Levei pirocada do pedreiro depois que tentei ajudar ele PARTE II


Durante o final de semana inteiro eu não conseguia parar de pensar naquela rola preta enorme, naquele sexo bruto, no jeito que o Gerson me pegou e me arrombou sem piedade… Toda vez que eu lembrava dele, minha mão descia automaticamente pro meu pau e eu me masturbava sem nem perceber. Até na frente do meu marido eu fiz isso uma vez, e ele nem ligou, só queria ver o jogo na TV. Isso só me deixou com mais raiva. Duvido que o Gerson, se estivesse em casa comigo, fosse se preocupar com jogo kkkk.
Passei o sábado e o domingo contando as horas pra segunda chegar…
Quando a segunda finalmente chegou, levei uma tristeza: ele não ia vir por causa do jogo do Brasil. Meu marido liberou ele e o ajudante. Fiquei triste e brabo, quase discuti com meu marido:
“É só um jogo! Pra que liberar ele?”
Uns 30 minutos antes do jogo começar, na hora do almoço, saí de casa só de babydoll pra comprar um refrigerante no barzinho aqui perto. Quando virei a esquina, vi que o Gerson estava lá, já tinha bebido algumas. Assim que ele me viu, meu coração acelerou, meu corpo ficou quente, lembrei de tudo que rolou. Fiquei arrepiado, meus bicos durinhos marcando na blusinha.
Cheguei no bar, dei boa tarde pra todos os homens. O Gerson logo levantou e veio na minha direção:
“Gaelzinho!”
Me deu um abraço forte. Sem ninguém perceber, apertou minha bunda com vontade. Fui até o balcão pedir a coca, e ele veio atrás, parou bem atrás de mim. Mesmo com o pau mole, dava pra sentir o volumão encostando na minha bunda. Ficou roçando de levinho enquanto pedia mais uma cerveja. Peguei minha coca, olhei pra ele rindo e disse:
“Oh seu Gerson, só não vai beber tanto e esquecer de fazer o serviço lá em casa, hein…”
Os caras do bar riram e falaram que ele nem ia aparecer. O Gerson então riu e falou pra eles:
“Pela Gaelzinho eu faço qualquer coisa.”
Saí do bar e foi o único contato que tive com ele na segunda…
E então chegou hoje (terça). Logo às 7h acordei com barulhos no segundo andar. Acordei feliz: ele tinha vindo…
Meu tesão estava a mil, mas eu ainda queria fingir ser aquele garoto inocente pra ele me usar bem forte como da última vez. Mesmo querendo muito, eu fingia que não e que era bobo.
Dessa vez nem subi cedo. Tomei meu banho, coloquei minha roupa de academia (o shortinho mais curto e provocante que tenho, sem cueca, e uma blusinha bem leve sem nada por baixo — literalmente quando eu levanto os braços meus peitos aparecem). Aí ele gritou lá de cima:
“Poxa, nem um cafezinho hoje?”
Eu já tinha feito. Coloquei na xícara e subi. Ele estava sozinho no quartinho. Assim que me viu, ficou doido:
“Nossa Gaelzinho, que delícia…”
Já levantou vindo na minha direção igual um animal. Eu me afastei e falei:
“Não vai acontecer de novo Gerson, e cadê o seu ajudante?”
“Ah, pedi pra ele vir às 10h, que eu ia ter um compromisso mais cedo, sabe?”
Já agarrando meu braço e me puxando pra dentro.
“Para por favor Gerson, eu sou casado, você já me destruiu da outra vez, não faz isso comigo de novo…”
Me imprensando na parede, apertando meu peito e passando a mão pelo meu corpo, ele me deu um tapa na cara e disse:
“Eu te avisei que não tinha acabado ainda. Você é uma putinha. Eu te disse que te ver de roupinha de academia era meu ponto fraco… E você lembra o que eu falei?”
“Não Gerson…” (com voz e carinha de choro)
“Que minha vontade era te agarrar, arrancar sua roupa e te foder. E é isso que eu vou fazer agora.”
Me virou de costas, pegou bem na costura do meio do meu short e puxou com força, rasgando ele ao meio. Me inclinou pra frente, amassando minha cara na parede, colocou aquele pau enorme pra fora e começou a meter no meu cuzinho.
Já comecei a chorar de novo. Ele batia na minha cara, puxava meu cabelo enquanto eu chorava e berrava igual uma puta:
“Aiiiiii meu cuzinhooo!”
“Caralho tá me arrombando filha da puta!”
“Paraaaaaaa!”
“Meu deus que pau enormeee!”
“Gersonnnnn!”
“Meu cuuu!”
Tirou o pau de dentro de mim, me colocou de joelhos e enfiou tudo na minha boca, me sufocando naquela piroca enorme. Não demorou muito e gozou direto na minha garganta, muita porra. Achei que tinha acabado. Ele me soltou, me levantei e quando virei de costas ele me agarrou de novo:
“Tá indo aonde? Ainda não acabei…”
O pau dele continuava super duro, não amoleceu nem um segundo.
“Tô só começando.”
Aí meu desespero bateu de verdade. Tinha esquecido que ele queria comer meu cu, e eu só tinha dado duas vezes na vida, pro meu marido, que tem uma rola três vezes menor que a dele…
Ele agarrou minha nuca, me jogou no chão me deixando de quatro, pressionando minha cabeça contra o piso. Eu chorava implorando:
“Por favor o meu cu não… Gerson eu te imploro, por favooor…”
“Eu vou botar devagarinho, Gaelzinho.”
Só senti o cuspe e a cabecinha grossa invadindo meu cuzinho. Ali eu já berrei:
“Aiiiiiiiiii meu cuzinho!”
“Tira por favor!”
“Gersoooonnn!”
Ele foi colocando devagar, cada vez mais fundo. Comecei a ficar fraco. Era enorme invadindo meu cu. Chorava horrores. Doía pra caralho. E ele começou a socar de verdade. Aí que eu gritei, esperneei, bati nele e ele adorando cada segundo.
“Ai meu cu, tira, tira, tira!”
“Por favor!”
“Eu faço qualquer coisa!”
“Aiiiiiiinnn!”
“Que pau enorme!”
“Eu vou desmaiar…”
Minhas pernas já estavam sem força, só tremiam. Meu cu até sangrou um pouco de tão arrombado que fiquei.
E senti o leite quente jorrando lá dentro. Sem força nenhuma, só fiquei jogado no chão, com o cu bem aberto, vazando porra grossa e completamente destruído. A blusinha toda bagunçada também. Ele ainda tirou uma foto da minha situação. Demorei uns minutos pra me recompor, coloquei o que restou da minha roupa e fui descendo.
Na hora chegou o ajudante, que estranhou o jeito que eu estava andando kkkkk. Eu disse que tinha caído enquanto ajudava o Gerson lá em cima…

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gaelzinho-

Nome do conto:
Levei pirocada do pedreiro depois que tentei ajudar ele PARTE II

Codigo do conto:
266254

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/07/2026

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