A Viagem e o Dominador III



Depois do armazém, Roberto não me deixou voltar ao hotel no mesmo estado. Ele me vestiu de forma grosseira, ainda com os grampos escondidos sob o sutiã e o vestido, a corrente fina escondida entre meus seios. Cada movimento do carro puxava levemente os mamilos, mantendo a dor constante e me lembrando de quem mandava.

Dirigimos em silêncio por quase uma hora. Eu estava molhada, o cuzinho latejando e a porra dele ainda escorrendo devagar pela minha coxa. Roberto parou em um antigo motel de beira de estrada, daqueles com quartos isolados e pouco movimento. Pegou a chave e me puxou para dentro do quarto mais afastado.

O lugar era simples, quase sujo: cama de casal com colcha velha, um espelho grande na parede e uma cadeira de madeira. Assim que a porta se fechou, ele me empurrou de joelhos no chão.

— A partir de agora você não fala sem permissão. Só geme, chora ou agradece. Entendeu?

Balancei a cabeça, olhando para cima. Roberto abriu a mala novamente e tirou mais coisas: uma coleira de couro grosso com corrente curta, um par de algemas de metal e uma cinta-liga simples. Colocou a coleira no meu pescoço e prendeu a corrente a um gancho baixo da parede. Fiquei ajoelhada, incapaz de me afastar mais do que meio metro.

Ele tirou minha roupa por completo e prendeu os grampos nos mamilos novamente, mais apertados desta vez. A dor foi imediata e intensa. Depois, algemou meus pulsos atrás das costas.

— Agora você é só um brinquedo. Meu brinquedo.

Roberto sentou-se na cadeira, abriu as pernas e puxou a corrente da coleira, forçando meu rosto até o pau já duro. Não precisou dizer nada. Abri a boca e engoli o máximo que consegui. Ele segurou meus cabelos com as duas mãos e começou a usar minha boca com força, estocando fundo, fazendo-me engasgar. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eu babava, engasgando e tentando respirar pelo nariz. Ele me fodia a garganta sem piedade, puxando a corrente da coleira sempre que eu tentava afastar o rosto.

— Isso… engole tudo. Você não tem escolha.

Quando estava prestes a gozar, ele me puxou pela corrente e me virou de quatro no chão, ainda algemada. Montou por trás e meteu de uma vez na boceta. As estocadas eram brutais, batendo fundo. A cada golpe, puxava a corrente dos mamilos, fazendo-me gritar de dor e prazer misturados. Gozei forte, tremendo, mas ele não parou.

— Não pedi pra você gozar — rosnou, dando um tapa pesado na minha bunda. — Agora aguenta.

Tirou o pau, passou pela entrada do meu cuzinho e empurrou com força. A invasão foi dura. Eu gemia alto, o rosto pressionado no chão sujo do quarto, enquanto ele me arrombava com estocadas longas e profundas. A corrente da coleira estava curta demais; eu mal conseguia me mexer. Roberto me usava como quisesse, alternando entre a boceta e o cuzinho, puxando os grampos sempre que eu tentava me afastar.

Ele me fez gozar mais duas vezes assim, forçada, até minhas pernas não aguentarem mais. Só então gozou, enterrando-se no meu cuzinho e enchendo-me novamente.

Mas ainda não havia terminado.

Roberto me desalgemou apenas para me prender de novo, desta vez deitada de costas na cama, pernas abertas e presas nas laterais da cama com as próprias cintas-ligas que ele trouxera. Os braços ficaram acima da cabeça, presos. Os grampos continuavam nos mamilos. Ele sentou-se entre minhas pernas e começou a me masturbar com dois dedos grossos, devagar e cruelmente, enquanto puxava a corrente dos seios com a outra mão.

— Vai gozar de novo. E de novo. Até eu decidir que chega.

Não tive escolha. Ele me forçou a mais três orgasmos seguidos, cada um mais intenso e doloroso que o anterior, enquanto eu soluçava e pedia (sem permissão) por um descanso que nunca vinha. Quando finalmente parou, eu estava destruída: corpo suado, seios vermelhos e latejando, boceta e cuzinho abertos e vazando.

Roberto se deitou ao meu lado, ainda vestido pela metade, e acariciou meu cabelo com uma mão pesada.

— Amanhã a gente volta pra cidade. Mas você vai dormir com a coleira. E com os grampos. Quero que sinta a noite inteira quem manda em você.

Eu apenas balancei a cabeça, completamente rendida, incapaz de formar palavras. Roberto era bruto, dominador e não me dava espaço para nada além da submissão total. E, no fundo, era exatamente isso que eu queria.

Foto 1 do Conto erotico: A Viagem e o Dominador III


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Comentários


foto perfil usuario viciadoemsexo69

viciadoemsexo69 Comentou em 17/08/2026

Delícia de conto, do jeito que eu gosto de tratar as minhas putinhas




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Viagem e o Dominador III

Codigo do conto:
270082

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
17/08/2026

Quant.de Votos:
5

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