O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA – parte 2

O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA – parte 2

Depois de contar tudo, ela so olhava para a parede, então finalizei da pior forma possível.
— Vai querer ver o vídeo?
— Vc ta de brincadeira né?
— Mas Paula, vc queria isso tbm.
— Porra Fabio, mas uma coisa e fantasia entre nós, outra e vc se submeter a isso, que merda vc fez?
— Achei que era o certo.
— Onde vc ta com a cabeça, um pai de família fazendo isso, some daqui, vai dormir na sala.
Até que tentei justificar mais um pouco, mas não tinha jeito, fui pra sala dormir ou tentar dormir, só pensava na merda que tinha feito. Nem dormi, e logo o dia amanheceu. Lavei a cara e fui na cozinha, já vendo que ela tava lá. A empregada fez o café, olhando para gente, percebendo que havia algo de errado, mas nem comentou. Eu tbm fiquei quieto, aguardando as crianças irem pra escola na van. Como percebi que ela não falaria nada, eu já estava saindo pro trabalho, sendo que ela me chamou — Mais tarde se falamos ok.
Ela era advogada, e foi embora. Nisso fui tbm, já pensando que meu casamento acabou, tava bem claro pra mim e nem trabalhei direito naquela manhã. Quase na hora do almoço a Paula me mandou um zap dizendo pra encontrar ela num restaurante próximo, e na hora já fiquei imaginando o divórcio. E com certeza ela tava correta.
Sem muito para onde correr, cheguei no restaurante e ela já estava, sentei e não tinha fome nenhuma, ela então olhou pra mim e falou — Tive uma manhã de merda com aquele tribunal. Foi um inferno sabia?
— Imagino.
— E ainda tendo que resolver oque fazer com vc depois de tudo.
— Lamento mesmo.
— Eu perdi a causa ganha, e percebi que não se tem justiça mesmo nessa merda de mundo que vivemos.
— Que isso tem a ver comigo?
— Tudo a ver Fabio, voltei pro escritório e tomei uns belos goles de vodca.
Realmente a Paula estava estranha, com olhar mais alienado. Estava bêbada na verdade. E ela continuou falando.
— Pensei muito sobre tudo, e de certa forma tenho culpa nisso, pois quando a gente olhava vídeos ou entrava em salas de bate papo de sexo, eu deveria ter cortado, mas não cortei porque gostava assim como vc.
— É verdade, mas acho que passei do limite.
— Talvez sim, ou talvez não, pois nunca imaginei que vc gostaria mesmo disso, de me ver com outros caras!!!
— Nem eu achei.
— E vc ainda se sujeitar aquilo.
— Foi errado.
Ela então abaixou a cabeça na mesa para ninguém escutar oque iria falar e aquilo me chocou — Me masturbei pensando em vc naquilo.
— Mas como Paula, achei que tivesse me odiando?
— Estava, mas mudei o pensamento. Me conta uma coisa, oque vc sentiu quando esses caras fizeram isso com vc ontem?
Não sei porque meu pau ficou duro naquela hora, pois jamais pensei que a Paula voltaria aquele assunto daquela forma — Sei lá, acho que impotência e tesão, me senti intimidado, mas com uma vontade louca de não parar.
Ela meio que ficou com aquele olhar pensando sobre tudo e então pediu algo que eu nem esperava — Cadê o vídeo?
— Ta aqui num celular dele.
— Deixa ver.
— Tem certeza?
— Para de frescura.
Aquilo me deu uma excitação enorme, a Paula querendo ver a filmagem, então passei o celular para ela e fiquei olhando a cara dela. Ela pegou o celular e cobriu com a mão uma parte para não correr o risco de ninguém no restaurante ver, e os olhos dela abriam e fechavam de forma a perceber que estava impressionada e ao mesmo tempo excitada, e era nítido isso na cara dela. Após terminar, ela ficou em silêncio. Mas eu não podia conter minha ansiedade.
— E então?
— Realmente não esperava ver algo assim.
— Avisei né.
— Tudo bem, vamos tentar então.
— Tentar oque?
— Não é justo vc passar por isso e eu fazer esse escândalo como se não tivesse gostado, e na verdade eu gostei.
— E o que fazemos?
— Aceito fazer parte disso.
Aquilo me encheu de tesão, saber que minha Paula poderia fazer parte de uma coisa muito suja. Nisso demos um beijo gostoso que a muito não dávamos e almoçamos muito bem.
Ao sair do restaurante fomos até o carro, e aí veio mais uma bomba maravilhosa — Fabio, liga para esse Rogério agora, diga que aceito hoje à noite irmos a um local público para falarmos de tudo.
Como futuro corno, de imediato passei a mão no celular e liguei, sendo que o Rogério atendeu rápido como se esperasse aquilo.
— Fala amigo, espero que esteja bem?
— Sim, to bem.
— E ai, porque ligou?
— A Paula topou conhecer vcs hoje à noite, que acha?
— Opa que beleza corno, e ela viu o vídeo?
— Sim ela viu o vídeo, e foi tenso ontem, mas agora ta tudo bem. Ela ta aqui do meu lado.
– Me deixa falar com ela então.
Minha mão tremia, mas passei o celular para ela, e ela parecia mais aberta a tudo que eu, por incrível que pareça.
— Olá Rogério tudo bem, então vc e o homem que judiou do meu amor?
— Paula que prazer, sim a gente deu uns esfregas nele, mas só de leve, mais mesmo para mostrar quem manda.
— Parece que mostraram bem.
— E vc ta a fim de mesmo de nos conhecer?
— Me surpreendeu ver o Fabio numa situação dessas naquele vídeo, mas não posso negar que foi excitante ver, e sim quero conhecer vcs, e hoje a noite seria bom.
— Fechado então, mas o Fabio já disse que somos dominadores, eu e o Marcos meu chapa, vc entende isso neh? E aceita nosso domínio sobre vcs?
— Pelo vídeo sei doque vcs são capazes, e eu aceito conhecer vcs e daí ver o que pode acontecer, está bem??!
— Ta bom, aguardamos vc gata.
Ela me devolveu o celular — Fala Rogerio?
— Bom corno, seguinte, o local que vamos e o mesmo que conheci vc, aquele barzinho, e principal de tudo, eu quero que a Paula use a calcinha que gozei aquele dia, aí saberei que vai entrar mesmo na putaria, entendeu?
— Falo com ela, até mais tarde.
— Que ele falou?
— Da calcinha, falo pra vc usar.
— Antes de saber de tudo, eu tinha lavado ela, tava estranha.
— Ih agora?
— Sem problema eu uso.
Parece que fui do inferno ao paraíso em minutos, pois minha esposa estava aberta a tudo para aquilo. E depois de conversamos mais um pouco, fomos embora.
Em preciso dizer que aquela tarde foi recheada de ansiedade e punheta, pois não conseguia me controlar. Cheguei a noite em casa e a Paula já estava La toda tomada banho e cheirosa, se maquiando, nossa que tesão ver aquilo, minha doce esposa se maquiando para conhecer dois caras bem safados, e depois de eu tomar banho, perguntei?
— E a calcinha?
— Relaxa amor, vou de vestido para poder comprovar que to com ela, ta bom assim querido?
Tudo que eu podia fazer era dar um beijo gostoso nela, e com esse compromisso, acabamos de se arrumar e fomos sendo que a Paula estava com um vestido bonito com o cabelo solto, bem à vontade, bem bonitona e cavalona. Chegamos mais cedo no barzinho, então sentamos e pedimos cerveja e esperamos. Passado um tempinho chegou os dois, sendo que entraram na lanchonete e já fitaram de longe a gente, olhei para o rosto da Paula e vi seus olhos brilharem como se estivesse pegando fogo.
Eles chegaram e deram um aperto de mão em mim e beijaram ela no rosto. Após esse cumprimento respeitoso, que com certeza seria o único na noite, eles se sentaram, de frente para nós. O Marcos disse:
— Pede uma cerveja e um maço de cigarro tbm, o meu acabou.
Nem questionei nada e só perguntei a marca. E após pedir ao garçom, aguardamos enquanto ele trazia. O Marcos e o Rogério já comiam a Paula de cima a baixo com os olhos. O Rogério pegou na mão dela, sendo que senti por baixo da mesa a perna do Marcos roçando a coxa dela. De súbito Rogério disse:
— Vc e muito bonita Paula, linda mesmo, Fabio vc ta de parabéns, mas faz o seguinte, vai lá no balcão buscar uma caipirinha pra mim.
Me levantei e fui no balcão que era meio longe, enquanto pedia a caipirinha, olhei de longe na mesa e notei que o Marcos tinha sentado do lado dela e que o Rogério estava mais de frente com ela. O Marcos começou a falar coisas no ouvido dela, sendo que ela só acenava a cabeça. De longe, eu me matava em querer saber o que se falava ali, então peguei a caipirinha e retornei pra mesa.
Cheguei e notei que ela estava um pouco vermelha no rosto, o Marcos só acenou pra mim com a mão direita e mandou eu sentar de frente pra ele pois era claro que ele iria ficar do lado dela, o barzinho estava meio cheio, e onde estávamos era tipo um Box, então quem tava a frente ou atrás não via nada, pra minha sorte, porque notei que a mão esquerda do Marcos, estava no meio das coxas dela, esfregando sua buceta, por isso ela tava vermelha.
O Rogério estava relaxado, mas também entendi porque, pois ele tinha tirado a sandália dela, e mandou que ela massageasse o pau dele com o pé por baixo da mesa, sendo que a perna dela estava esticada no meio das pernas do Rogério tocando seu pau com a ponta dos dedos. Nossa eu nem acreditava naquilo, minha esposa fazendo aquilo, mas eu tava com muito tesão, todos nós estávamos.
Tava tudo muito sem cerimônia, pois eles tinham chegado a pouco tempo e já estava a bolinando a Paula, e ela toda tesuda aceitando tudo, o Rogério perguntou pra ela — Ta com a calcinha Paula?
— Sim, eu to.
— Vai no banheiro, tira ela e traz aqui pra gente ver.
Ele deu uma ordem pra ela, e ela simplesmente levantou da mesa e foi pro banheiro, sendo que os dois ficaram comendo com os olhos o rabo dela no vestido, então perguntei ao Marcos — O que vc tava dizendo a ela no ouvido enquanto eu fui buscar a caipirinha?
— Que ela era bonita e seria nossa puta, com a mão na buceta dela.
Eu sorri que nem um bobo, mas acenei com a cabeça concordando, e nisso ela voltou, sentando ao lado do Marcos. Então olhando os lados, deu a calcinha para ele por baixo da mesa, sendo que ele pegou e perguntou para o Rogério — Essa mano?
— Muito bom, a calcinha ta meladinha de Paula agora.
O Marcos levantou da mesa sem dizer nada e foi em direção ao banheiro, não demorou e voltou, vindo com algo no bolso, então sentou e pegou, mostrando a cueca enrolada — Minha cueca, tirei agora, toma Paula, quero que vc cheira.
Nossa que loucura, o cara tirou a cueca e trouxe pra Paula cheirar. Eu fiquei assim de boca aberta mesmo, pois ela pegou na mão e abaixou a cabeça na mesa junto a parede como se fosse pegar algo na bolsa, então colocou na cara e cheirou a cueca dele bem forte, dava para ouvir o nariz dela sugando aquilo. Nossa que loucura aquilo ver minha mulher cheirando uma cueca de um cara.
— Ta bom o cheiro Paula?
— Sim, é bom!!!
Rogério diante daquilo olhou para mim e falou — Fabio dá a chave do carro, e Paula, vc espera um minutinho e vem atrás.
— E eu?
— Vc Fabio fica com o Marcos aí.
Fiquei quieto diante daquilo, sendo que pouco depois, a Paula levantou, sendo que num instinto ela me deu um beijo e foi. O Marcos deu risada, mas acho que aquilo foi uma despedida de uma vida antiga.
Passados uns 10 minutos, eu estava ansioso, e o Marcos tava ali na boa bebendo as minhas custas e olhando o ambiente. Mas de repente veio uma mensagem de zap pra mim, sendo o celular do Rogério. Era uma imagem, sendo uma foto, e quando olhei, quase tive um troço, pois a Paula estava com o pinto do Rogério na boca, pagando uma chupeta pra ele dentro do carro, e puta que pariu, nossa aquilo foi algo assim fora do comum mesmo.
Eu sentando no bar com um cara, e minha mulher um pau no estacionamento, que maluquice. Passou mais alguns minutos veio o Rogério, todo feliz, sentando, mas a Paula não tava. Ele apenas disse:
— Sua esposinha quase vomitou e ta no banheiro, mas fica frio, ela ta bem, só não ta acostumada com uma gozada forte na boca.
Nisso ela voltou e sentou, tomou um pouco de cerveja e ficou quieta.
Marcos então levantou, pegando a chave do carro, e como que por instinto a Paula foi logo atrás. Ficamos ali, eu e o Rogerio, sendo que alguns minutos depois, ele disse:
— Vamos no carro, paga a conta.
Rogério levantou e saiu, então paguei a conta, tinha até esquecido a senha do cartão de tão nervoso que tava, mas paguei e fui. Cheguei no carro, sendo que o estacionamento era meio escuro e tranquilo, e o Rogério tava do lado de fora, fumando o cigarro que eu tinha comprado.
Olhei dentro do meu carro, e a Paula tava abraçada com Marcos, ele fumando com pau pra fora, e ela pegando, sendo que até me assustou aquilo, pois ele baforava a fumaça na boca dela, sendo que a Paula não fumava.
Ela engasgava e ele empurrava a boca dela pro pau dele, e depois tirava e baforava de novo, fez isso várias vezes, e toda vez, ela engasgava tanto com a fumaça quanto com a pica dele que era bem grande.
O Rogério falou pra mim, vamos sair daqui, e fomos.
Os dois foram atrás com ela, e nossa que loucura, a Paula se revezava na chupeta nos dois paus, e eu olhava meio de relance no espelho retrovisor, sendo que ela gemia com os paus. Rogério já estava todo duro de novo, sendo que ele mandou ir a um local afastado. Então entrei daqui e dali até que cheguei num lugar bem feio, tipo quebrada mesmo. Era uma oficina de caminhão, o Rogério falou — Fica frio, o Marcos mora aqui, entra com o carro ali, abre o portão e leva o carro lá no fundo.
Só obedeci, e nossa que portão sujo. Peguei o carro e fui ate o fundo da oficina que era até grandinha, claro que todo esse percurso a Paula os chupando sem parar.
Parei o carro, e o dois desceram quase arrastando a Paula pra fora fazendo ela ajoelhar para chupar os pintos. Naquele momento eu pude ver o quanto eles eram grandes, realmente a Paula até tinha dificuldade de chupar, mas não parava, parecia dominada mesmo.
Eu ali sentado ainda no carro olhando aquilo bem ao meu lado, minha doce esposa sendo feita de puta por dois caras folgados e safados, claro que eu alisava meu pau que tava duro, mas não chegava nem a metade dos deles.
Marcos por não ter gozado ainda era o mais fominha, pegou a Paula puxou com força, jogou de frente sobre o capo do carro com a bunda arrebitada e virada pra ele, então puxou o vestido dela até a altura das costas, sendo que ela já estava sem calcinha, então esfregou o pau na buceta, colocando uma camisinha e salivando, socando.
Paula misturava um gemido de dor de sentir um pau grande na buceta com gemido de prazer, o Rogério só batia uma vendo e ainda fumando, o Marcos primeiro colocou tudo e depois foi bem devagar para ela se acostumar com a pica, mas ela disse que não tava aguentando, então ele tirou o pau pra fora e foi até uma casinha perto dali, enquanto isso a Paula foi com a cabeça até o pau do Rogério para mamar.
Eu sai do carro pra ver o que ele foi fazer, e lá veio com um ky. E lá foi ele de novo, botou a Paula na mesma posição, lubrificou bem tudo e foi, ai ela mudou o gemido de dor por somente de prazer, ai o Marcos começou a bomba mais forte, socando, o Rogério veio e colocou o pau na boca dela, e eu me acabando na punheta, a Paula gemia como eu nunca tinha visto, o marcos socava e gemia e xingava ela de puta e batia na bunda dela, o Rogério pegava o cabelo dela e segurava com força no pau.
Os dois fodiam a Paula como dois tarados, e ela começou a gozar rápido, coisa que nunca tinha feito antes, que era gozar rápido e múltiplas vezes, o Marcos não aguentou e gozou nas costas e bunda, e eu também gozei na punheta, somente o Rogério que não.
Saindo da boca dela, ele foi até a bunda da Paula, e socou, nem precisou mais gel, a buceta dela tava mais que melada. A Paula começou a gemer de novo na pica do Rogério, eu olhando aquilo.
Marcos tinha se encostado no carro e acendido o cigarro veio com pinto todo melado de porra ainda, pingando mesmo, e colocou na boca dela, a Paula abocanhou forte e sugou, notei que o pau dele começou a ficar duro de novo, entendi que aquilo ali ia longe, então comecei a bater uma de novo, e os dois começaram a socar forte de novo.
O Rogério tirou o pinto pra fora e puxou a Paula pra casinha, e o Marcos acompanhou eles, e chegando na casa, eles entraram, sendo que o Marcos botou a mão no meu peito falando — Vai comprar cerveja.
Nossa aquilo me deu um gelo na espinha, a Paula viu que fiquei meio assim, e disse — Tudo bem amor, vai, eu to ótima,
Nossa que puta pensei.
Mas então sem nada a fazer, lá fui eu comprar cerveja. Foda ouvir ela gemendo levando vara e eu tendo que me ausentar de pau duro. Mas pra minha sorte tinha um bar não longe dali. Entrei e tinha um cara barrigudo fumando.
— Fala chefe?
— Tem cerveja gelada?
— Ali chefe.
Fui lá e peguei uma caixinha, com ele olhando para mim. Pensei que talvez ele soubesse que tinha dois caras comendo minha mulher ali perto, mas claro que ele não sabia, mas parecia. Então voltando correndo, cheguei na casinha, já ouvindo a Paula gemendo que nem uma puta. Entrei e vi ela de quarto com o Rogério socando fundo na buceta enquanto ela chupava o saco do Marcos.
O Marcos me vendo ali parado que nem um trouxa mandou eu abrir uma latinha e dar pra ele, me aproximei e vi a de perto a cara da Paula sendo fodida fortemente por eles, inexplicável a cena. Marcos mandou eu pôr o resto na geladeira e sair, e se quisesse podia olhar pela janela e só. E foi o que fiz.
Fiquei ali na janela olhando aqueles dois machos fodendo a Paula de todo jeito, o Marcos perguntou pra ela se já tinha dado o cuzinho, ela disse que só uma vez, “aí pensei comigo, pra quem?”
Ela então pediu — No cu hoje não.
— Porque gata?
— Prefiro outro dia.
Achei que eles fossem insistir, mas ficaram de boa, aceitaram não comer o cu dela. Eu não sabia bem o que pensar.
Eles resolveram naquela noite não foder o rabo dela, então ele socou na buceta de novo, nisso o Rogério estava com o pinto na boca dela, eles se revezaram na buceta e boca dela por um bom tempo, depois de quase estarem explodindo, gozaram forte no rosto dela e boca, cabelo, deixando tudo melado.
Nunca tinha visto tanta porra e ainda na cara dela, e ainda ela continuou mamando neles até ficarem mais moles, e finalmente exaustos, os dois sentaram no sofá, e ela se levantou indo até ao banheiro.
Paula saiu do banheiro toda vermelha, com o vestido colocado. O Rogério olhou e perguntou — Gostou Paula?
— Melhor experiência de sexo que já tive.
— Beija o Fabio, pois foi graças a ele que vc fodeu direito na vida.
Ela num impulso me beijou na boca, e eu meio que fiquei com nojo, mas correspondi, pois, o cheiro da porra deles era forte. E parecia que havia chego o final.
Chegando no carro o Rogério falou — Podemos repetir a dose daqui uns dias, pode ser?
— Depende da Paula.
— Cala boca corno, perguntei pra ela.
Ela riu de mim — Vamos vendo como fica as coisas.
— Blza gata, mas lembra que deve um cu pra nos.
E com a Paula rindo da cobrança, fomos embora.
No caminho só ouvíamos música e não falamos quase nada, pois não havia oque ser falado. Chegamos em casa e fomos ao banho, e dormimos gostoso, onde perdemos a hora.
Nossa vida mudou.

Foto 1 do Conto erotico: O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA – parte 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA – parte 2

Codigo do conto:
266237

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
05/07/2026

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4

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