Na manhã seguinte, Roberto mal me deu tempo de respirar. Depois do café da manhã no hotel, ele me olhou com aquele sorriso rude e disse:
— Hoje você não vai pra nenhuma palestra. Eu tenho uma reunião rápida numa empresa fora da cidade. Você vem comigo.
Não foi um convite. Foi uma ordem. Eu avisei meu chefe que estava com enxaqueca e entrei no carro dele
— um SUV velho, sujo de poeira, com cheiro de homem e estrada. Dirigimos por quase uma hora, saindo da cidade e entrando numa região industrial mais afastada. Roberto parou o carro em frente a um antigo armazém abandonado, cercado por mato alto e portões enferrujados. O lugar parecia esquecido há anos: paredes de tijolos aparentes, janelas quebradas e um silêncio pesado.
— O que estamos fazendo aqui? — perguntei, curiosa e nervosa.
— A empresa que eu represento ainda usa esse armazém velho pra guardar material. Ninguém vem aqui há meses — respondeu ele, destrancando um cadeado grande com uma chave que tirou do bolso. — E hoje ele vai servir pra outra coisa.
Meu coração acelerou. Entramos. O interior era enorme, escuro e fresco, iluminado apenas por frestas de luz que entravam pelo telhado danificado. Havia pilhas de caixas velhas, máquinas enferrujadas e correntes penduradas nas vigas do teto — as originais do armazém. O cheiro era de poeira, metal e umidade. Era sujo, proibido e absurdamente excitante.
Roberto me empurrou contra uma pilha de caixas e me beijou com brutalidade, barba arranhando meu rosto. Suas mãos grandes subiram por baixo do meu vestido e arrancaram minha calcinha sem cerimônia.
— Tira tudo. Quero você nua aqui.
Obedeci rapidamente. Quando fiquei completamente nua, ele tirou da mochila as mesmas correntes com grampos da noite anterior, mas dessa vez trouxe também uma corrente maior e mais pesada. Prendeu os grampos nos meus mamilos com firmeza. A dor ardida voltou imediatamente, fazendo-me gemer. Ele puxou a corrente devagar, observando meu rosto contorcer de prazer-dor.
— Hoje você vai sentir mais — avisou.
Fez-me virar de costas e prender os punhos com a corrente maior, pendurando-os em um gancho baixo de uma das vigas. Fiquei de braços erguidos, esticada, seios projetados para frente, os grampos mordendo forte a cada movimento. Roberto tirou a camisa e a calça, revelando o corpo bruto e o pau já completamente duro.
Ele andou ao meu redor como um predador, passando a mão áspera pelo meu corpo. Deu um tapa forte na minha bunda, depois outro, deixando a marca vermelha. Puxou a corrente dos mamilos, fazendo-me arquear as costas e gemer alto.
— Olha como você tá molhada… safada. Gosta de ser usada assim, não gosta?
— Gosto… — respondi, a voz tremendo.
Roberto posicionou-se atrás de mim e meteu de uma vez na minha boceta. A estocada foi violenta, fazendo meu corpo balançar e os grampos puxarem meus mamilos com força. Ele me fodeu com potência bruta, segurando meus quadris, entrando fundo e rápido. Cada estocada fazia a corrente balançar, enviando choques de dor deliciosa pelos seios.
— Isso… aperta meu pau — grunhia ele, dando tapas ritmados na minha bunda.
Gozei pela primeira vez assim, pendurada, gemendo alto no armazém vazio. O som ecoou nas paredes. Roberto não parou. Tirou o pau brilhante da minha boceta e pressionou contra meu cuzinho.
— Agora aqui — ordenou.
Cuspiu na mão, passou na cabeça grossa e foi empurrando devagar. Eu gemi alto quando ele me arrombou. A dor da penetração anal misturada com a ardência constante nos mamilos era avassaladora. Roberto segurou a corrente dos seios com uma mão e começou a meter, cada vez mais fundo e forte. Meu corpo inteiro balançava, preso pela corrente, completamente à mercê dele.
— Você é minha puta agora — rosnava, puxando a corrente para reforçar o domínio. — Fala.
— Sou sua puta… Roberto… me usa como quiser!
Ele acelerou, metendo fundo no meu cuzinho, a barriga dele batendo contra minha bunda. Puxava a corrente sem parar, controlando meu prazer pela dor. Gozei mais uma vez, tão forte que minhas pernas tremeram e quase perdi o equilíbrio. Roberto soltou um grunhido animal e gozou dentro de mim, enchendo meu cuzinho com porra quente enquanto puxava os grampos com força.
Depois de gozar, ele me soltou devagar. Meus braços doíam, meus mamilos estavam vermelhos e latejando. Roberto me abraçou por trás, massageando meus seios com as mãos grandes, aliviando a dor enquanto ainda pulsava dentro de mim.
— Esse armazém agora tem uma nova memória — murmurou no meu ouvido. — E a viagem ainda tem mais dois dias…
Eu sorri, exausta, suada e completamente dominada. Nunca imaginei que um lugar tão sujo e abandonado pudesse me deixar tão excitada.
