Ela era imponente, uma Domme negra de pele escura reluzente, corpo escultural e presença que preenchia o ambiente inteiro. Não precisei de apresentação longa. Seus olhos encontraram os meus do outro lado da sala e, com um único gesto de dedo — lento, autoritário —, ela me chamou. Meu corpo reagiu antes da mente. Caminhei até ela como se fosse inevitável.
— De joelhos.
A voz era baixa, grave, carregada de uma autoridade natural que não admitia hesitação. Meu coração disparou. Sem uma palavra minha, minhas pernas dobraram. Ajoelhei-me diante dela, o rosto perto de seus pés calçados em saltos altos elegantes. O cheiro sutil de couro e pele quente invadiu meus sentidos.— Beije.Inclinei-me e pressionei os lábios contra o couro brilhante.
Um beijo tímido no início, depois mais profundo. Ela não precisou repetir. Minha língua saiu, lambendo devagar, saboreando o gosto de sua superioridade. Eu, que sempre fui orgulhosa, lambia os pés de uma mulher que mal conhecia, sentindo a humilhação transformar-se em um calor úmido entre minhas coxas.
— Boa garota — murmurou ela, quase com um sorriso na voz. —
Você já sabe qual é o seu lugar.Com a mesma facilidade com que me fez ajoelhar, ela me puxou pelos cabelos. Fui erguida com firmeza, virada de costas e inclinada sobre o sofá. Minhas mãos tremiam enquanto ela subia meu vestido sem pedir permissão. Senti o ar frio na pele exposta, depois o calor do corpo dela contra o meu.
— Este cuzinho agora é meu — disse ela, a voz baixa e possessiva.
Não houve preliminares longas. Ela queria que eu sentisse sua dominação de forma bruta e direta. O lubrificante frio escorreu entre minhas nádegas, seguido pela pressão insistente e grossa de seu strap-on. Eu gemi alto quando ela começou a forçar a entrada. Devagar no início, depois com mais intensidade, abrindo-me centímetro por centímetro.
— Relaxa e toma — ordenou.
Meu corpo resistiu por um momento, mas ela não parou. Empurrou com força controlada até que eu me abrisse completamente para ela. Um gemido longo e rendido escapou da minha garganta quando ela finalmente me arrombou. Cada estocada era profunda, possessiva, tirando minhas pregas, alargando-me de um jeito que eu nunca havia sentido. A dor inicial misturava-se a um prazer sujo e avassalador, fazendo minhas pernas tremerem.Ela me fodia com ritmo implacável, uma mão segurando meu quadril, a outra puxando meus cabelos para trás, forçando-me a arquear as costas. Cada vez que eu tentava recuperar o fôlego, ela entrava mais fundo, lembrando-me de que eu não tinha controle.
— Isso… geme pra mim. Mostra pra todos o quanto você é minha putinha agora.
Eu obedecia. Gemidos, súplicas, o som molhado de nossos corpos se chocando. Ela me usava sem pressa de terminar, prolongando o momento em que eu me desfazia completamente. Quando o orgasmo veio, foi violento — meu cuzinho apertando em torno dela enquanto eu tremia e gozava, rendida por inteiro.
Ao final, ainda dentro de mim, ela se inclinou e sussurrou perto da minha orelha:
— Agora você sabe quem eu sou. Uma verdadeira Domme.
Fiquei ali, ofegante, marcada, o cuzinho latejando e aberto, sabendo que tinha sido completamente dominada.




Uauu, belo conto...
A Domme negra pegou você gostoso, adoro um negro ou uma negra me fodendo, sempre fazem eu gozar muuuuuito
Os negros sempre são os melhores dominadores e você sentiu no rabo isso, conte mais pra gente
Delicioso conto, gostoso demais, nada mais gostoso do que ter uma domme, comandando, ordenando, dizendo o que deve ser feito, como deve ser feito e o que tem que ser feito pra deixar ela feliz e satisfeita, alegre e poder gozar bem gostoso e bem farto, é uma delicia em todos os sentidos.
A negona arrebentou com suas pregas, as negras são foda