Roberto se levantou, pegou uma garrafa de água na minibar e bebeu em silêncio. Depois voltou até a cama, segurou meu queixo e passou o polegar pela porra que ainda estava no meu lábio.
— Ainda tem o resto da noite — falou baixo. — E eu não terminei.
Ele me puxou para o chão, de joelhos, e empurrou o pau de novo na minha boca. Já estava endurecendo outra vez. Eu chupei com a garganta cansada, saliva e resto de porra se misturando. Roberto segurava minha cabeça e metia fundo, sem pressa, só usando.
— Isso… limpa direito. Vai precisar de novo daqui a pouco.
Quando tirou, me levantou, me carregou até a varanda e abriu a porta de correr. O vento noturno bateu no meu corpo nu. Lá embaixo a praia estava escura, só algumas luzes distantes. Ele me virou de frente para o parapeito, ergueu uma das minhas pernas e entrou na buceta de uma vez, fundo.
Eu gemi alto, o som se perdendo no barulho do mar. Ele meteu com força, uma mão no meu peito, a outra segurando a coxa levantada. O vento gelava a pele suada. A cada estocada eu sentia o pau latejar dentro, grosso, pesado.
— Grita — mandou. — Ninguém vai ouvir. E se ouvir, que ouça a comprometida sendo comida.
Eu gritei. Gozei com o corpo inteiro tremendo, as unhas cravadas no peitoril. Roberto tirou, cuspiu na minha entrada traseira e empurrou o pau no cu. Entrou mais fácil dessa vez. Fodeu ali mesmo, na varanda, com o vento batendo, até gozar fundo, com um gemido rouco contra meu pescoço.
Depois me levou de volta para dentro. Me jogou na cama e se deitou ao meu lado. Eu estava destruída. O rosto sujo, o corpo marcado, os dois buracos latejando. Ele passou a mão pesada pela minha barriga.
— Dorme um pouco. De madrugada eu te acordo.
Eu dormi.
Acordei de madrugada com a boca dele entre as minhas pernas. A língua chupava devagar, os dedos entravam e saíam. Eu gemia ainda meio dormindo, abrindo as coxas. Roberto subiu, enfiou o pau e me fodeu de lado, lento e profundo, até os dois gozarmos de novo. Depois disso o sono voltou pesado.
O domingo amanheceu nublado.
Eu abri os olhos e ele já estava de pé, só de bermuda, olhando o mar pela varanda. Quando sentiu que eu estava acordada, se virou.
— Último dia — disse. — Você vai embora a que horas?
— No final da tarde. Voo das dezenove.
Ele assentiu.
— Então ainda temos o dia inteiro.
Não saímos do quarto até o meio-dia.
Roberto me comeu no chuveiro, me empurrando contra o azulejo molhado, uma perna levantada, o pau entrando fundo enquanto a água caía. Depois na cama de novo, de quatro, alternando entre a buceta e o cu até eu estar rouca de tanto gemer. Gozei tantas vezes que perdi a conta. O corpo ficou mole, sensível demais, cada toque quase doloroso de tão usado.
Por volta do meio-dia ele mandou pedir comida pelo serviço de quarto. Comemos na cama, eu ainda nua, ele de bermuda. O anel brilhava no meu dedo enquanto eu segurava o garfo. Roberto olhou para ela e deu um sorriso curto.
— Vai voltar para ele com a buceta e o cu abertos. Vai sentar do lado dele no carro e ainda sentir minha porra escorrendo.
— Vou — respondi, a voz baixa.
— Vai deixar ele te comer sabendo que outro homem te usou o fim de semana inteiro?
Eu segurei o olhar dele.
— Vou. E enquanto ele estiver dentro de mim, eu vou estar pensando em você.
Roberto puxou o prato da minha mão, me empurrou de costas e abriu minhas pernas. Enterrou o rosto outra vez, chupando com fome, como se quisesse marcar o gosto. Depois subiu e me fodeu devagar, olhando nos meus olhos o tempo todo, até gozar dentro pela última vez da manhã.
No começo da tarde eu me levantei para tomar banho de verdade. Lavei o corpo, o cabelo, tentei tirar o cheiro dele da pele. Quando saí do banheiro, ele estava vestido — calça, camisa, o homem de novo. Meu vestido e a bolsa estavam organizados sobre a poltrona.
— Vou te levar até o saguão — falou. — Depois você segue sozinha.
Eu me vesti em silêncio. Vestido preto, o mesmo da noite anterior, agora amassado. Sem calcinha de novo. O anel no lugar. O corpo ainda latejava.
No elevador ele não me tocou. No saguão, parou perto das portas de vidro.
— Foi bom — disse só.
Eu balancei a cabeça.
— Foi.
Roberto segurou meu queixo pela última vez, o polegar passando pelo lábio inferior.
— Se um dia você voltar nessa cidade sozinha… me procura.
Não esperou resposta. Virou e saiu em direção ao estacionamento. Eu fiquei parada alguns segundos, o cheiro dele ainda grudado na pele, o corpo inteiro lembrando de cada estocada.
Chamei um táxi. No caminho para o aeroporto abri o celular. Havia mensagens do meu namorado perguntando se eu já estava a caminho, se estava tudo bem, se eu tinha sentido saudade.
Digitei:
“Estou a caminho do aeroporto. Tudo certo. Saudade também. Te vejo logo.”
Menti de novo.
No avião, sentei na poltrona da janela e apertei as pernas. Ainda sentia o ardor. Ainda sentia o quanto ele tinha me aberto. O anel brilhava sob a luz fraca da cabine.
Fechei os olhos e, pela primeira vez em muito tempo, não me senti culpada.
Só completa.
Por um fim de semana inteiro eu tinha sido exatamente o que precisava ser:
Uma mulher longe do namorado,
longe das regras,
sendo usada até não aguentar mais
por um homem que não pedia desculpa por nada.
E isso tinha sido suficiente.

Amanda, você é uma obra de arte, um corpo maravilhoso. S2 Betto o admirador do que é belo S2
Uauu que top ,no chuveiro alternar entre buracos hummmmmm. Votadoooo
Excelente!!!
Depósito de porra do Marcelo, ele deve ter depositado muita porra nesse cu guloso
Vc se supera gata, q tesão!
Cada conto seu é mais picante e excitante que o anterior, delicia 💦 Fico só imaginando como seria uma foda contigo 🔥
gostosa