Desde que traí meu marido pela primeira vez, sinto uma mistura estranha de sensações, primeiro eu tento me sinto culpada e errada, mas rapidamente eu também o culpo por essa situação, meu marido é um homem frívolo e inútil para me satisfazer.
Recentemente descobri que alguns homens do bairro me observam e comentam com os amigos, a roupa que uso, o que faço ou deixo de fazer, isso me incomodou um pouco no início, mas depois de um tempo resolvi entrar no joguinho deles.
Atualmente adoro sair com roupas curtas, deixando meu corpo gordinho à mostra, sempre que posso uso shortinhos jeans, uma blusinha pequena e se possível sem sutiã, só para ver e sentir os olhares. Confesso que pareço uma puta falando isso, mas é uma delícia saber que sou desejada, sendo do jeito que sou.
Ontem mesmo vesti uma blusinha rosa e caminhei até o mercado para comprar qualquer coisa que eu encontrasse, o motivo na verdade era me exibir, rebolei para o mecânico da esquina discretamente, sorri para o rapaz da padaria e sempre que percebia olhares de homens acompanhados fingia ajeitar a roupa, quase me insinuando descaradamente, mas sempre contida e respeitosa rsrs
Como disse, sou gordinha, meu corpo raramente passa despercebido, minha pele branca bronzeada chama certa atenção, percebo os olhares indiscretos para meu decote e sorrio por dentro, imaginando o quão duro aquele safado está naquele momento, quando é perceptível isso vira motivo para me tocar quando chego em casa. Normalmente os mais velhos são mais descontrolados, mas ultimamente alguns novinhos também estão tão safados quanto.
Caminhando sensualmente é impossível não ouvir piadas, risos e talvez até ofensas, mas essa última não fazem diferença pra mim, fico com as coisas boas. Me desejar é como se fosse uma troca de energia sexual à distância, posso sentir e isso me excita quase que instantaneamente. Ultimamente não estou me envolvendo tanto quanto gostaria, mas tenho me exibido mais do que o normal.
Uma coisa que descobri é que arriscar ser “descoberta” aqui no bairro é algo perigoso, não estou disposta a explicar ao meu esposo que sou uma vadiazinha quando ele sai para trabalhar, foi então que comecei a fazer isso em lugares um pouco mais distantes. A situação mais excitante aconteceu no ônibus, eu usava uma saia acima do joelho, uma blusinha normal de alcinha, e quando me sentei percebi que alguns rapazes olhavam para trás, não havia percebido mas me sentei em um lugar mais alto e dali era possível ver minha calcinha, que por sorte era bem sexy e pequena.
Fiz questão de abrir as pernas “sem querer” algumas vezes e sempre que isso acontecia eles riam e cochichavam algo. Em um momento de mais ousadia eu abri as pernas e toquei minha buceta, deixando bem claro do que se tratava aquilo, obviamente que eles perceberam. Os rapazes estavam tão empolgados que olhavam para trás frequentemente, fazendo os outros passageiros desconfiarem, mas isso logo foi resolvido quando um deles gentilmente deu lugar a uma senhora, ficando em pé e com a vista frontal para mim, isso era o que eu precisava. Me certifiquei de que ninguém mais estava olhando e comecei a subir minha saia e abrir ainda mais as pernas, eu estava sozinha no banco e então ninguém poderia me interromper. Percebi o sorriso safado do homem, aquilo me excitou tanto que eu queria me tocar ali mesmo, mas me contive.
Alguns quilômetros foram percorridos e o ônibus estava mais vazio e mesmo com bancos desocupados, o safado não se sentava, para mim foi maravilhoso, assim eu poderia me exibir um pouco mais. Em um momento de maior movimento do ônibus, fingi pegar minha bolsa que havia caído e puxei minha pequena calcinha para o lado, eu estava exposta.
Rapidamente notei que o homem em pé me olhou incrédulo e tentou esconder a ereção, ele se virou para outro lado, tentou ajeitar a calça mas estava muito evidente, foi então que ele tirou a mochila das costas e tentou disfarçar, acho que deu certo. Mas eu já estava tão excitada que me senti melada. Eu já respirava ofegante e não conseguia mais me controlar, a vontade agora não era mais de me tocar, era de me entregar para aquele macho.
Em uma atitude inesperada, assim que o ônibus parou e abriu a porta eu desci. Apressada, como se fugisse de alguém. Eu não fazia ideia de onde estava, mas o tesão de me exibir estava me consumindo, precisava respirar um pouco e me recompor. Alguns minutos depois estava mais tranquila, comprei uma água gelada e segui o restante do caminho a pé, todo aquele trajeto me fez refletir.
Já em casa, a noite, tentei fazer o mesmo para o meu marido, vesti uma camisola transparente, sem calcinha, sem sutiã e sem expressar claramente, comecei a me mostrar pra ela, mas ele sequer percebia. Foi então que cheguei a conclusão que de fato ele não se importava, não gostava ou estava com outra, mas ele é idiota demais para conseguir outra mulher, o que me resta é me exibir e me oferecer, o corno que ature.


