risos)
Bia completou, já percebendo os olhares do homem em seu corpo.
Eles conversaram rapidamente, o rapaz bebeu a água e se encaminhou pra sair, mas Bia falou algo que mudou tudo, de maneira inocente ela disse para ele não reparar que ela estava de pijama pois tinha acabado de acordar. Ao ver o rapaz sorrir, olhar para baixo envergonhado ela não esperava o elogio, mas ele veio:
– Que nada, você está muito linda. Além de simpática é bonita!
Bia se envergonhou, se aproximou do jovem e perguntou o que ele havia acabado de dizer, gaguejando ele tentou repetir, mas foi interrompido com um sorriso:
– Eu não sou acostumada com elogios. Ela falou.
Os poucos passos até o portão demoraram tempo o suficiente para ela sentir um frio na barriga e quando percebeu estava bem próxima do rapaz, que mesmo envergonhado também se aproximou, ele já não caminhava para fora, mas se virava para Bia, que respirando fundo, o beijou.
Eles estavam no quintal da casa naquele momento, era quase impossível alguém ver, mas Bia se preocupou e o chamou para dentro novamente, um pouco confuso ele a seguiu. Assim que passaram pela porta de entrada da casa ele a puxou pelo braço, a encostou na parede e eles se beijaram novamente, um beijo ainda mais ardente.
A mão áspera do jovem começou a percorrer o corpo de Bia que reagiu rapidamente fazendo mesmo, em alguns segundos os dois estavam arrepiados, o jovem ousou um pouco mais e levantou a parte de cima do pijama, revelando os peitos rosados de mamilos já duros, como se fosse um convite, que ele prontamente aceitou.
A língua quente nos mamilos fez Bia suspirar fundo, ela sentia o volume na calça do jovem aumentar e rapidamente quis sentir, passando a mão por cima do tecido que pulsava quase se rasgando com tanta vontade. Sem muita cerimônia ela abaixou a calça e a cueca revelando aquele cacete negro médio e duro. Ela não conseguiu resistir por muito tempo.
Rapidamente eles foram até o sofá, onde o rapaz se sentou, suas roupas jogadas pela casa, ele respirando rápido e louco de tesão, Bia se ajoelhou em sua frente, tocando aquele pau rígido e começou a chupá-lo, primeiro devagar, como se ainda pensasse em se arrepender e depois mais intensamente.
Aquele homem que ela mal conhecia estava em sua casa, recebendo um delicioso boquete e naquela altura, Bia não estava se sentia nem um pouco culpada, tudo que ela queria era aproveitar cada segundo. Ela engolia com vontade fazendo aquele som delicioso de chupada e quando olhava para o rosto do homem, ele estava em êxtase. Tudo serviu para deixá-la ainda mais excitada.
Sem pensar muito, ela tira o restante de suas roupas e se senta ao lado do homem, beijando com uma vontade ainda mais louca que antes. Qualquer indício de culpa ou arrependimento de ambas as partes, havia sumido e só restava o tesão.
Com um movimento rápido e cuidadoso, Bia subiu no colo do rapaz, de frente pra ele, deixando os seios na altura de sua boca, e enquanto ele começava a chupar, ela posicionava sua buceta já molhada na cabeça daquele pau duro feito pedra.
Lentamente ele penetrou, entrando como se pedisse licença, mas com uma vontade grande, enquanto o homem chupava os peitos com uma intensidade que fazia Bia delirar. A sensação da língua nos peitos e o pau entrando fundo em sua buceta começou esquentar ainda mais a situação, fazendo Bia se transformar em uma verdadeira vadia.
– Me come seu filho da puta! Ela falava baixo, mais com uma ordem impossível de ser negada. O rapaz obedecia socando mais fundo, enquanto a safada cavalgava em sua piroca, subindo e descendo feito uma louca no cio.
– Não para, nãoo paraa!
Ela continuava gritando enquanto o homem tentava segurar o orgasmo, que pela intensidade estava prestes a vir. Bia apoiava no ombro do rapaz e as vezes o beijava, sentindo o hálito quente e sua língua molhada, a troca de fluidos acontecendo de uma maneira tão natural que parecia que eles se conheciam. O suor escorrendo pelos corpos, a buceta encharcada e o pau melado com uma mistura de pré-gozo e suor.
– Fode essa puta casada, fode!
Ao falar revelar sua condição, Bia percebeu o rapaz reduzir as socadas, mas rapidamente voltou a foder com uma intensidade que seu marido nunca havia feito. O delírio do prazer tomou conta, eles trocavam carícias safadas, palavrões e certas ofensas deliciosas de serem ouvidas naquele momento. O homem pareceu gostar de saber que ela era casada, não demorou muito pra começar a dar ordens, a primeira foi pedir para que ela ficasse de quatro no sofá, e foi prontamente atendido.
Aquele corpo gordinho, coxas grossas, bunda grande empinada fizeram o rapaz ficar com ainda mais vontade, socando seu pau rapidamente até o fundo da buceta de Bia, que deu um leve grito de tesão, as socadas ficaram mais intensas, fazendo o sofá ranger e a putinha balançar a cada estocada. O homem começou a puxar o cabelo da vadia, arrancando um sorriso safado do rosto de Bia, que pedia mais.
Aquele homem negro ali em pé, socava na casada de uma forma diferente, era um misto de desejo e fetiche, algo difícil de explicar, tudo intensificado pelo que era dito, Bia pedia pra ser chamada de puta, de cachorra, rapariga… tudo que tinha direito, ele por sua vez, obedecia e socava mais forte, mais fundo.
Quando finalmente os dois chegaram ao limite, o homem fez um movimento como se quisesse gozar fora, mas Bia o conteve, jogando sua bunda contra o corpo dele e pedindo pra ele continuar, e obviamente que ele continuou. Mais algumas socadas e ela estava gemendo alto, quase gritando, se contorcendo como uma doida e foi nesse momento que ela gozou, seguida do seu macho, que jorrou tudo dentro dela, enchendo aquela buceta sedenta, arrancando um sorriso de agradecimento e prazer, e fazendo com que ela desmoronasse no sofá, exausta, mas satisfeita.
Parece que o mundo havia parado para aquele momento, mas tudo seguia e assim que se deram conta, vários minutos haviam se passado, o homem atrasado tratou de se limpar, pegou suas roupas, se vestiu apressado e saiu, não sem antes dar um último beijo em Bia, que sentia uma mistura de culpa e satisfação. Ela adorou aquilo, mas ainda era errado, mas isso ela refletiria por alguns dias.
A noite, o marido retornou do trabalho provavelmente sem desconfiar de nada, Bia seguia fingindo normalidade e após um tempo, ela percebeu que para o marido, não importava o que ela fizesse, desde que ela não interferisse em seus negócios, ele provavelmente aceitaria qualquer coisa. E assim começou uma vida de hotwife.

