O inicio da atração pelo meu chefe V



Eu dormi pouco.

Acordei no meio da madrugada com a mão grande dele entre minhas pernas. Os dedos já estavam dentro, metendo devagar, o polegar fazendo círculos lentos no clitóris. Eu gemi ainda meio dormindo, abrindo as coxas por reflexo. Eduardo estava deitado atrás de mim, o peito peludo colado nas minhas costas, a boca perto do meu ouvido.

— Ainda molhada — murmurou. — Mesmo dormindo.

Ele não esperou eu responder. Tirou os dedos, ergueu minha perna de cima e encaixou o pau de uma vez. Entrou fundo, fácil, porque eu ainda estava cheia do sêmen anterior. Eu soltei um gemido rouco. Ele começou a meter devagar, estocadas profundas e arrastadas, a mão grande segurando minha coxa aberta. A outra mão subiu e apertou um seio com força.

— Não precisa falar nada — disse contra meu ouvido. — Só toma.

Eu tomei. O ritmo era lento, mas pesado. Cada estocada ia até o fim. Eu sentia o pau grosso latejar dentro de mim, o volume me abrindo de novo. O prazer subiu devagar dessa vez, mais fundo, mais inevitável. Quando gozei, foi longo e silencioso, o corpo se contraindo em volta dele, um gemido baixo escapando. Ele acelerou só no final, metendo com mais força até gozar dentro de mim outra vez, com um suspiro rouco contra minha nuca.
Depois ficou enterrado, a respiração quente no meu pescoço. Eu estava mole, o corpo latejando, o sêmen novo se misturando com o antigo e escorrendo devagar pela coxa.

— Dorme — ele mandou.

Eu dormi.

A segunda vez que acordei já era manhã.

A luz entrava pelas persianas entreabertas. Eduardo não estava na cama. Ouvi o barulho do chuveiro. Me levantei devagar. O corpo inteiro doía de um jeito bom — coxas, quadris, pescoço, entre as pernas. Havia marcas roxas nos lugares onde as mãos dele tinham apertado. Desci até a sala nua, peguei o vestido preto do chão e fui até a cozinha. Peguei um copo d’água. Minhas pernas ainda tremiam de leve.

Ele apareceu minutos depois, só de toalha na cintura, o cabelo molhado, a barriga à mostra. Parou na porta da cozinha e me olhou de cima a baixo. Eu estava nua, o cabelo bagunçado, o corpo marcado, segurando o copo.

— Vem aqui.

Eu fui. Ele tirou o copo da minha mão, deixou sobre o balcão e me virou de costas, empurrando meu tronco sobre a bancada fria. A toalha caiu. O pau já estava duro. Ele abriu minhas pernas com o joelho e entrou de uma vez, sem aviso.

Eu gemi alto, as mãos agarrando a beirada da bancada. Ele meteu com força logo de cara, as mãos segurando meus quadris, a barriga batendo na minha bunda. O som molhado ecoou na cozinha. Eu estava sensível demais de tanto ser comida, e mesmo assim o prazer veio rápido. Ele agarrou meu cabelo, puxou a cabeça para trás e fodeu mais fundo.

— Você passa o fim de semana inteiro assim — disse, a voz rouca. — Nua. Disponível. Toda vez que eu quiser.

— Sim — gemi.

— Fala direito.

— Toda vez que você quiser… pode me usar.

Ele deu um tapa pesado na minha bunda e acelerou. Eu gozei rapidinho, o corpo se contraindo, as pernas fraquejando. Ele continuou metendo até gozar dentro, com um gemido baixo, o pau pulsando fundo. Quando saiu, o sêmen escorreu imediatamente pela minha coxa e pingou no chão da cozinha.
Eduardo se afastou, pegou a toalha e limpou o pau com calma. Depois olhou para mim, ainda curvada sobre a bancada, ofegante.

— Toma banho. Depois eu te como de novo.

Eu obedeci.

O banho foi demorado. A água quente escorria pelas marcas roxas. Eu passei a mão entre as pernas e senti o quanto ainda estava sensível e aberta. Quando saí, ele estava na sala, já de bermuda, sentado no sofá, mexendo no celular. Olhou para mim quando eu apareci nua na porta.

— Vem.

Eu fui até ele. Eduardo me puxou para cima do colo, de frente, e me fez sentar. O pau já estava duro de novo, para fora da bermuda. Eu encaixei e desci devagar, sentindo o volume me preencher centímetro por centímetro. Gemi quando cheguei ao fundo. As mãos grandes dele apertaram minha bunda e começaram a me guiar para cima e para baixo.

Eu rebolei, subi e desci, sentindo cada centímetro. Ele chupou um mamilo com força, depois o outro, enquanto eu me mexia. O ritmo foi aumentando. Eu segurava os ombros largos, gemendo, o cabelo caindo na frente do rosto. O orgasmo veio quando ele começou a meter de baixo com força. Eu gozei sentada nele, o corpo se contraindo, a boca aberta. Ele segurou minha cintura e continuou subindo o quadril até gozar dentro de mim mais uma vez.

Eu desabei no peito dele, ofegante. As mãos grandes subiram pelas minhas costas, pesadas, quentes. Ficamos assim um tempo, o pau ainda dentro, o sêmen escorrendo entre nós.

— Você vai se viciar nisso — murmurou contra meu cabelo.

Eu levantei o rosto e o olhei.

— Eu já viciei.

Ele segurou meu queixo e me beijou. Dessa vez o beijo foi mais lento, mas ainda dominante. Quando se afastou, passou o polegar pelo meu lábio.

— Boa. Porque eu ainda não terminei com você.

Eu sorri, cansada, o corpo mole e cheio.

— Então me leva para a cama de novo.

Eduardo me levantou com facilidade, ainda dentro de mim, e me carregou pelo corredor. Cada passo fazia o pau se mexer fundo. Quando me jogou na cama, saiu só o suficiente para me virar de quatro e entrar de novo, de uma vez.

E a manhã continuou daquele jeito.

Bruta.

Lenta.

Sem pressa de acabar.

Porque a mulher dele só voltava no domingo.

E até lá, eu era só dele.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O inicio da atração pelo meu chefe V

Codigo do conto:
271286

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/09/2026

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