Desde pequeno, papai sempre me disse que sonhava em ter uma menina. E eu me tornei a dele. Meu nome era Samuel. Aos 18 anos, depois de anos de luta interna, eu finalmente me chamava de Sabrina. Mamãe (Marta) nunca aceitou. Papai (Roberto), apesar de tudo, me apoiou desde o começo. Ele me tratava como sua princesinha, me mimava, me protegia. E quanto mais eu me feminilizava, mais eu sentia que ele me olhava diferente. Com o tratamento hormonal, meu corpo mudou de forma deliciosa: bundinha grande e empinada, peitinhos redondos e sensíveis do tamanho de limões, cintura fina, pele macia e um rostinho delicado com boca carnuda. Meu pauzinho continuava pequeno (uns 11cm), mas meu cuzinho… ah, meu cuzinho vivia latejando de tesão pelo papai. Uma tarde, mamãe viajou a trabalho. Eu saí do banho só com uma toalha curta e chamei ele pro meu quarto. Quando papai entrou, eu deixei a toalha cair no chão. Fiquei completamente nua na frente dele. Peitinhos arrepiados, biquinho duro, pauzinho semi-duro e minha bundinha redonda virada levemente pra ele. — Papai… eu não aguento mais — falei com a voz manhosa, passando a mão nos meus peitinhos. — Eu quero ser sua menininha de verdade. Quero que o papai me foda. Quero ser sua putinha particular. Roberto ficou parado, respirando pesado, o pau já marcando forte na calça. — Sabrina… você é minha filha… — Eu sou sua menina — respondi, me aproximando e apertando o volume dele. — E meninas precisam levar pau do papai. Eu o beijei. Foi um beijo molhado, safado, línguas se enrolando. Papai perdeu o controle. Me agarrou pela cintura, apertou minha bunda com força e me jogou na cama. Ele tirou a roupa rápido. O pau dele pulou pra fora — 17cm grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Era enorme comparado ao meu. Papai caiu de boca nos meus peitinhos, chupando e mordendo os bicos enquanto eu gemia feito uma vadia. Desceu beijando minha barriga até chegar no meu pauzinho. Engoliu ele inteiro numa boca quente e molhada, chupando com fome enquanto enfiava um dedo grosso no meu cuzinho. — Ai papai… que delícia… chupa o pauzinho da sua filha… Ele virou meu corpo com facilidade, colocou um travesseiro embaixo da minha barriga e abriu minha bunda. — Que cuzinho lindo… todo virgem pro papai. E enterrou o rosto ali. Lambeu minhas preguinhas com vontade, enfiou a língua bem fundo, babando tudo. Eu rebolava na cara dele, gemendo alto: — Isso papai… come o rabinho da sua menininha… me prepara pra levar sua rola grossa… Ele cuspiu no meu buraco, enfiou dois dedos, depois três, abrindo meu cuzinho. Quando eu já estava babando e piscando, ele posicionou a cabeça do pau. — Vai doer, filha… mas você vai aguentar como uma boa putinha. Empurrou. A cabeça entrou esticando tudo. Eu gritei de dor e prazer, mordendo o travesseiro. Ele não parou. Centímetro por centímetro, foi enfiando aquela vara grossa até as bolas encostarem na minha bundinha. — Aaaahhh porra… tá todo dentro… — gemi, lágrimas nos olhos. Papai começou a meter. Devagar no começo, depois cada vez mais forte. O barulho molhado de bolas batendo na minha bunda enchia o quarto. Cada estocada funda batia direto na minha próstata, fazendo meu pauzinho babar sem parar. — Mais forte, papai! Me fode! Me arromba! — implorei. Ele segurou meu cabelo pixie cut como se fosse rédea e meteu com brutalidade. Tapas fortes na minha bunda, estocadas violentas, fundo e rápido. Meu cuzinho estava completamente arregaçado, piscando em volta da rola dele. — Você é minha putinha agora, Sabrina! Esse cuzinho é do papai! — rosnava ele, suado, me fodendo como um animal. Eu estava em êxtase. Gemendo, babando, rebolando contra ele. Papai me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo ainda mais fundo. Depois me colocou de quatro e socou com tudo, segurando meus quadris. — Vou gozar, filha… vou encher esse rabinho de porra! — Goza papai! Goza dentro da sua menininha! Me enche! Com um urro gutural, ele enterrou o pau até o talo e explodiu. Jatos quentes, grossos e longos de porra jorraram fundo dentro de mim. Eu senti cada pulsada. Gozei ao mesmo tempo, meu pauzinho soltando leite sem nem ser tocado, tremendo inteiro enquanto meu cuzinho ordenhava o pau do papai. Ele não tirou logo. Ficou dentro, mexendo devagar, empurrando a porra mais fundo. Quando finalmente saiu, um rio de sêmen escorreu do meu buraco destruído, escorrendo pelas minhas coxas. Papai me puxou pro colo, me beijou na boca e sussurrou: — Agora você é minha pra sempre, Sabrina. A menininha que eu sempre quis.
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