Dias passaram assim, Julio se mudou e o corno passou a dormir direto no outro quarto, o deixavam mais escutando do que participando. Quando participava era cada vez mais judiado e humilhado, a ponto de ficar com marcas pelo corpo difícil de esconder.
Comentou com o Sr Julio que disse para ele não ir trabalhar por uma semana.
- O que acha do teu novo macho morando com você e seu corno?
- Estou adorando amor, ela o chamava assim normalmente.
- Vamos elevar para um novo nível isso, esse corno anda com o corpo marcado de apanhar e atrapalha no serviço.
- Tá, mas o que pensa em fazer?
- Vou despedir ele e aumentar o seu salário, de modo que você mandará em casa totalmente. Ele será nosso 'empregado', vai trabalhar pra ser corno.
- Acho que ele não tem muita saída e parece gostar.
- Ele já está dominado, só falta esse golpe final. Ou quase final. Terá de se aprimorar em ser um corno conhecido.
- Isso me excita, o que está tramando.
- Calma vadia, espere e verá. Quando ele for despedido, você diz que é quem sustenta ele e ele terá de trabalhar em casa.
Cris ao invés de ter pena do ex macho, tinha prazer em se sentir poderosa e isso apoiou Julio no que queria fazer, deixar o corno totalmente submisso e passivo.
Quando foi trabalhar após a semana de folga, recebeu de cara a notícia do recursos humanos da empresa que estava demitido. Foi conversar com o Sr Julio, ficou esperando por uma hora.
Foi desaforado quando tentou argumentar sobre seu emprego. Júlio disse que não tinha volta, que não queria mais ele na empresa, que ainda era bom com ele, pois estava aumentando o salário da Cris.
Chegando em casa, aguardou Cris voltar do trabalho e contou a ela.
- Sim, eu já sabia, estou ganhando mais agora também.
- Sim.
- Sim, o que seu imprestável? Agora é Sim Senhora pra você, é assim que vai me tratar. - Tomou um tapa.
- Sim, Senhora - ele disse, mas tomou outro tapa.
- Agora quem sustenta essa casa e você sou eu, então você vai ter de pagar a sua estadia aqui de alguma forma, faz fazer os trabalhos domésticos, vai deixar tudo em ordem, vai aprender a cozinhar.
- Sim Senhora.
- Vai ser melhor assim, bom que é dócil e bonzinho, quero que continue assim, que não irrite o Júlio nem eu, quero total apoio do corno nessa relação, alguém precisa fazer os serviços de casa.
- Tá bem Senhora, como quiser.
Ele se tornou total submisso.
Julio e Cris saíam normalmente na cidade onde ficaram conhecidos como um casal, alguns sabiam da verdade mas nem todos.
Cris participava com outros homens, amigos de Julio também mas o corno não tinha presenciado ainda.
- Vem aqui corno, de joelhos, como está esse cinto de castidade, firme? Bom... seu verme, resolvemos oficializar a nossa relação e quero que você saiba em primeira mão. Vamos fazer uma festa aqui de nosso casamento para alguns amigos, você é capaz de organizar um churrasco e o que eu pedir.
- Sim Senhor, quantas pessoas seriam e o cardápio se for churrasco facilita.
- Muito bem, sugestão aceita, será para umas dez pessoas contando conosco, talvez doze, faça que sobre, no outro dia pode fazer um carreteiro.
- Ótima idéia Senhor.
- Quero que pegue a certidão de casamento original de vocês, pode tirar várias fotocópias autenticadas, umas quinze. Prepare os outros quarto para que possamos acomodar quem queira dormir, você dorme na sala ou no chão em qualquer lugar.
- Sim Senhor.
Roberto, o corno submisso preparou tudo conforme o patrão e macho da esposa mandou. Preparado tudo para a próxima sexta-feira. No dia Cris foi para o salão, se arrumou toda. Colocou um vestido de noiva sensual que Julio comprou.
As fotocópias da certidão de casamento do casal originário, foram preenchidas com um texto onde Roberto assumia a posição de corno e 'passava' os direitos do documento para Julio, com local para testemunhas assinarem.
Os convidados chegaram, eram todos homens, que já tinham comido Cris, alguns colegas de trabalho.
Julio deu para Roberto vestir uma calcinha por baixo da calça de terno que estava, foi ele quem levou a noiva até o comedor.
Todos aplaudiram a 'cerimônia' e partiram pro comes e bebes.
Roberto fazia o churrasco e servia a todos.
- Que corno bonzinho que você tem Cris, disse um deles.
- Ele está ficando cada vez mais obediente, o Julio tem treinado ele bem.
- Precisa ver ele sendo minha puta também como gosta, mas hoje, são vocês meus convidados que vão se divertir com a noiva.
Depois de descansarem a comida, Julio falou para Cris e o corno irem para o quarto que ele já iria, enquanto combinava algo com os convidados.
Chegando no quarto mandou ambos ficarem só de calcinha que estavam e os levou na coleira até o quarto do casal, onde na cama sete homens esperavam nús, uns já de pau duro.
Ele entregou Cris para os sete que estava na cama e ficou com o corno na coleira assistindo. Tirou o pau e mandou o corno chupar, ele atendeu prontamente enquanto via a esposa sumir no meio de tantos homens.
Ela chupava dois paus, tinha todos os buracos preenchidos e ainda punhetava outros dois paus, sobrou um de fora que Julio chamou para ter o pau chupado por Roberto também enquanto aguarda a vez.
Todos revezaram e comeram ela de tudo que é jeito, o que se desenrolou por horas.
Julio não se aguentava mais de tesão e meteu no corno, afastando a calcinha apenas. Um outro ocupava a boca do corno.
Todos gozaram, o corno limpou tudo, foi tirado o cinto de castidade e permitido a ele gozar.
Tinham quatro dos caras que comiam cú de viado e revezaram nele enquanto Cris era comida pelo restante.
Gozaram no cú dele, fotos foram tiradas por Júlio, certamente outras cartas na manga.
Passaram o final de semana em orgias, Roberto fez o carreteiro no dia seguinte, foi elogiado pelos convidados, deram parabéns ao novo casal e foram embora.
- Você foi um bom corno viado Roberto, se continuar assim, não precisará mais do cinto de castidade, faremos um teste, você vai sair conosco queremos que você não tenha vergonha de ser o corno que é.
Roberto foi dormir com aquelas palavras em sua cabeça. Pensou em como chegou até aquele ponto, que estava nas mãos de Julio, que faz agora o mesmo que tentou esconder da esposa e foi chantageado.
Mas Julio tinha mais surpresas pra ele, pararam de fazer orgias e ele passou a ser o único macho dela.
Enquanto ele tinha cada vez mais parceiros, escolhidos pelo casal dominador.
Até o dia que Julio levou o traveco que ele já conhecia para fazer um show com ele.
Logo Cris engravidou de Julio, Julio mesmo registrou o filho, falava pro corno que ele ia ser tio, que pai era ele.
Assim, viveram felizes para sempre.... até agora...




