Ela é uma mulher branca, alta, com pele clara e impecável, cabelos escuros e um corpo atlético que transmite poder. Seus olhos verdes tinham uma frieza dominante que me desarmou no instante em que nos encontramos. Dominique era uma Domme trans e carregava entre as pernas uma arma de pura dominação: um pau branco, grosso, venoso, de exatos 24 centímetros.
Não houve cortejo longo. Em um quarto reservado, ela fechou a porta, sentou-se na borda da cama e apontou para o chão entre suas pernas.
— De joelhos, Amanda.
Minhas pernas obedeceram antes mesmo que eu pensasse. Ajoelhei-me diante dela, o coração acelerado. Dominique tirou os sapatos e estendeu uma perna.
— Beije meus pés. Mostre-me o quanto você deseja servir.
Pressionei meus lábios contra sua pele clara e macia. Beijei cada dedo com devoção, depois passei a língua lentamente, lambendo as solas, saboreando o gosto de sua superioridade. Ela observava tudo com um sorriso satisfeito, os dedos longos acariciando meus cabelos como se eu fosse sua propriedade.
— Boa garota. Você já sabe seu lugar.
Depois de minutos adorando seus pés, Dominique me puxou pelos cabelos e me colocou de pé. Tirou minhas roupas com gestos firmes e precisos, deixando-me completamente nua. Meus mamilos estavam duros, minha boceta molhada e brilhante de excitação. Ela se levantou, tirou a camisa e a calça devagar, revelando o corpo branco definido. Quando a cueca desceu, engoli em seco.
Seu pau era impressionante. Branco, grosso, com veias marcadas e uma cabeça rosada inchada. Totalmente ereto, media os 24 cm prometidos, pesado e ameaçador.
— Olhe bem para ele — ordenou, segurando a base e balançando devagar.
— Este pau vai arrombar esse seu cuzinho apertado hoje. E você vai aceitar cada centímetro como a boa submissa que é.
Ela me jogou de bruços na cama, ergueu meus quadris e abriu minhas nádegas sem pedir permissão. O gel frio escorreu entre elas. Seus dedos me abriram, primeiro dois, depois três, esticando-me com firmeza enquanto eu gemia e empinava o rabo.
— Por favor, Dominique… me fode — implorei, a voz trêmula.
Ela posicionou a cabeça grossa contra meu cuzinho e começou a pressionar. A invasão foi lenta e implacável. Senti meu anel sendo forçado ao limite enquanto os primeiros centímetros entravam. Gemi alto, agarrando os lençóis. Dominique não parou. Empurrou devagar, mas sem misericórdia, até enterrar quase todo o comprimento dentro de mim.
— Isso… abre pra mim — rosnou, segurando meus quadris com força.
Quando começou a se mover, o mundo desapareceu. Estocadas profundas, ritmadas, cada uma levando aqueles 24 cm grossos até o fundo. Meu cuzinho era completamente arrombado, as pregas esticadas ao máximo ao redor da grossura dela. A dor misturava-se a um prazer intenso e avassalador. Eu gritava e gemia sem controle.
Dominique me fodeu com autoridade. Uma mão puxava meus cabelos, arqueando minhas costas, enquanto a outra dava tapas fortes na minha bunda.
— Diga a quem pertence este cuzinho — exigiu, acelerando o ritmo.
— Seu! É todo seu, Dominique! — respondi entre soluços de prazer.
Ela me virou de lado, depois me colocou de costas com as pernas sobre seus ombros. Nessa posição eu via seu corpo branco bonito e musculoso sobre mim, o pau enorme entrando e saindo do meu cuzinho. Meus seios balançavam a cada estocada forte. Dominique me olhava nos olhos, dominando não só meu corpo, mas minha alma.
Ela gozou primeiro, enterrando-se até o fundo e jorrando quente e abundante dentro de mim. Mesmo assim, continuou fodendo, usando o próprio sêmen como lubrificante extra. O barulho molhado e obsceno enchia o quarto. Eu gozei logo depois, um orgasmo anal devastador que me fez tremer inteira, meu cuzinho apertando desesperadamente em torno daquela grossura toda.
Ainda não havia terminado. Dominique me fez ajoelhar novamente e limpou o pau sujo na minha boca. Lambi e chupei com devoção, sentindo meu próprio gosto misturado ao dela. Depois me colocou de quatro mais uma vez e me tomou com mais calma, estocadas longas e possessivas, sussurrando no meu ouvido:
— Você agora é minha, Amanda. Completamente minha.
Quando o dia amanheceu, eu estava exausta, marcada, com o cuzinho vermelho, inchado e vazando. Dominique acariciava meus cabelos com uma mão, enquanto a outra descansava sobre seu pau ainda semi-duro.
— Este foi só o começo — prometeu.
E eu, completamente rendida, sorri.