O inicio da atração pelo meu chefe IV



Eu virei de quatro no chão.

O carpete macio sob os joelhos e as mãos. O vestido preto ainda estava erguido na cintura, o resto do corpo nu. Eu ouvi o barulho da calça dele descendo completamente. Depois o calor do corpo grande se aproximando por trás. As mãos pesadas seguraram minha bunda, abriram e apertaram com força. Um tapa seco soou alto na sala. Depois outro, do outro lado. O ardor se espalhou rápido.

— Fica assim — ele mandou.

A cabeça grossa do pau se encaixou na minha entrada ainda molhada e escorrendo. Ele empurrou de uma vez, até o fundo. Eu soltei um gemido alto, a testa quase tocando o chão. Eduardo não deu tempo. Começou a meter com estocadas profundas e pesadas, a barriga batendo na minha bunda a cada golpe. As mãos seguravam minha cintura com tanta força que os dedos afundavam na carne. Eu empurrava para trás, encontrando cada estocada, o som molhado e sujo enchendo o apartamento silencioso.

— Isso… toma tudo — murmurou, a voz rouca.

Ele meteu mais fundo, mais rápido. Uma das mãos subiu pelas minhas costas e agarrou meu cabelo, puxando a cabeça para trás. Minha coluna arqueou. O pau entrava até o talo, esticando, batendo num ponto que fazia minha visão embaçar. Eu gemia sem conseguir controlar o volume. O orgasmo veio rápido e forte. O corpo se contraiu em volta dele, as pernas tremendo, um gemido longo e quebrado saindo da minha garganta.

Eduardo não parou.

Continuou metendo através do meu orgasmo, mais bruto, até eu estar ofegante e mole. Depois tirou de uma vez. O pau saiu com um som molhado. Ele me puxou pelo cabelo, me virou e me fez ficar de joelhos de frente para ele. O pau brilhava, coberto dos meus fluidos e do sêmen anterior. Segurou meu queixo.

— Limpa.

Eu abri a boca. Ele empurrou até a garganta de uma vez. Eu engasguei, lágrimas escorrendo nos cantos dos olhos, saliva escorrendo pelo queixo. A mão grande no meu cabelo controlava o ritmo. Ele metia fundo, devagar no começo, depois com mais força, usando minha boca. Eu chupava, gemia, deixava ele fazer. O gosto de mim mesma misturado com ele me deixava ainda mais molhada.

Quando tirou, um fio grosso ligava minha língua à cabeça do pau. Eduardo me puxou para cima, me carregou até o sofá e me jogou de costas. Abriu minhas pernas com as mãos grandes e enterrou o rosto entre elas. A língua larga chupou meu clitóris com força, depois desceu e enfiou dentro. Os dedos entraram junto. Ele chupava e metia os dedos ao mesmo tempo, o ritmo constante, sem piedade. Eu segurava o encosto do sofá, o quadril se movendo sozinho, gemendo alto.

— Goza na minha boca — ordenou contra a pele.

Eu gozei. O corpo inteiro tremeu, as coxas apertando a cabeça dele, um grito rouco escapando. Ele continuou chupando até o último espasmo passar. Depois subiu o corpo, encaixou o pau e entrou de uma vez, fundo. Eu soltei o ar num gemido. Ele começou a meter com força, as mãos segurando minhas coxas abertas, o peito peludo raspando nos meus seios. O olhar calmo não desviava do meu.

— Você gosta de ser comida por um homem da minha idade — constatou, a voz baixa. — Fala.

— Gosto — gemi. — Gosto do seu pau. Gosto de como você me fode.

Ele acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais pesadas. Eu sentia cada veia, cada centímetro. Outro orgasmo subiu rápido. Eu gozei apertando-o com força, as unhas cravadas nas costas largas, a boca aberta. Ele segurou meu pescoço de leve enquanto eu me contraía e continuou metendo até eu estar quase chorando de tanto prazer.

Quando tirou, me virou de lado no sofá, ergueu uma perna e entrou de novo. Nessa posição ia ainda mais fundo. Uma mão no meu pescoço, a outra segurando a coxa. O ritmo ficou quase brutal. O barulho das peles se batendo era alto, obsceno. Eu gemia sem parar, o rosto enterrado no sofá.

— Mais — pedi, a voz falhando. — Me fode mais forte.

Ele obedeceu. As estocadas ficaram curtas e profundas. Eu sentia o pau latejar dentro de mim. O orgasmo veio de novo, mais intenso, me fazendo tremer o corpo inteiro. Poucos segundos depois ele enterrou até o talo e gozou com um gemido gutural, enchendo de novo. Os jatos quentes pulsavam fundo. Eu senti cada um.

Ele ficou enterrado mais alguns segundos, respirando pesado contra meu ombro. Quando saiu, o sêmen escorreu imediatamente, quente, pela minha coxa e pelo sofá. Eu estava mole, suada, o vestido preto ainda amassado na cintura, o corpo latejando por todos os lados.

Eduardo se sentou no sofá, o peito subindo e descendo. Eu me arrastei até ele, ajoelhei entre as pernas e limpei o pau com a boca — devagar, chupando o que restava de mim e dele. Ele passou a mão pelo meu cabelo, dessa vez sem puxar, só segurando.

O silêncio durou um tempo.

Eu apoiei a cabeça na coxa dele, ainda ajoelhada, o gosto dele na língua.

— Sua mulher volta quando? — perguntei baixinho.

— Domingo à noite.

Eu levantei o rosto e o olhei. O cabelo ralo, o rosto cansado, a barriga relaxada. Nada bonito. E mesmo assim eu já queria mais.

— Então ainda temos amanhã inteiro.

Ele segurou meu queixo, o polegar passando pelo meu lábio inchado.

— Temos. E eu pretendo te usar até você não conseguir andar direito.

Eu sorri, a boca ainda sensível.

— Então para de descansar.

Eduardo puxou meu cabelo de leve, me fazendo levantar. Depois se levantou também, o pau já começando a endurecer de novo sob o meu olhar. Ele me guiou pelo corredor até o quarto. A cama era grande, os lençóis escuros. Ele me empurrou de costas sobre ela, abriu minhas pernas e ficou de joelhos entre elas, só olhando por um momento.

— Você não tem ideia do que está acordando em mim — murmurou.

Antes que eu respondesse, ele desceu o rosto de novo. A língua voltou ao clitóris, chupando com força, os dedos entrando juntos. Eu arquejei o corpo, gemendo, as mãos no cabelo dele. O prazer subiu rápido demais. Eu já estava sensível demais de tanto gozar, e mesmo assim o orgasmo veio de novo, forte, me fazendo gritar.

Ele não me deu tempo de recuperar. Subiu, encaixou o pau e entrou até o fundo. Dessa vez o ritmo foi mais lento no começo — profundo, arrastado, como se quisesse sentir cada centímetro. Eu olhava nos olhos dele enquanto ele me fodia. As mãos grandes seguravam minhas coxas abertas. O peito peludo raspava nos meus seios a cada estocada.

— Mais fundo — pedi.

Ele obedeceu. O ritmo foi aumentando aos poucos, até ficar pesado de novo. Eu gozei mais uma vez, o corpo se contraindo, as pernas tremendo sem controle. Ele segurou meu pescoço, apertando de leve, e continuou metendo até gozar dentro de mim pela terceira vez naquela noite, com um gemido baixo e rouco.
Quando saiu, eu estava destruída. O corpo inteiro latejava. O sêmen escorria. As marcas das mãos dele já começavam a aparecer roxas nos quadris e nas coxas. Eduardo se deitou ao meu lado, uma mão pesada descansando na minha barriga.

Eu virei o rosto e o olhei.

— Eu nunca tinha me envolvido com um homem da sua idade — admiti baixinho.

Ele passou os dedos devagar pela minha pele.

— E agora?

— Agora eu não consigo parar de pensar nisso.

Ele não sorriu. Só segurou meu queixo e me beijou — fundo, lento, quase possessivo.

— Então dorme um pouco. Porque daqui a pouco eu vou te foder de novo.

Eu fechei os olhos, o corpo mole e usado, o cheiro dele em toda parte.

E pela primeira vez na vida eu entendi.

Não era só tesão.

Era o começo de uma preferência.

Homens mais velhos.

Homens que não precisavam ser bonitos.

Homens que sabiam exatamente como me desmontar.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario ldcm91

ldcm91 Comentou em 01/09/2026

Delícia de ninfeta!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


271135 - O inicio da atração pelo meu chefe III - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
271124 - O inicio da atração pelo meu chefe II - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
270936 - O inicio da atração pelo meu chefe I - Categoria: Traição/Corno - Votos: 11
270629 - Sozinha na festa do trabalho Final - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
270541 - Sozinha na festa do trabalho V! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
270342 - Sozinha na festa do trabalho IV! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 14
270256 - Sozinha na festa do trabalho III! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 16
270242 - Sozinha na festa do trabalho II! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 14
270146 - Sozinha na festa do trabalho! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 22
270083 - A Viagem e o Dominador Final - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
270082 - A Viagem e o Dominador III - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
270081 - A Viagem e o Dominador II - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
268791 - A Viagem e o Dominador - Categoria: Traição/Corno - Votos: 18
266748 - Os prazeres que uma estrada pode oferecer. Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 10
266443 - Os prazeres que uma estrada pode oferecer. Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 25
266361 - Conhecendo a Domme Dominique - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 9
265968 - Dominada por uma Domme Negra - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 40

Ficha do conto

Foto Perfil amandasou
amandasou

Nome do conto:
O inicio da atração pelo meu chefe IV

Codigo do conto:
271211

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/09/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0