Ele me comia quando queria. No sofá, na cama, de novo na bancada da cozinha, contra a parede do corredor. Eu mal vestia qualquer coisa. Ficava nua a maior parte do tempo, o corpo marcado, o sêmen escorrendo, as pernas sempre prontas para abrir. Eduardo falava pouco. Só mandava. E eu obedecia.
No final da tarde eu estava de quatro na cama, o rosto contra o travesseiro, quando ele parou de me foder de repente. Tirou o pau, ainda duro, e ficou atrás de mim em silêncio. As mãos grandes abriram minha bunda. Eu senti o polegar pressionar ali, no outro lugar, fazendo círculos lentos.
— Aqui ainda não — murmurou.
Meu corpo inteiro tremeu.
— Ninguém nunca… — comecei.
— Eu sei.
O polegar apertou um pouco mais, só testando. Eu contrai de reflexo. Ele soltou um som baixo, quase satisfeito.
— Relaxa.
Ele se afastou só o tempo de abrir a gaveta do criado-mudo. Voltou com um frasco pequeno. Ouvi o clique da tampa. O líquido frio escorreu entre minhas nádegas. Os dedos dele espalharam, massajaram, e um deles começou a pressionar a entrada. Devagar. Sem pressa. Eu enterrei o rosto no travesseiro e forcei o corpo a aceitar. O dedo entrou até a metade. Depois inteiro. Ele mexeu devagar, abrindo, enquanto a outra mão esfregava meu clitóris.
— Isso… assim — disse, a voz rouca. — Vai ser meu também.
Eu só conseguia gemer. O dedo saiu. Voltou com dois. A pressão era maior. Ardia. Mas o polegar no clitóris misturava tudo. Ele abriu os dedos dentro de mim, esticando, preparando. Eu tremia, ofegante, o quadril se movendo sozinho entre o prazer e a tensão.
Quando tirou os dedos, senti a cabeça grossa do pau se encaixar ali. Eduardo empurrou só a cabeça. Eu soltei um gemido agudo, as mãos apertando o lençol.
— Respira — mandou. — Empurra para fora.
Eu obedeci. Ele avançou mais um pouco. A dor era quente, intensa, diferente de tudo. O volume era demais. Eu gemia alto, o corpo tenso. Ele parou, deixou eu me acostumar, uma mão acariciando minha lombar.
— Mais um pouco.
Foi entrando centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada centímetro me abrindo. Quando finalmente enterrou até o talo, eu estava tremendo e quase chorando. O pau grosso preenchia tudo. A sensação era de estar completamente tomada.
— Porra… — foi tudo que consegui falar.
Eduardo ficou parado um tempo, só respirando, as mãos segurando meus quadris. Depois começou a se mexer. Devagar no começo. Estocadas curtas, rasas. A dor foi misturando com um prazer sujo e profundo. Eu gemia contra o travesseiro, o som abafado. Ele foi aumentando o ritmo aos poucos. Cada vez que entrava até o fundo eu sentia o ar sair dos pulmões.
— Aguenta — disse, a voz baixa e rouca. — Seu cuzinho agora é meu.
— É seu — gemi. — Todo seu.
Ele deu um tapa pesado na minha bunda e começou a meter de verdade. Mais fundo. Mais forte. O som era obsceno, molhado do lubrificante e do que já tinha escorrido de mim antes. Eu empurrava para trás mesmo doendo, pedindo mais com o corpo. Uma das mãos dele desceu e esfregou meu clitóris com força. O prazer explodiu misturado com a dor. Eu gozei com o pau dele enterrado no meu cu, o corpo se contraindo com violência, um grito longo e rouco saindo da minha garganta.
Eduardo não parou.
Continuou metendo, agora com ritmo constante e pesado. As estocadas iam até o fim. Eu estava mole, tremendo, o rosto molhado de lágrimas e saliva. Ele agarrou meu cabelo, puxou a cabeça para trás e fodeu mais fundo ainda.
— Fala de novo.
— Meu cu é seu… porra, é seu…
Ele gemeu baixo, o som gutural. Acelerou. As estocadas ficaram mais curtas e profundas. Eu sentia o pau latejar dentro daquele lugar apertado. Poucos segundos depois ele enterrou até o talo e gozou com um gemido pesado, enchendo meu cu. Os jatos quentes pulsavam fundo. Eu senti cada um.
Ele ficou parado, respirando forte, ainda enterrado. Depois saiu devagar. A sensação de vazio veio logo em seguida. O sêmen escorreu imediatamente, quente, pela minha coxa. Eu desabei na cama, de bruços, as pernas abertas, o corpo inteiro tremendo e marcado.
Eduardo se deitou ao meu lado. Uma mão grande descansou na minha bunda, o polegar passando de leve sobre a entrada ainda aberta e sensível.
— Doeu? — perguntou, a voz mais baixa.
— Doeu — admiti, ofegante. — Mas eu gozei.
Ele soltou um som baixo, quase um riso.
— Eu vi.
Ficamos em silêncio por um tempo. Eu sentia o corpo latejar em todos os lugares — a buceta, o cu, as coxas, o pescoço. Tudo usado. Tudo dele.
Depois de alguns minutos ele se levantou, foi até o banheiro e voltou com uma toalha úmida. Limpou entre minhas pernas e minha bunda com uma calma quase cuidadosa. O gesto contrastava com a forma como ele tinha me fodo minutos antes. Quando terminou, jogou a toalha no chão e se deitou de novo.
Eu virei o rosto e o olhei. O cabelo ralo, o peito peludo, a barriga. O homem que não era bonito. O homem que tinha acabado de tomar a última parte de mim que ainda não era dele.
— Agora você tem tudo — murmurei.
Eduardo passou a mão pelo meu cabelo, afastando os fios do meu rosto.
— Ainda não.
Eu franzi a testa, confusa.
Ele segurou meu queixo, o polegar passando pelo meu lábio inchado.
— Amanhã ainda é domingo. Minha mulher só chega à noite. Eu ainda vou te foder de novo. Nos dois buracos. Até você não aguentar mais.
Meu corpo reagir mesmo exausto. Um arrepio baixo, quente.
— Então me usa — respondi baixinho.
Ele me beijou. Fundo. Lento. Possessivo.
— Dorme um pouco. Vai precisar.
Eu fechei os olhos, o corpo destruído, o cu ainda latejando, o sêmen dele escorrendo devagar.
Pela primeira vez eu me senti completamente tomada.
Não só a boca.
Não só a buceta.
Tudo.
E o pior — ou o melhor — era que eu já queria que o domingo chegasse logo.
Que delicia de conto amor, você escreve muito bem! Fiquei com um tesão danado enquanto lia, parabéns, teve meu voto! Postei um conto novo, adoraria um comentário seu, e se gostar vote ok? Bjinhos Ângela
Que conto delicioso, leio os contos dessa Gata de Pau duro, imaginando cada cena, só não digo que invejo o Eduardo para não gerar energia negativa, mas quanto mais leio seus contos mais vontade de criar um nosso eu tenho 😅 Conto votado, Lido com tesão e Punhetas 💦😈
Cada vez melhor! Que tesao de conto!