Mari e Mili eram amigas de longa data. Se conheceram trabalhando nas esquinas Mari era uma ninfeta de 20 anos magrinha com tudo no lugar, 1.55 m de altura, 50 kg, cabelo loiros até os ombros, carinha de inocente mas que já tinha visto todo tipo de cacete e tara possíveis nos dois anos de pita. Mili era trans, 23 anos, alta 1.80 m 72 kg, seios e bunda proporcionais a sua estatura, cabelo com apliques pretos, pele bronzeada, rosto bem feminino do tipo que até o mais desconfiado olharia várias vezes e não teria certeza de ser uma trans se ela não falasse ou mostrasse sua genitália de tamanho grande, 21 cm de comprimento e bem grossa e veiúda. Apesar do dote gostava mais de ser passiva e quando a vontade de comer alguém realmente apertava a amiga loirinha fazia questão de alivia-la e dava gostoso para Mili, até às duas se satisfazerem por completo. Não era um relacionamento romântico mas a ligação entre as duas já era mais que uma amizade. Ambas se defendiam na pista e as vezes faziam dupla com algum cliente mais tarado. Mari adorava ver Mili gemendo na vara de uma cara dotado ou receber uma dp da amiga trans e um cliente enquanto era beijada ou tinha os mamilos mordidos. Já Mili gostava de chupar a bucetinha de Mari enquanto era penetrada no rabo ou ser chupada pela loirinha enquanto dava a bunda de 4, as vezes fazendo um 69 com Mari. Essas festinhas a 3 nem sempre rolavam, mas era prazer e ganho financeiro para as duas. Até que num final de semana Mari foi convidada para um gang bang por um cliente que ela já tinha conhecido há uns meses, Mili ficou receosa ao saber, especialmente quando Mari disse que seriam mais ou menos 5 caras. Mari com seu fogo de putinha safada, estava adorando a ideia de ser devorada e usada por vários homens, e teve a ideia de chamar a amiga para a festa. A princípio não falou de suas intenções a Mili mas foi fácil negociar com seu cliente que se comprometeu a pagar uma pequena fortuna para as duas e garantiu a ela por meio de fotos que só teriam dotados para as duas safadas e ninguém ia dar pra elas, só comer, especialmente cu enquanto elas tivessem disposição. Mari em êxtase contou os detalhes para a amiga e mandou as fotos dos comedores que estariam na festa, a conta subiu de 5 para 7 homens, todos grandes, fortes, com pegada de dominador e dotados. O cu de Mili deu uma piscada na hora e ela ficou com a calcinha molhada de pré gozo só de imaginar como seria essa suruba, as duas se preservaram dois dias antes do evento evitando ao máximo treinar muito pesado ou comer algo que pudesse causar uma indisposição. Chegada a noite da festa, um uber foi enviado pelo cliente para buscá-las, ambas estavam de vestidos curtos e maquiagem leve cabelos soltos e calcinhas fio dental conforme pedido. A casa era grande, bem iluminada, com uma piscina na parte de trás da cozinha e uma sala espaçosa decorada com um sofá muito grande e confortável, as duas se sentaram com o anfitrião e perguntaram dos demais convidados, que quase instantemente desceram as escadas e se apresentaram a elas, eram 6 homens da mesma faixa de idade do cliente, por volta do final dos 20 anos e não mais que 32, alguns estavam já descalços mas ainda de calca caqui e camisa social de seda. Se apresentaram a elas e sentaram -se em volta delas dando-lhes atenção e olhares que passavam do simples flerte e mostravam um desejo quase animalesco em possui-las. Mili sendo bem despachada ja foi logo alisando a perna do rapaz moreno ao seu lado direito e ele retribui, lhe fazendo um carinho no rosto e inclinou em direção a ela, logo se beijaram e a mão de Mili ja segurava o pau duro do rapaz embaixo da calca, o que estava a sua esquerda disse em seu ouvido que assim ficaria com ciúme e ela então virou e o beijou também. Mari por sua vez estava no colo do anfitrião e este aos poucos baixava sua roupa e os demais rapazes iam alisando seu corpo logo as mãos estavam em seus seios, umbigo, bunda e de roupa só sobrava a calcinha. Mili seguiu por um caminho diferente e a essa altura estava ajoelhada e beijava e mordia paus duros cobertos por cuecas ainda, não demorou a botar o primeiro cacete para fora, branco de cabeça rosada e bem grosso, engoliu a pica até a metade, depois lambeu e lado e quando pos na boca novamente já tinha outros dois paus, um em cada mão, prontos para receberem o mesmo tratamento. Mili ficou ali chupando os 3 paus até estarem totalmente babados. Os rapazes então a ergueram, tiraram seu vestido num piscar de olhos. A puseram de 4 no sofá, afastaram sua calcinha de lado e uma língua começou a passear pelas pregas de seu cu e invadir lentamente seu buraquinho. Mili estva com o pau muito duro e babando, logo uma outra rola imensa, lhe invadiu a boca e seu cu foi penetrado pelo primeiro pau que ela chupou. Sentiu então uma boca a chupando e era sua amiga Mari que deitada embaixo dela levava na buceta o pau do dono da festa. A buceta de Mari e o cu de Mili foram experimentados por todos os cacetes dos comedores, suas bocas não ficavam um segundo sem saborear uma pica fosse com gosto da xota da loirinha ou do cuzinho da morena. Então o dono da festa aproveitando que Mari cavalgava um rapaz de costas para ele, lubrificou bem o rabinho rosado dela, Mari apenas sorriu olhando pra ele por cima do ombro e levou a pica devagar até o talo. Com alguns movimentos ritmados na dp, ela gozou profundamente e agora seu cu também era revezado pelos rapazes. Mili então olhou pro anfitrião e perguntou se eu não queria o cu dela também, ele simplesmente apontou a glande e empurrou na morena que gemeu dizendo o quanto estava gostoso. Ela então pediu para sentar de costas nele e cavalgou forte, um rapaz negro assistiu a cena e a morena fazendo cara de puta e gemendo lhe instigou a entrar também naquele cu guloso. Com um pouco de trabalho a pica se alojou fazendo companhia para o outro cacete e o cu de Mili estava definitivamente arrombado, o tesao era tanto que a morena gozou sem tocar seu pau extremamente duro naquele momento o dono da festa disse que ia gozar e Mili então pediu que fosse na sua boca e assim fez. Uma jorrada farta bateu no fundo de sua garganta e os demais jatos cobriram seu queixo e seios. O negrão que socava seu cu, também gozou e os dois se retiraram brevemente deixando a arrombada Mili vendo por alguns segundos sua amiga loira levando rola na buceta, boca e cu. Os dois que não estavam fodendo vendo Mili ali disponível não tiveram dúvidas e começaram a fode-la, a morena gemia quase chorando de tesao enquanto leva novamente duas varas em sua bunda. Mari então pediu para que os três comedores do momento lhe dessem porra e em sequência deram gozadas na sua boca que ela engoliu com prazer, Mili fez o mesmo com seus parceiros e as duas estavam extremante excitas uma com a visão da outra com os rostos e seios gozados e se beijaram com paixão tocando uma o sexo da outra e saboreando as porras. O dono da festa ja recuperado de sua gozado então pediu que Mari cavalgasse Mili e assim foi comer o cu da loira. Socou forte como Mari pedia e encheu seu cu de porra, os demais repetiram a dose cada um entupindo o cu de porra da loira como podia. Mari falava no ouvido da amiga que se sentia a maior das putas e agradecia por ela se segurar e não gozar enquanto ela era arrombada, Mili respondeu que estava guardando sua gozada para dar um showzinho para os rapazes e então anunciou que agora ela ia comer o cu de Mari. Ela pos a loira de quatro no sofazão e socou forte, dando urros dizendo que ela era a mais putas Mari pedia para ela enche-la de leite e mostrar para todos como elas eram as putas mais gostosas. Mili gozou gritando e os rapazes aplaudiram a performance. Depois todos fizeram a devida higiene e os rapazes se retirarem, o dono da festa parabenizou ambas e deu-lhes um bônus pois tinham superado as expectativas. As putinhas ficaram muito agradecidas e perguntaram se ele gostaria também de receber um bônus, logo se abaixaram e começaram a chupa-lo. Mas essa história fica para outro dia.
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