— Porra, Amanda… você é apertadinha pra caralho — murmurou rouco no meu ouvido, mordiscando o lóbulo. — Ainda não terminei com você.
Eu deveria estar exausta, mas meu corpo pedia mais. Virei o rosto e o beijei, sentindo a barba áspera arranhar minha pele. Ele ainda estava meio duro dentro de mim. Marcos me levantou devagar, tirando o pau de dentro com um som molhado. Olhei para baixo: estava brilhando com nossa mistura, grosso e pesado, ainda imponente mesmo semi-ereto.— Limpa ele — ordenou, segurando minha nuca com firmeza.
Ajoelhei-me no espaço apertado entre os bancos. O cheiro era forte, mas aquilo me excitava ainda mais. Segurei a base com as duas mãos e comecei a lamber devagar, da base até a cabeça. Provei meu próprio gosto misturado ao dele. Marcos gemeu baixo, segurando meus cabelos enquanto eu abria a boca e tentava engolir o máximo possível. Não cabia inteiro, mas chupei com vontade, babando, fazendo barulhos molhados que ecoavam na cabine.
— Isso… assim, garota. Chupa bem fundo — incentivava ele, empurrando o quadril devagar.
Depois de alguns minutos, Marcos me puxou para cima e me colocou de quatro no banco do carona, com o rosto pressionado contra o encosto e a bunda empinada para ele. Senti suas mãos grandes abrindo minhas nádegas.
— Olha esse cuzinho… — murmurou, passando o dedo grosso na entrada ainda sensível. — Tá piscando pra mim.
— Marcos… — gemi, nervosa e excitada ao mesmo tempo.
Ele cuspiu na mão, espalhou na cabeça do pau e começou a pressionar. Devagar no início, forçando meu anel apertado. Soltei um gemido longo quando a cabeça entrou. Ele era grosso demais. Eu sentia cada centímetro me abrindo, me arrombando. Marcos segurou meus quadris com força e foi empurrando até enterrar quase todo o comprimento.
— Caralho… que apertado — grunhiu.
Começou a meter. Estocadas pesadas, ritmadas, fazendo meus seios balançarem e o caminhão balançar levemente. A dor inicial virou um prazer sujo e profundo. Eu gemia alto, sem me importar se alguém lá fora pudesse ouvir. Ele metia fundo, batendo as bolas pesadas contra minha boceta molhada.
— Rebola nessa rola, Amanda. Mostra o quanto tá gostando de levar pau de caminhoneiro — mandou, dando um tapa forte na minha bunda.
Obedeci. Empinei mais e comecei a rebolar, sentindo ele me invadir completamente. Gozei pela segunda vez assim, com ele no meu cuzinho, tremendo inteira e apertando ele por dentro. Marcos acelerou, suado, respirando pesado, até que gozou com um grunhido gutural, enchendo meu cuzinho de porra quente.
Caímos os dois no banco, suados e ofegantes. Ele me puxou para junto do peito largo e peludo. Ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas sentindo a respiração um do outro. A mão dele acariciava minhas costas, descendo até apertar minha bunda.
— Você não é de fugir, né? — perguntou, rindo baixo. — A maioria das mulheres olha pra mim e acha que sou bruto demais.
— Eu gosto bruto — respondi, mordendo o lábio.
Dormimos pouco naquela noite. Acordei no meio da madrugada com a mão dele entre minhas pernas, dedos grossos me masturbando devagar. Virei de frente e montei nele. Seu pau já estava duro novamente. Desci devagar, sentindo ele me abrir toda. Cavalguei devagar no começo, depois mais rápido, rebolando e quicando enquanto ele apertava meus seios e chupava meus mamilos com fome.
— Isso, senta gostoso… — incentivava, olhando para baixo onde nossos corpos se conectavam.
Gozei pela terceira vez montada nele, e Marcos me segurou firme, gozando novamente dentro da minha boceta.
Quando o dia clareou, estávamos os dois exaustos. Ele preparou um café forte na pequena cozinha do caminhão e me ofereceu. Sentamos lado a lado, ainda seminus, conversando. Marcos contou que ficaria dois dias na região por causa de uma carga. Eu liguei para a oficina e, intencionalmente, pedi para demorarem no conserto.
— Quer dizer que você vai ficar mais um pouco comigo? — perguntou ele, com aquele sorriso safado.
— Quero — respondi, passando a mão na coxa dele. — Mas tem que ser do seu jeito… sem frescura.
Marcos riu e me puxou para outro beijo bruto.
— Então prepara, garota. Porque hoje o dia ainda é longo… e meu pau não cansa fácil.
Saímos do caminhão para tomar um banho rápido nos chuveiros do posto. Ele me olhava com fome enquanto eu me ensaboava, já imaginando o que faria comigo quando voltássemos para a cabine. Eu sabia que o carro ficaria pronto só no dia seguinte. E, pela primeira vez em muito tempo, eu não tinha nenhuma pressa de ir embora.


Vc deve ser linda de 4, meu pau enterrado no seu cuzinho, puxando seu cabelo e em cada estocada um tapa na bunda e um beijo no cangote, que delícia....😋😋😋😋😋
"Eu liguei para a oficina e, intencionalmente, pedi para demorarem no conserto." Gosto assim!
Narrativa muito excitante. Sexo na estrada é tudo de bom .