Eu nasci e cresci no interior, e a nossa família era bem numerosa. Finais de ano, aniversários, férias, tudo era motivo pra estarmos reunidos. Mas nem sempre toda a família, sempre tinha aquelas desavenças, gostos diferentes, briguinhas sem sentido, coisas normais em qualquer família. O que aconteceu comigo, quando eu tinha 15 anos foi inesquecível, me recordo como se fosse recente.
Pouco antes do carnaval daquele ano, meus pais e meu tio, que se davam muito bem, resolveram alugar uma casa na praia durante o carnaval. Planos feitos, chegou o grande dia, iniciando com uma longa viagem em dois carros, rumo ao litoral. Eu, minha irmã mais nova, meu pai e minha mãe num carro, Meu tio, minha tia e minhas duas primas (15 e 16 anos) no outro.
Saímos bem cedo de casa, para aproveitar o máximo do feriadão. Era umas oito da manhã ainda, fizemos uma pausa num posto a beira da estrada, onde havia um restaurante meia-boca mas que servia café e algumas guloseimas. Eu tive a infeliz idéia de comer uns salgadinhos, gula de adolescente. Terminado o descanso, pegamos a estrada novamente, e antes do meio-dia já tinhamos chegado na casa de praia, preparando as acomodações. Minha mãe e minha tia cuidavam de organizar a cozinha, meu pai e meu tio cuidando da churrasqueira, minha irmã e minhas primas tentavam arrumar os quartos e eu, sofrendo uma dor de barriga infernal, talvez por conta dos malditos salgadinhos que comi durante a parada no posto de gasolina. Fiquei na ida e vinda do banheiro pra varanda, debaixo de piadinhas dos meus pais e meu tio, sobre meu estado de saúde. Depois do almoço (menos pra mim, que fiquei só no pão com queijo) todos queriam ir à praia, e começou a folia de turistas comuns: esteiras, guarda-sol, caixas de isopor com água, toalhas, etc) Eu nem quis arriscar, falei que iria me cuidar primeiro, ainda tinha mais 4 dias pra aproveitar. Minha tia me apoiou dizendo que a Giselle (minha prima mais velha) ia me fazer companhia já que ela estava menstruada até pelo menos no dia seguinte.
Depois que todos partiram rumo à praia, fiquei na varanda me refrescando quando Giselle veio conversar comigo. Eu aproveitei a chance pra perguntar a ela sobre algumas amigas dela e ter algumas fofocas atualizadas, quando de estalo ela me perguntou se eu já havia transado alguma vez. Indignado, confessei que tinha, mas com prostitutas, coisa meio comum naquela época com a maioria dos moleques na minha cidade. Ela disse: -Entáo voce já é experiente, né? E veio sentar próxima de mim. Tão próxima que o joelho dela roçou minha coxa, visivelmente de propósito.
-E voce se masturba muito? Foi a próxima pergunta dela, que foi como um tapa na cara. Falei que sim, quase todos os dias me masturbava. E sem eu perguntar ela disse que ela também gostava e que "naqueles dias" de menstruação era pior ainda, que sentia falta de um namorado ou um "ficante" pra matar os desejos. Foi a minha vez de perguntar se ela já transava, mas ela respondeu que nunca havia feito mas já tinha introduzido coisas na xoxota pra se masturbar.
A essas alturas eu tinha até esquecido da dos de barriga, no lugar meu pau dava sinais de vida só de imaginá-la batendo uma siririca.
Por sorte, a varanda ficava meio escondida atrás de umas plantas trepadeiras, e mesmo que passasse alguém na rua era difícil de ser visto. Ela esticou o braço e sua mão direita tocou no meu pau por cima da minha bermuda, Na hora fiquei de pau duro e ela com um sorriso malicioso disse: -Voce já se masturbou hoje? Respondi que ainda não, enquanto eu sentia seus dedos apalpando de leve meu pau que já estava duro de tesão. Perguntei se ela poderia fazer esse "trabalhinho" pra mim, e ela respondeu: -Não sei fazer, a não ser que voce me ensine. E na hora falei: -Claro, te ensino até voce aprender. E já fui abaixando a bermuda junto com a cueca.
Ela, meio curiosa segurou meu pau, perguntei se nunca tinha visto um pau ao vivo, ela disse que não e seus dedos alisavam a cabecinha, puxavam a pele da cabecinha, apalpavam as veias, e eu peguei na mão dela, fiz com que segurasse direito e comecei a movimentar num vai-e-vem. Eu gemia de tesão, e aproveitei pra apalpar seus peitinhos de leve, arrancando um suspiro delicioso dela. Perguntei se eu podia tocar nela também e ela respondeu que não daquele jeito mas a minha mão alisava as coxas dela e tentava invadir por dentro do shortinho. Ela me mandou esperar um pouco, se levantou e correu pra dentro de casa, e num piscar de olhos ela retornou, só que com saia. Sentou-se do meu lado novamente e sua mão voltou a segurar meu pau, Dei um beijo rápido na boca e coloquei a mão por baixo da saia alisando a xoxotinha por cima da calcinha mas o absorvente atrapalhava, então minha mente já direcionou minha mão pra bundinha dela, Ela até se inclinou um pouco facilitando o acesso e eu pude alisar o cuzinho dela com um dedo. Ela gemia baixinho e me chamava de safado, que não ia deixar eu comer o cuzinho, coisas que me deixava mais louco de tesão. Falei pra ela me deixar penetrar, que eu não me importava com isso, e que depois era só me lavar, que ia ser carinhoso... Acho que foi a palavra mágica, ela se levantou, tirou a calcinha e veio por cima de mim, abaixei a bermuda até os joelhos, me reclinei na cadeira e esperei ela sentar. Senti a xaninha dela melada na cabecinha do pau e segurei-a pelo quadril, forçando devagar a penetração até sentir quase todo dentro dela. Ela começou a rebolar devagar, minhas mãos nas bundinha macia dela e meu dedo alcançando o cuzinho.
Como descobri que palavras obscenas deixavam ela ainda mais excitada comecei a murmurar no ouvido dela, que iria esperar passar a mesntruação pra chupar ela todinha, que ia lamber até o cuzinho dela, que ia fazer ela chupar meu pau, que ia gozar nos peitinhos dela... Não demorou muito, gozei dentro dela e senti as coxas dela tremendo, junto comigo. Um caminhão passou em frente a casa e fez a gente cair na realidade, ela se levantou e correu pro banheiro, e eu a segui logo atrás, caímos os dois debaixo da ducha, Depois do banho, voltei pra varanda, sentei no mesmo lugar, e fechei os olhos pra relembrar cada detalhe do que havia ocorrido, até ela retornar ainda enxugando os cabelos, Ela sentou ao meu lado e sorriu maliciosamente perguntando se era tudo verdade o que eu tinha dito, respondi que sim, e que eu ia fazer tudo e muito mais. E que a gente ia ter muito tempo prs isso. Ela disse que ia cobrar se eu esquecesse, deu uma risadinha e entrou na casa indo direto pra cozinha.
Não demorou mais que meia hora, meu pai estacionou o carro na garagem com todos a bordo, e a casa voltou a ser aquela agitação de sempre. No dia seguinte foi tudo conforme o planejado, praia de manhã, almoço nos restaurantes do lugar, passeios a tarde e a noite. O feriadão passou num piscar de olhos e ainda retornamos, cheios de energia. E desejos entre eu e minha prima predileta.