NA PICA DURA DE MEU PAI

Meu nome é Gael. Estou casado há pouco mais de um ano e resolvi deixar registrada minha história com meu pai, que começou quando eu ainda era adolescente. Apesar de meu pai ter estudado pouco — só até o primário —, ele é um homem de situação financeira bastante razoável. Veio de família rural e montou uma firma de agronegócios que ia desde a comercialização de animais até a organização de rodeios.
Ele viajava muito. Quando chegava em casa, me enchia de presentes e carinhos. Eu percebia que ele e minha mãe já não tinham mais aquele carinho de marido e mulher. Suspeitava até que ela tinha um caso com o médico da minha avó. Quando comecei a pegar corpo e entender o que era tesão, notei que meu pai, discretamente, bolinava meu peito e gostava de ficar alisando minhas coxas.
Eu era moreno claro, 1,75 m, 68 kg, com bunda empinada e durinha. Sempre gostei de animais, principalmente de cavalos. Meu pai, quando ia pra fazenda do tio Norberto nos finais de semana, passou a me levar junto. Com dezoito anos eu já tinha aprendido tudo namorando um garoto da mesma idade bem safado: perdi minha virgindade, dava o cu e fazia boquete.
Passei a sentar no colo do meu pai e notar nitidamente que ele ficava de pau duro e que minha bundinha ficava úmida de tesão. Normalmente, quando sabia que ia andar a cavalo, vestia calças compridas. Mas naquele dia na fazenda do tio Norberto, era bem cedo e eu estava à vontade, só de short curto e camiseta, quando meu pai me chamou pra ir até a fazenda vizinha com ele. O cavalo dele já estava pronto e, com a desculpa da pressa, não permitiu que eu trocasse de roupa. Como não era longe, eu iria na garupa.
Subi na frente. Por causa do modelo da sela, acabei praticamente sentado no colo dele. Não demorou pra sentir seu pau duro cutucando minha bunda. No meio do caminho, ele subiu a mão e apertou meu peito.
— Ué, Gael… tá sem cueca?
— Tô sim, pai…
Ele continuou apertando.
— Acho sua bundinha linda… bem durinha, né?
Eu só conseguia rir baixinho, nervoso. Ele enfiou a mão por dentro do short e segurou direto minha bunda, brincando com o dedo na entrada.
— Deixa o pai ver melhor esse corpo?
— Mas aqui, pai? Não é melhor esperar voltar pra fazenda?
Por sorte, alguém se aproximou a cavalo atrás de nós e ele tirou a mão. O conhecido nos acompanhou até a fazenda vizinha. Depois de assinarem uns documentos e tomarmos café, voltamos. No caminho de volta, ele voltou a enfiar a mão, apertando minha bunda. Em determinado ponto, entrou com o cavalo pelo meio do mato, parou alguns metros longe da estrada e me fez ficar sentado de lado no colo dele. Levantou minha camiseta, chupou meus bicos com vontade e passou o dedo na minha entrada.
— Ui! Ui! Não tem perigo de alguém ver, pai?
Ele já lambendo meu peito enquanto tentava enfiar o dedo.
— Não… dá pra ouvir se alguém se aproximar.
Levantei um pouco e ele tirou meu short. Tirou o próprio pau pra fora. Fiquei paralisado olhando aquele rolo enorme, grosso, uns 20 cm — bem diferente do pau do meu namorado.
— O que foi, filho? Tá com medo?
— Não, pai…
— Mas você já viu pau duro antes, né?
— Já… mas não desse tamanho!
Ele desceu do cavalo, me pegou no colo e me levou até um tronco caído. Me colocou de quatro, mãos apoiadas no tronco, bundinha empinada. Levantou o short e veio com aquele pauzão na minha entrada. Entrou tão apertado que se ele não me segurasse pela cintura eu teria caído.
Tentei aguentar sem gritar, mas os gemidos viraram quase choro.
— Não grita, filho… alguém pode ouvir.
— Ai, pai… para um pouco… tá doendo!
Ele parou com quase tudo dentro, debruçou sobre minhas costas e ficou beijando minha nuca.
— Deixa o pai continuar… aguenta mais um pouquinho.
Minha bundinha acostumou rápido e o prazer veio forte. Ele meteu com vontade, sussurrando no meu ouvido:
— Tá gostando, filho?
— Tô… paaaai… acho que vou gozar!
Ele socou mais forte.
— Goza, filho… goza pra o pai!
Gozei forte, jorrando sem nem tocar na rola — a primeira vez que isso acontecia transando. Ele ainda meteu mais um pouco antes de tirar e gozar no tronco da árvore.
Chegamos na fazenda do tio Norberto. Após o almoço, voltamos pra casa. No caminho eu estava triste, sabendo que ficaria longe dele por dias. Foi quando ele me perguntou se eu queria viajar com ele pra um rodeio em São Paulo. Como eu estava de férias, minha mãe foi quem mais incentivou — provavelmente queria ficar à vontade com o médico. Fomos para um hotel fazenda.
Assim que entramos no quarto, ele me chamou pra tomar banho. Adorei ficar pelado na frente dele e ver aquele homem maduro totalmente nu, com o pau enorme duro. Debaixo do chuveiro, ele me levantou no colo, chupou meus bicos e abriu minhas pernas.
— Coloca o pau do pai na sua bundinha.
Segurei aquele rolo grosso e guiei até minha entrada. Ele me segurou firme e foi enfiando devagar. Travei as pernas na cintura dele, abraçando seu pescoço.
— Ui! Que gostoso, pai… aaah!
Ele me fodia no ar, movendo meu corpo pra cima e pra baixo no seu pau. Gozei pendurado nele e logo senti ele tirar e gozar dentro do box.
— Tá gostando de dar pro pai, tá?
— Adorando, pai… você é o melhor.
Ele riu, me deu vários beijos na boca e apertou minha bunda.
— Na volta o pai vai querer essa bundinha com mais calma.
À noite, depois do banho, ele me deitou de bruços na cama, colocou um travesseiro embaixo da minha barriga e começou a lamber minha bundinha. Fiquei louco de prazer. Depois enfiou o pau na minha bunda, meteu com força e gozou lá dentro.
A partir do dia seguinte, passamos a trepar várias vezes por dia: antes do almoço, à tarde e à noite. Usávamos camisinha quando ele gozava dentro.
Meu pai continua com minha mãe e viajando muito. Normalmente ele aparece na minha casa nos horários em que sabe que meu marido está trabalhando.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gaelzinho-

Nome do conto:
NA PICA DURA DE MEU PAI

Codigo do conto:
266487

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/07/2026

Quant.de Votos:
4

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