O ar saiu dos meus pulmões num gemido alto. O pau era grosso, pesado, veias saltadas, e entrou sem cerimônia, abrindo tudo de uma vez. Roberto segurou meus quadris com as duas mãos grandes e começou a meter. Estocadas profundas, ritmadas, a barriga batendo na minha bunda a cada golpe. O som molhado encheu o quarto.
— Porra… que buceta apertada — ele falou, a voz rouca e baixa. — Tá sugando meu pau que nem puta faminta.
Eu gemia contra o travesseiro, os dedos cravados no lençol.
— É… me fode — pedi, a voz já quebrada.
— Fala mais alto. Quero ouvir.
— Me fode… mete fundo… assim…
Ele riu baixo, um som sujo, e acelerou. As mãos apertaram mais forte, os dedos afundando na carne. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar. Eu sentia o pau latejar dentro, grosso demais, preenchendo até o limite.
— Olha só pra você — ele provocou, dando um tapa seco na minha bunda. — Namorada certinha, anel no dedo, mas de quatro na cama de um desconhecido tomando pau como se tivesse nascido pra isso.
— Cala a boca e me come — gemi.
— Eu mando aqui. E você vai falar o que eu quiser.
Outro tapa, mais forte. O ardor se espalhou. Ele segurou meu cabelo com uma mão e puxou a cabeça para trás, forçando minha coluna a arquear. O pau entrou ainda mais fundo.
— Fala que você é uma puta.
— Sou uma puta — respondi, ofegante.
— Fala que veio pra esse hotel só pra tomar porra de homem velho.
— Vim… vim pra tomar porra…
— Boa menina.
Ele soltou meu cabelo, agarrou minha cintura com as duas mãos e começou a meter com força de verdade. O barulho era obsceno: pele batendo em pele, o som molhado da minha buceta engolindo o pau dele, meus gemidos altos demais para um hotel. Eu gozei rápido, o corpo se contraindo com violência, um grito rouco saindo da minha garganta.
Roberto não parou.
— Isso, goza no meu pau. Aperta. Chupa com a buceta.
Ele continuou me fodendo através do orgasmo até eu estar tremendo e quase sem força. Depois tirou de uma vez, o pau saindo com um som molhado. Me puxou pelo cabelo e me virou, me fazendo ficar de joelhos na frente dele.
O pau estava brilhando, coberto dos meus fluidos, duro, a cabeça inchada e vermelha. Ele segurou meu queixo.
— Abre a boca.
Eu abri. Ele empurrou até a garganta de uma vez. Eu engasguei, lágrimas escorrendo, saliva escorrendo pelo queixo. Roberto segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha boca com o mesmo ritmo bruto.
— Isso… engole. Olha pra mim enquanto chupa.
Eu levantei os olhos, a boca cheia, a saliva pingando nos seios. Ele metia fundo, a cabeça batendo no fundo da minha garganta, o cheiro forte dele me deixando tonta.
— Que boca de puta… feita pra levar porra.
Quando tirou, um fio grosso de saliva ligava minha língua à cabeça do pau. Ele me puxou para cima, me jogou de costas na cama, abriu minhas pernas com força e entrou de novo de uma vez. Agora de frente, olhando nos meus olhos. As mãos grandes seguravam minhas coxas abertas. Ele metia fundo, pesado, a barriga batendo na minha a cada estocada.
— Você vai voltar pro seu namorado com a buceta arrombada — falou, a voz baixa e suja. — Vai sentar na mesa do café da manhã ainda sentindo meu pau.
— Vou… — gemi.
— Vai lembrar de mim toda vez que ele te tocar.
— Vou lembrar…
Ele acelerou. Uma das mãos subiu e apertou meu pescoço de leve, só o bastante para eu sentir o controle. Eu gozei de novo, mais forte, o corpo inteiro se arqueando, um gemido longo e rouco. Roberto tirou o pau no meio do meu orgasmo, subiu no meu peito e ajoelhou sobre mim.
— Fica quieta. Olha pra mim.
Eu olhei. Ele batia o pau rápido, a mão grande indo e voltando, a cabeça apontada direto para o meu rosto. A respiração dele estava pesada, os olhos escuros de tesão.
— Abre a boca. Mostra a língua.
Eu obedeci. Língua para fora, boca aberta, olhando para cima. Ele gemeu baixo, o som gutural, e começou a gozar.
O primeiro jato acertou minha língua e escorreu quente. O segundo bateu na minha bochecha, grosso, quente, escorrendo em direção à boca. O terceiro atingiu minha testa e desceu pelo nariz. Ele continuou batendo o pau, mais jatos caindo sobre meus lábios, meu queixo, minhas bochechas. A porra era quente, espessa, escorria lenta pelo meu rosto. Eu sentia o peso dela, o cheiro forte, a textura viscosa descendo até o pescoço.
Roberto passou a cabeça do pau pelos meus lábios, espalhando mais, e empurrou um pouco para dentro da minha boca.
— Chupa o resto.
Eu chupei, limpando a cabeça, engolindo o que ainda saía. Ele observava, a respiração ainda pesada, o olhar satisfeito.
— Não limpa — mandou, a voz rouca. — Não passa a mão. Deixa assim.
Eu fiquei quieta, deitada, o rosto inteiro melado. A porra escorria lenta pelas bochechas, pingava do queixo nos seios, brilhava na luz baixa do quarto. Eu sentia ela escorrendo, quente, visível, humilhante e excitante ao mesmo tempo.
Roberto desceu da cama, pegou a calça e se vestiu sem pressa. Eu continuei deitada, nua, o rosto coberto, o anel ainda brilhando no dedo no meio daquilo tudo.
Ele parou ao lado da cama e me olhou de cima.
— Levanta.
Eu me levantei. As pernas ainda tremiam. A porra escorria pelo meu pescoço e descia entre os seios. Roberto pegou o vestido do chão e me entregou.
— Veste. E vai pro seu quarto assim.
Meu coração bateu forte.
— Assim? Com… isso no rosto?
— Assim. Não limpa nada. Quero que você ande pelo corredor com a minha porra escorrendo na cara. Quero que você sinta.
Eu passei o vestido pelo corpo. O tecido grudou um pouco na pele onde a porra tinha pingado. Não tinha calcinha. Só o vestido, o salto e o rosto inteiro melado, brilhando, o cheiro forte de sexo e sêmen.
Roberto abriu a porta e ficou olhando.
— Vai.
Eu saí no corredor.
O hotel estava silencioso. As luzes baixas. Cada passo fazia o vestido roçar nas coxas molhadas. Eu sentia a porra escorrendo pelo rosto: uma gota descia devagar pela bochecha esquerda, outra pingava do queixo, o gosto salgado ainda na língua. O cheiro era forte demais. Qualquer pessoa que aparecesse naquele corredor veria. Veria a mulher de vestido azul-marinho, anel no dedo, com o rosto coberto de porra de outro homem.
Ninguém apareceu.
Eu caminhei até o elevador, entrei, e me vi no espelho de parede. O visual era obsceno. A porra brilhava na testa, nas bochechas, nos lábios inchados, escorrendo em fios viscosos até o decote. Meus olhos estavam vermelhos de tanto engasgar e gozar. Eu parecia exatamente o que ele tinha me chamado: uma puta que tinha acabado de ser usada.
O elevador parou no meu andar. Eu saí e caminhei até a porta do meu quarto. As mãos tremiam quando passei o cartão. Entrei. Fechei a porta. Encostei as costas nela e fiquei parada no escuro, o rosto ainda escorrendo, o cheiro de porra enchendo o ambiente.
Só então eu passei os dedos pelo queixo, recolhi um pouco do que ainda descia e levei à boca. Chupei.
O gosto era dele.
Eu caminhei até o banheiro, acendi a luz e me olhei no espelho de novo. O rosto estava destruído, melado, marcado. A porra já começava a secar em algumas partes, branqueando a pele. Eu não lavei. Fiquei olhando. Sorrindo de um jeito cansado e sujo.
Meu namorado estava a quatro horas de distância.
E eu estava ali, sozinha, com o rosto coberto da porra de um homem que eu tinha conhecido há menos de duas horas.
Peguei o celular. A mensagem dele ainda estava na tela.
“Chegou bem? Te amo.”
Eu não respondi.
Só deixei o telefone de lado, me deitei na cama ainda de vestido, e passei os dedos de novo pelo rosto, espalhando o que restava, sentindo a textura viscosa sob a ponta dos dedos.
A noite ainda era longa.
E eu já sabia que não ia limpar aquilo tão cedo.