— Último dia — disse, a voz rouca de manhã. — Vamos aproveitar até a hora de voltar.
Ele se aproximou, tirou as algemas apenas para me virar de quatro na cama e me prendeu novamente pelos pulsos na cabeceira. Os grampos continuavam nos seios. Roberto abriu a própria calça, tirou o pau já duro e me fez engolir até engasgar. Usou minha boca com força, segurando meus cabelos e a corrente da coleira, controlando cada centímetro. Eu só conseguia babar e gemer, os olhos marejados.
Quando se cansou da boca, ele me montou por trás. Meteu fundo na boceta de uma vez, estocadas pesadas que faziam a cama ranger. A cada golpe puxava a corrente dos mamilos, arrancando gritos de dor e prazer misturados. Gozei rápido, tremendo, mas ele não parou. Tirou o pau, cuspiu na entrada do meu cuzinho e me arrombou sem pressa de ser gentil. A invasão foi profunda e dominante. Roberto me fodeu ali por longo tempo, alternando entre a boceta e o cuzinho, forçando mais dois orgasmos enquanto eu soluçava de prazer.
— Você aguenta tudo pra mim — rosnou, metendo até o fundo. — Até o último dia.
Gozou dentro do meu cuzinho, enchendo-me mais uma vez. Depois me soltou só o suficiente para me vestir de forma grosseira. Os grampos ficaram escondidos sob a blusa. A coleira ele tirou, mas guardou no bolso.
— No caminho de volta a gente ainda tem uma parada.
Dirigimos em silêncio pela estrada de volta à cidade. Roberto parou em um trecho isolado, longe do tráfego, e me puxou para o banco de trás do carro. Ali, no espaço apertado, me fez tirar a calça e a calcinha. Prendeu meus pulsos novamente com as algemas e colocou os grampos de volta, mais apertados. Me posicionou de bruços sobre o banco e me fodeu pela última vez naquela viagem — primeiro a boceta, depois o cuzinho — com a mesma brutalidade de sempre. O som dos carros distantes misturava-se aos meus gemidos abafados. Ele me usou até gozar fundo dentro de mim, puxando a corrente dos seios com força no momento do clímax.
Quando terminou, tirou os grampos e as algemas. Massageou meus mamilos inchados e vermelhos com as mãos grandes e calejadas, quase com um carinho rude.
— Pronto. Agora pode voltar pra sua vida certinha.
Chegamos ao hotel onde eu estava hospedada. Roberto parou o carro na frente e me olhou.
— Anota meu número. Quando eu passar de novo por essa região… ou quando você viajar a trabalho… a gente se encontra. Você ainda não terminou de me servir.
Eu anotei, as mãos ainda trêmulas. Ele me puxou pela nuca e me beijou com força, barba arranhando meu rosto uma última vez.
— Até a próxima, Amanda.
Desci do carro. Roberto acelerou e sumiu na avenida. Fiquei ali na calçada, o corpo marcado, dolorido e completamente usado. A viagem a trabalho tinha acabado. Mas eu sabia que aquilo com ele não tinha sido a última vez.
O futuro ainda reservava outras histórias.


Putinha gostosa