Levei pirocada do pedreiro depois que tentei ajudar ele
Me chamo Gael, tenho 25 anos, algumas características minhas: branquinho, baixinho, olhos verdes, cabelo preto liso, uso óculos, magrinho, bunda grande, cintura fina, coxas grossas e sou casado. Depois que casei e me mudei, a casa nunca parou de ficar em obra. Terminamos o primeiro andar e deixamos o segundo de lado, até que meu marido juntou dinheiro e começou a obra pra terminar o andar de cima. Ele chamou o Gerson, um pedreiro já bem antigo, faz todas as obras pra minha família desde que eu era bem novinho. Sempre foi bem conhecido, falava comigo na rua, bem respeitoso… Gerson é um negão de uns 50 anos, careca, forte demais, um pouco mais alto que eu (uns 1,70 e pouco), barriguinha de chopp (adora beber, sempre via ele nos bares quando não estava trabalhando). Uma vez sem querer reparei no volume dele, bem grande e pesado só pelo jeito que andava (mania desses pedreiros só andarem sem cueca ou com short rasgado). Enfim, a obra começou tem uma semana. Ele vinha bem cedo, 7h já estava aqui. Bom que meu marido ainda estava em casa nessa hora e eles conversavam sobre o que precisava fazer. Às 9h eu ia pra academia e de lá pro trabalho. A semana inteira ele veio com um ajudante, só que ontem estava chovendo. Achei que eles não iam aparecer, mas só o Gerson apareceu. Tudo normal, meu marido foi trabalhar. Às 8h eu acordei e, como todo dia, subi lá de shortinho e regata fina, dei bom dia e perguntei se ele queria pão, que eu ia na padaria. Subi e o Gerson quando me viu olhou de cima a baixo e disse: “Nossa, tá bonito hoje hein, é porque é sexta? Kkk” “Nada seu Gerson, acabei de acordar…” Ficamos conversando um pouquinho, ele se queixando de dores nas costas. Eu estava com um shortinho bem apertado, metade da bunda de fora, sem cueca, marcando tudo na frente, e a regata leve que qualquer vento levantava. Fui desse jeito mesmo na padaria, voltei, dei o pão pra ele e desci. Tomei meu café, entrei no banho bem caprichado, saí e fiquei no quarto escolhendo roupa pra academia. De repente escutei um estrondo vindo do teto e um “aiii” baixo. Fiquei desesperado, só coloquei a toalha na cintura e subi correndo chamando pelo Gerson. Cheguei no quarto que vai ser construído lá em cima e vi a escada caída de um lado e o Gerson do outro. “Gersooon, meu deus, cê tá bem??” Agachei bem do lado da cabeça dele, tinha esquecido que estava só de toalha. Fui levantando ele. Ele olhou por dentro da toalha e viu tudinho, ficou na hora. Eu nem reparei. Levantei só o tronco dele e ele se arrastou até a parede pra ficar encostado. Fiquei perguntando se sentia dor, ele olhava pra mim e pra baixo. Disse que estava bem. Mesmo assim levantei e falei que ia buscar água pra ele. Peguei água e remédio, subi de novo. Ele ainda estava do mesmo jeito. Agachei, entreguei tudo. Ele disse que estava bem, que era duro na queda, e rindo completou: “Antes até tava doendo, até eu te ver assim…” Aí que eu me dei conta que estava só de toalha, agachado com as pernas abertas na frente dele. Morri de vergonha, fechei as pernas. Ele pegou minha mão, colocou no pau dele (estava MUITO DURO). “Viu só como eu tô bem?” Era enorme, uns 25cm bem grosso. Tirei a mão rápido: “Tá doido seu Gerson? Você me conhece desde novinho!” Levantei todo tremendo, nervoso, e acabei deixando a toalha cair. Abaixei pra pegar e ele levantou, agarrou meu braço e tirou a toalha de vez: “Laurinha não, Gaelzinho, deixa eu te agradecer pela sua preocupação. Quero provar pra você que eu tô bem.” Quase chorando eu falei: “Me deixa descer Gerson, eu tô pelado…” “Eu sei disso Gaelzinho, e tô amando te ver assim.” Ele pegou no meu peito com aquela mão grande e dura, apertando forte, girando meus bicos. Dei as costas pra ele tentando sair. Ele me agarrou pela cintura fina e me puxou. Minha bunda grande bateu contra ele e o pauzão, parecia uma parede, tão duro, roçando entre minhas nádegas. Virou meu rosto, me prensando contra a parede: “Ah Gaelzinho, você não sabe há quanto tempo eu tenho vontade de foder você… Quantas vezes te vi indo pra academia com aqueles shortinhos e eu só pensava em te agarrar, tirar sua roupinha e comer esse cuzinho.” Ele foi descendo a mão e começou a passar os dedos grossos na minha entrada. “Tá exatamente do jeitinho que eu imaginava, bem rosadinho, apertadinho… E eu nem precisei rasgar suas roupas, você já veio prontinho pra mim.” “Me deixa ir embora Gerson, eu não vou falar pra ninguém, por favor…” “Eu deixo você ir, mas vai ter que chupar o meu pau primeiro.” Colocou o pau pra fora e começou a bater na minha bunda com ele, uma tora pesada e grossa. Eu chorando, era muito grande. Um misto de tesão e medo tomou conta do meu corpo. Nunca tinha dado pra um negão, nem pra uma rola tão grande. “Me deixa ir, isso nem cabe na minha boca, por favor…” “Eu não posso trabalhar de pau duro assim, Gael.” Então eu disse: “Tá bom, mas depois disso você me solta e nunca mais isso acontece.” Virei de frente, ajoelhei. O pau dele era maior que meu rosto. Ele batia com a rola na minha cara. Comecei a chupar a cabecinha. Ele ficou todo arrepiado, mandando eu chupar mais fundo. Mal passava da metade. Então ele segurou minha cabeça e forçou até o talo na minha garganta. Quase morri engasgado. Eu batia nas pernas dele pra soltar, ele ria se divertindo. Falei que não ia mais, tentei sair, mas ele me agarrou de novo: “Você não manda em nada aqui.” Voltei a chupar, apesar de tudo era uma delícia aquele pauzão enorme na boca, gosto de homem de verdade… Até que ele falou: “Tá bom Gaelzinho.” Eu estranhei, ele nem tinha gozado. Levantei rapidinho pra ir embora, mas ele me agarrou pela cintura de novo. “Você me liberou!” “Eu mudei de ideia. Depois de ver esse cuzinho, não tem como eu não usar ele, Gael. Eu preciso dele.” “Não por favor, você vai acabar comigo…” chorando horrores. Senti a cabecinha grossa pressionando minha entrada. Começou a meter devagar, só a cabeça. Eu já gemia alto, chorando. De repente ele estocou tudo de uma vez. Achei que ia morrer. Pressão caiu, vi tudo preto. Dei um berro que o bairro inteiro deve ter ouvido. Dava pra sentir o pau dele na minha barriga, marcando. Me arrombando. Eu chorava, gritava, tava dolorido e gostoso ao mesmo tempo. Uma sensação louca. Eu tava amando aquela piroca, mas a dor, a traição, o sexo selvagem que meu marido nunca fez nem perto disso… muita loucura. Ele puxava meu cabelo com força, dava tapas pesados na minha bunda grande. Eu chorava com cada tapa, minhas pernas tremiam, sem força. Eu segurava na parede e recebia as pirocadas rasgando meu cuzinho. Ele tirou o pau de dentro, passou a cabecinha no meu buraco já arrombado, e me jogou no chão. Caí de cara no concreto. Ele me virou, agachou, abriu bem minhas pernas, colocou elas no ombro dele e voltou a meter fundo no meu cuzinho. “Aii Gerson, caralho filha da puta!” “Você tá me arrombando!” “Por favor para, aiiiiiii” “Meu cuzinhooo, eu vou desmaiar…” Ele tava amando ver minha cara de choro e sofrimento a cada estocada. Apertava meus bicos, me chamava de putinha, dizendo que eu merecia aquilo, que eu queria o pau dele, e adorava ver o volume marcando na minha barriga. Ele se inclinou, me deu um beijo de língua bem gostoso (melhor que qualquer beijo do meu marido) e meteu com mais rapidez e força enquanto a gente se beijava. “Viu como você queria, sua puta?” “Sabia que você sonhava com um pau preto assim…” “Você merece isso aqui, não o seu marido.” E ele gozou. Litros e litros dentro do meu cuzinho. Eu em choque continuei na mesma posição. Ele levantou, colocou o short e disse: “Agora eu posso voltar a trabalhar.” Fiquei no chão uns 5 minutos sozinho, com o cuzinho arrombado, vazando porra grossa, pensando no que tinha acabado de acontecer… Levantei meio desolado, fui andando até a escada. Ele me chamou: “Gaelzinho?” “Acho que você esqueceu isso aqui.” Com a toalha na mão. Voltei, peguei. Ele segurou meu braço: “Ainda não acabamos, tá bom? Eu te quero todos os dias, e vou comer esse seu cuzinho sempre que eu quiser.” Eu só fiz “uhum” e acenei com a cabeça, desci… E desde então não paro de pensar no que rolou, no pau enorme dele, delicioso, no meu cuzinho arrombado e cheio de leite, no sexo agressivo que meu marido nunca chegou nem perto. Inclusive tive que dormir de calça pra ele não ver os hematomas roxos na minha bunda. Segunda-feira ele volta pra obra e não sei o que vai acontecer. Tenho medo… e tenho muita vontade de levar mais.
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