A convenção era em um hotel grande no interior. Eu estava no bar do hotel, tomando um vinho depois de um dia exaustivo de palestras, quando ele se aproximou. Chamava-se Roberto. Tinha uns 47 anos, era alto e forte, com uma barriga proeminente de quem vive na estrada e come mal. Barba por fazer há dias, cabelos desgrenhados, mãos grandes e calejadas, unhas sujas de trabalho. A camisa xadrez estava um pouco apertada nos ombros largos e a calça jeans velha marcava as coxas grossas. Não era bonito. Tinha um rosto rude, marcado pelo tempo. Mas o jeito como me olhou — direto, sem disfarce — fez algo dentro de mim acender.
— Sozinha? — perguntou com voz grave, quase rouca, sentando-se no banco ao meu lado sem pedir permissão.
Conversamos pouco. Ele era representante comercial, passava a vida viajando, lidando com gente difícil. Falava pouco, mas cada palavra saía com autoridade. Em menos de vinte minutos, ele já tinha decidido:
— Você vem pro meu quarto. Agora.
Não foi um pedido. Foi uma ordem. E eu, que sempre me considerei independente, senti as pernas fracas e obedeci.
No quarto dele, simples e bagunçado, Roberto trancou a porta e me olhou de cima a baixo como quem avalia uma presa.
— Tira a roupa. Devagar. Quero ver tudo.
Fiquei nua diante dele. Meus mamilos já estavam duros de expectativa e nervosismo. Roberto tirou a camisa, revelando o peito largo, peludo e suado. Abriu uma pequena mala e tirou de dentro um conjunto de correntes finas de metal com grampos nas pontas. Seus olhos brilharam com satisfação ao ver minha expressão.
— Vai doer um pouco. Mas você vai aguentar pra mim, não vai? — disse, aproximando-se.
— Vou… — sussurrei.
Ele segurou meus seios com as mãos grandes e ásperas, apertando com força. Depois, prendeu o primeiro grampo no mamilo esquerdo. Soltei um gemido agudo quando o metal mordeu a carne sensível. A dor era quente, ardida, enviando choques direto para minha boceta. Ele prendeu o segundo no mamilo direito. As correntes finas ligavam os dois grampos, balançando a cada movimento meu. Qualquer respiração mais forte puxava os mamilos, mantendo a dorzinha constante e deliciosa.
— Linda assim… — murmurou ele, puxando levemente a corrente para testar. Gemi mais alto, sentindo os joelhos fraquejarem.
Roberto me empurrou para a cama. Deitou-me de costas e abriu minhas pernas com os joelhos. Não houve preliminares delicadas. Ele abaixou a calça, revelando um pau grosso, grande, meio torto e já completamente duro. Segurou meus pulsos acima da cabeça com uma mão só e, com a outra, guiou o pau até minha entrada.
— Hoje você é minha — disse, antes de meter de uma vez.
Entrei fundo, abrindo-me completamente. Gritei de prazer e dor misturados. Os grampos nos meus seios puxavam a cada estocada forte, enviando ondas de ardor delicioso. Roberto me fodia com força bruta, dominadora. O peso do corpo dele sobre mim, o cheiro forte de suor e homem, o som molhado de seus golpes… tudo me deixava ainda mais molhada.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — ordenou, segurando meu queixo.
Obedeci. Seus olhos eram duros, possessivos. Ele metia sem piedade, fundo e rápido, batendo o quadril contra mim. Puxava a corrente de vez em quando, fazendo meus mamilos arderem mais, controlando meu prazer pela dor.
— Goza pra mim — mandou.
E eu gozei. Forte, tremendo inteira, apertando o pau grosso dele enquanto a dor nos seios só aumentava o orgasmo. Roberto não parou. Virou-me de bruços, puxou meus quadris para cima e voltou a meter, agora por trás. As correntes balançavam, os grampos mordendo meus mamilos sensíveis a cada estocada.
Ele segurava meus cabelos com uma mão, a outra dava tapas fortes na minha bunda.
— Isso… toma tudo. Esse cuzinho também vai ser meu hoje — rosnou.
Quando sentiu que eu estava perto de novo, ele molhou o dedo e começou a pressionar meu cuzinho. Logo depois, substituiu o dedo pelo pau. Entrou devagar, mas sem dar tempo para me acostumar. A dor da penetração anal misturada com a ardência constante nos seios me fez gemer alto, quase choramingar. Roberto me dominava completamente — corpo, dor e prazer.
Ele meteu fundo no meu cuzinho, estocadas pesadas, puxando a corrente de vez em quando para me lembrar de quem mandava. Gozei mais uma vez, soluçando de prazer. Só então ele gozou, enterrando-se até o fundo e enchendo meu interior com jatos quentes.
Caí na cama, exausta. Roberto tirou os grampos devagar. A dor do sangue voltando aos mamilos foi quase tão forte quanto quando colocou. Ele massageou meus seios com as mãos grandes, beijando meu pescoço.
— Boa garota — murmurou. — Amanhã tem mais. Essa viagem ainda não acabou.
Eu sorri, dolorida, marcada e completamente rendida. Roberto não era bonito. Era bruto, dominante e exatamente o que eu precisava.
