Os prazeres que uma estrada pode oferecer. Parte 1

Meu nome é Amanda e, aos 28 anos, eu vivia uma vida certinha demais. Trabalho home office, academia três vezes por semana e uma rotina que já começava a me sufocar. Naquela sexta-feira, decidi pegar a estrada sozinha para visitar uma amiga em outra cidade. Meu carro, porém, tinha outros planos. A menos de 80 km do destino, o motor começou a falhar e parei no acostamento da rodovia.

O sol já estava se pondo quando vi um caminhão grande reduzir a velocidade e parar atrás de mim. O motorista desceu. Era um homem por volta dos 45 anos, alto e forte, com barriga proeminente de quem passa muitas horas sentado. Barba por fazer há dias, cabelos desgrenhados sob um boné surrado, camiseta velha esticada no peito largo e braços tatuados e suados. As mãos eram grandes, calejadas, com unhas sujas de graxa. O cheiro dele era forte — suor, estrada e homem de verdade. Não era bonito. Era cru. E aquilo, estranhamente, me deixou com a boca seca.

— Problema no carro, moça? — perguntou com voz rouca, grave, acostumada a falar pouco.

— Acho que sim… — respondi, sentindo um frio na barriga.

Ele se apresentou como Marcos. Abriu o capô do meu carro, mexeu aqui e ali, sujando ainda mais as mãos. Depois de alguns minutos, balançou a cabeça.


— Não vai dar pra consertar aqui. Tem que levar pra uma oficina. A próxima cidade fica a uns 40 km. Posso te dar carona até lá, se quiser. Meu caminhão tem banco confortável.

Hesitei por dois segundos. Olhei para ele de novo — suado, grande, imponente — e algo dentro de mim aceitou. Entrei na cabine do caminhão. O espaço era apertado, cheirava a homem, café velho e estrada. Marcos ligou o motor potente e voltamos para a rodovia.

Durante os primeiros minutos, conversamos pouco. Ele falava devagar, contava histórias de anos na estrada, de noites sozinho, de saudade de casa. Eu o observava pelo canto do olho: os braços grossos segurando o volante, o volume entre as pernas marcado pela calça jeans surrada. Meu corpo reagiu antes da cabeça. Estava molhada.

Paramos em um posto de caminhoneiros já escuro. Marcos disse que ia dormir ali e seguiria pela manhã. Ofereceu-me o banco do carona reclinado para passar a noite, já que a oficina só abriria no dia seguinte.

— Pode ficar tranquila. Não mordo… a menos que peça — disse com um meio sorriso safado.

O ar dentro da cabine ficou pesado. Eu estava excitada demais para fingir. Virei para ele e, sem pensar muito, coloquei a mão sobre sua coxa grossa.

— E se eu pedir? — sussurrei.

Marcos me olhou por um segundo, surpreso, depois sorriu de lado. Sua mão grande veio para minha nuca e me puxou com firmeza. O beijo foi bruto, sem delicadeza. Barba arranhando meu rosto, língua invadindo minha boca com fome. Ele cheirava a suor do dia inteiro e aquilo só me deixou mais molhada.

— Porra, garota… você não parece dessas que gostam de homem como eu — rosnou contra minha boca.

— Hoje eu quero — respondi, já ofegante.

Ele reclinou o banco dele todo para trás e me puxou para seu colo. Minhas mãos tremiam enquanto abria o botão da calça dele. Quando tirei seu pau para fora, soltei um gemido baixo. Era grosso, grande, meio torto para o lado, com a cabeça vermelha e veias saltadas. Não era perfeito. Era real. E estava duro pra caralho.

Marcos segurou meus cabelos com uma mão e guiou minha boca até ele.

— Chupa. Quero ver até onde você aguenta.

Abri a boca o máximo que consegui. O gosto era forte, salgado, masculino. Ele era grande demais para caber inteiro, mas eu tentei, babando, engasgando enquanto ele gemia rouco e empurrava o quadril para cima. Sua outra mão desceu por dentro do meu short, dedos grossos e calejados invadindo minha boceta molhada.

— Caralho, como você tá encharcada… — grunhiu, satisfeito.

Ele me fodeu com os dedos enquanto eu chupava, até eu estar tremendo. Depois me tirou da boca, me virou de costas e abaixou meu short junto com a calcinha até os joelhos. Senti a cabeça grossa roçando minha entrada.

— Vai devagar… — pedi, nervosa com o tamanho.

— Vou tentar, princesinha — respondeu, mas já empurrando.

Entrei devagar, centímetro por centímetro, abrindo-me inteira. Quando estava todo dentro, Marcos soltou um gemido gutural e segurou meus quadris com as duas mãos grandes. Começou a me foder. Estocadas pesadas, ritmadas, fazendo o caminhão balançar levemente. Cada vez que ele entrava fundo, eu gemia alto, sentindo ele me encher completamente.

— Isso… toma essa rola, Amanda. Rebola nesse pau do caminhoneiro — rosnava ele, dando tapas na minha bunda.

Gozei primeiro, tremendo inteira, apertando ele por dentro. Marcos não parou. Continuou metendo forte, suado, respirando pesado até que, com um grunhido longo, gozou bem fundo dentro de mim, enchendo-me de porra quente.

Ficamos ali, ofegantes, meu corpo mole sobre o dele. Ele ainda estava meio duro dentro de mim quando acariciou minhas costas suadas.

— Isso foi só o começo da noite, garota — murmurou no meu ouvido. — Amanhã a oficina abre… mas se você quiser, a gente pode demorar um pouco mais pra resolver isso.

Eu sorri, ainda sentindo ele pulsar dentro de mim.

— Quero.

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Comentários


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m17cm Comentou em 07/07/2026

Gostosa, morro de tesão por você!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Os prazeres que uma estrada pode oferecer. Parte 1

Codigo do conto:
266443

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/07/2026

Quant.de Votos:
5

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2