Dirigimos em silêncio por quase uma hora. Eu estava molhada, o cuzinho latejando e a porra dele ainda escorrendo devagar pela minha coxa. Roberto parou em um antigo motel de beira de estrada, daqueles com quartos isolados e pouco movimento. Pegou a chave e me puxou para dentro do quarto mais afastado.
O lugar era simples, quase sujo: cama de casal com colcha velha, um espelho grande na parede e uma cadeira de madeira. Assim que a porta se fechou, ele me empurrou de joelhos no chão.
— A partir de agora você não fala sem permissão. Só geme, chora ou agradece. Entendeu?
Balancei a cabeça, olhando para cima. Roberto abriu a mala novamente e tirou mais coisas: uma coleira de couro grosso com corrente curta, um par de algemas de metal e uma cinta-liga simples. Colocou a coleira no meu pescoço e prendeu a corrente a um gancho baixo da parede. Fiquei ajoelhada, incapaz de me afastar mais do que meio metro.
Ele tirou minha roupa por completo e prendeu os grampos nos mamilos novamente, mais apertados desta vez. A dor foi imediata e intensa. Depois, algemou meus pulsos atrás das costas.
— Agora você é só um brinquedo. Meu brinquedo.
Roberto sentou-se na cadeira, abriu as pernas e puxou a corrente da coleira, forçando meu rosto até o pau já duro. Não precisou dizer nada. Abri a boca e engoli o máximo que consegui. Ele segurou meus cabelos com as duas mãos e começou a usar minha boca com força, estocando fundo, fazendo-me engasgar. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eu babava, engasgando e tentando respirar pelo nariz. Ele me fodia a garganta sem piedade, puxando a corrente da coleira sempre que eu tentava afastar o rosto.
— Isso… engole tudo. Você não tem escolha.
Quando estava prestes a gozar, ele me puxou pela corrente e me virou de quatro no chão, ainda algemada. Montou por trás e meteu de uma vez na boceta. As estocadas eram brutais, batendo fundo. A cada golpe, puxava a corrente dos mamilos, fazendo-me gritar de dor e prazer misturados. Gozei forte, tremendo, mas ele não parou.
— Não pedi pra você gozar — rosnou, dando um tapa pesado na minha bunda. — Agora aguenta.
Tirou o pau, passou pela entrada do meu cuzinho e empurrou com força. A invasão foi dura. Eu gemia alto, o rosto pressionado no chão sujo do quarto, enquanto ele me arrombava com estocadas longas e profundas. A corrente da coleira estava curta demais; eu mal conseguia me mexer. Roberto me usava como quisesse, alternando entre a boceta e o cuzinho, puxando os grampos sempre que eu tentava me afastar.
Ele me fez gozar mais duas vezes assim, forçada, até minhas pernas não aguentarem mais. Só então gozou, enterrando-se no meu cuzinho e enchendo-me novamente.
Mas ainda não havia terminado.
Roberto me desalgemou apenas para me prender de novo, desta vez deitada de costas na cama, pernas abertas e presas nas laterais da cama com as próprias cintas-ligas que ele trouxera. Os braços ficaram acima da cabeça, presos. Os grampos continuavam nos mamilos. Ele sentou-se entre minhas pernas e começou a me masturbar com dois dedos grossos, devagar e cruelmente, enquanto puxava a corrente dos seios com a outra mão.
— Vai gozar de novo. E de novo. Até eu decidir que chega.
Não tive escolha. Ele me forçou a mais três orgasmos seguidos, cada um mais intenso e doloroso que o anterior, enquanto eu soluçava e pedia (sem permissão) por um descanso que nunca vinha. Quando finalmente parou, eu estava destruída: corpo suado, seios vermelhos e latejando, boceta e cuzinho abertos e vazando.
Roberto se deitou ao meu lado, ainda vestido pela metade, e acariciou meu cabelo com uma mão pesada.
— Amanhã a gente volta pra cidade. Mas você vai dormir com a coleira. E com os grampos. Quero que sinta a noite inteira quem manda em você.
Eu apenas balancei a cabeça, completamente rendida, incapaz de formar palavras. Roberto era bruto, dominador e não me dava espaço para nada além da submissão total. E, no fundo, era exatamente isso que eu queria.

Delícia de conto, do jeito que eu gosto de tratar as minhas putinhas