Meu pai sempre foi muito mulherengo. Depois que se divorciou da minha mãe, nunca mais ficou fixo com ninguém. A moça da vez chamava Joana. Era uma querida, trabalhava no Outlet do lado do Hopi Hari. Uma pessoa bem ponta firme. Tinha um filho que ainda morava com ela, ajudava com as contas em casa. Ele chamava Felipe. Acho que tinha uns 26 anos na época. Trabalhava com internet, então vivia na rua trepado em postes.
O Felipe era bem bonito, um cara alto e grande. Tinha algumas tatuagens e piercings, mas não muitos. Os olhos eram puxados, com claros traços indígenas miscigenados. O corpo dele era do tipo que até hoje é meu preferido: daquela pessoa que faz academia, mas come feito um boi. Uma delicia. Hoje, inclusive, eu tenho me manter assim, por também ser grande. Mas na época era obcecado em ser magro, então estava bem fino.
Diferentemente dele, eu era (ainda sou) branco feito leite. Tenho olhos verdes e cabelos loiros. A típica pessoa sem sal, polaca do sul.
Certa tarde eu estava estudando enquanto tomava sol na piscina e alguém toca a campainha. Era o Felipe. Falou que estava trabalhando lá perto, queria saber se podia tomar um banho de piscina para se refrescar um pouco antes de voltar. Falei que tudo bem, que estava sozinho em casa e meu pai só voltaria à noite. Enquanto íamos até a piscina, que ficava nos fundos da casa, perguntei, em tom de brincadeira "e aí, vai querer uma bermuda emprestava ou vai pelado mesmo?"
"Se cê não ligar, eu vou é pelado". Na hora fiquei em choque. Não era a minha intenção jogar um verde. Só quis dar uma zoada. Porém, entretanto, todavia, já que a oportunidade se apresentou... Dei uma risadinha e respondi "até parece, né, vou amar estudar com essa vista". Quando chegamos e ele começou a se despir, olhou para mim e falou "não vai se desconcentrar hein". Só que foi impossível não se desconcentrar. O corpo daquele homem era perfeito. Simplesmente perfeito.
A rola dele era a cereja do bolo. Uma rola grande, mesmo mole. Pesada. Um saco que parecia de um búfalo. E cheia de pentelhos, que contrastavam com o corpo liso que ele tinha. Nunca fui muito passivo, mas sempre amei mamar uma rola. Fiquei com água na boca. Eu estava de sunga, então claramente deu pra ver que fiquei de pau duro. Tentei manter minha compostura, peguei meus livros e sentei na espreguiçadeira. Enquanto ele tava pulando e nadando, até que consegui.
Mas quando ele se deitou na bóia, de pernão aberto, e ficou de frente para mim, fui para outro mundo. Minha visão era aquele corpo moreno grande, gostoso, molhado, com aquela pica gigantesca, bem na minha frente. Não tive condições nenhuma. Meu pau voltou a quase arrebentar a sunga. "Tá animado com os estudos?", ele perguntou, em tom irônico. "Não", respondi, "é que a vista tá muito boa". Ele ficou um tempo quietinho, pensativo. "Então por que cê não vem aqui me fazer companhia?"
Quando me levantei e comecei a caminhar em direção ao chuveirinho, ele me repreendeu. "Porra, vai entrar de sunga?". Resolvi me aproveitar da situação. "Se cê não gostou, fique à vontade pra vir tirar". Falar isso para aquele homem foi como colocar lenha na fogueira. Enquanto me duchava, ele veio até mim. Mas veio até mim com vontade, quase que com raiva. Ele quase rasgou a minha sunga. Quando eu já estava exposto, ele se ajoelhou atrás de mim.
Ficou admirando a minha bunda branca, acariciando, beijando. Abriu a bandas e meteu a língua no meu cuzinho. Foi o melhor beijo grego que eu recebi na vida. Aquele filho da puta sabia o que tava fazendo. Ele metia a língua fundo, arrombando o meu rabo. Ele bufava que parecia um boi, parecia sedento por aquilo, como se não fizesse nada há muito tempo. Isso aconteceu faz anos, mas a memória é tão viva na minha cabeça que parece que foi semana passada.
Enquanto ele me chupava, eu fui parar em outro universo. Acho que nunca mais na minha vida eu gemi tão fino quanto gemi para aquele macho. Liberei meu lado fêmea como nunca antes tinha liberado e, honestamente, como nunca mais liberei para ninguém. E quando mais eu gemia, mais ele me xingava dos nos mais degradantes e humilhantes possível. Eu achava aquilo o máximo. Já tinha dado antes, claro, mas era adolescente. Nunca tinha sido possuído por um homem de verdade, daquela envergadura.
Eu sequer conseguia abrir os olhos. Achei que ia gozar ali mesmo. Quando ele se saciou, se levantou e falou no meu ouvido, com uma voz rouca e safada, "relaxa e abre bem o cuzinho". Eu queria oferecer resistência, queria mesmo. Receber uma tora feito a dele sem lubrificante, num cuzinho quase virem, eu iria ser rasgado ao meio. Isso que eu nem cheguei a ver o tamanho daquela pica 100% dura. Só que tamanho era o meu estado de transe que eu simplesmente aceitei. Eu fiz o que o meu macho mandou. Parecia que eu estava drogado, dopado. Mas era só tesão.
Na medida do possível, ele lubrificou bastante o meu cu e a pica dele. E por incrível que pareça, ele foi gentil. Eu achei que iria me tratar como uma puta e meter tudo de uma vez, mas, para minha surpresa, ele me tratou foi é como uma princesa. Começou devagar, abrindo caminho aos poucos, estourando prega por prega. Enquanto isso, ele batia uma punheta deliciosa para mim, me chamando de gostosa, de linda, de princesinha, beijando o meu pescoço, lambendo a minha orelha. Isso tudo foi me relaxando. Relaxando ao ponto de aquela pica enorme ter entrado inteira no meu cu e eu nem sequer perceber.
Quando me dei conta, já estava rebolando na rola dele. Foi algo instintivo, imediato. E esse foi o sinal que ele precisava. A princesa voltou a virar puta. Aquele homem arrombou o meu cuzinho. Ele metia feito um boi. Metia forte, cadenciado, o barulho que fazíamos era alto. Era um sexo escandaloso. Ele voltou a me xingar dos nomes mais humilhantes possíveis, e eu voltei a gemer alto como uma puta venha e barata. Era um sexo violento, bruto, meio rústico. Ele apertava minha cara contra a parede, enforcava meu pescoço, socava as minhas costas. Eu estava completamente entregue.
Teve um momento em que eu estava quase gozando com ele me enforcando, mas ele parou. Eu peguei as mãos dele e voltei ao meu pescoço. O home virou um animal. "A putinha gosta de um macho enforcando ela, né? Gosta de ser submissa passivinha de um macho de verdade? Vai gozar com a minha pica cravada no teu cu? Com o teu macho apertando o teu pescoço?". Claro que não me lembro exatamente o que ele disse, mas foi algo nesse sentido.
E de fato eu gozei com a pica dele enfiada no meu cu enquanto ele me enforcava. Gozei litros e mais litros de porra. Não demorou muito, ele gozou também. Se eu fosse mulher, certamente teria engravidado. Quando ele desencaixou, o pau dele tava cheio de sangue. Ele efetivamente me arrombou. Coitado me pediu mil desculpas, ficou se sentindo muito mal. Falou que se animou, que fazia tempo que não comia um cuzinho tão gostoso. Falei para ele que de boa, que essa tinha sido a melhor foda da minha vida como passivo (até hoje, só perde para uma foda que tive com um amigo de infância).
Caíamos na piscina mais um pouco e, eventualmente, ele voltou para o trabalho.
Peço desculpas se tiver algum erro de português, escrevi pelo celular então é foda.
A intensidade e prazer dessa foda foi deliciosamente bem descrita, que show! Excelente conto.