O Senegalês parte 2.



Depois do que havia acontecido, fiquei completamente maluca. Eu estava com um amigo, que havia acabado de me dar o maior prazer que já tive e outra, ainda tinha a situação com meu namorado, Gabriel. O problema era que Michèl não saia mais da minha cabeça. Uma amiga sempre dizia que depois do negro, tu não quer mais saber do branco! Nos dias seguintes, Michèl e eu ficamos muito mais próximos, obviamente, tudo havia acontecido de uma forma tão rápida e prazerosa que escalou demais. Gabriel já não estava mais entre os meus planos. Eu acordava nas manhãs com mensagem de Michèl, fotos, vídeos se masturbando e gozando pra mim, sempre de uma forma tão deliciosa e gostosa que eu fiquei admirada com ele. Então pedi para conversar com Gabriel em uma ocasião. Saímos, jantamos e terminamos. Já faz tempo que ele não estava com o mesmo brilho, e eu também. Só que eu não estava com planos de ser puta de preto, mas já estava sendo.
Diversas vezes nos hospitais, eu e Michèl passávamos e eu podia encarar ele que me devorava com os olhos. Era um segredo nosso, afinal, para todos eu namorava e ele era um imigrante que nós havíamos adotado como "amigo".
FIM DO ANO. Chegou a festa da empresa, farra, curtição! Todos os anos eu ia com as garotas e ficávamos dançando e curtindo. Michèl havia ido e ficou na mesa com os amigos do setor, enquanto eu e as garotas ficamos em outra mesa. Após os momentos iniciais, dançamos e curtimos, bebemos um pouco, afinal, festa da empresa e devemos ser bastante cuidadosos. Sempre que dançávamos perto, ele dizia no meu ouvido que estava louco de vontade de me comer, mas forte... Dizia que queria ouvir meus gemidos. Eu ria, envergonhada e tentava disfarçar mas não conseguia esconder à vontade que sentia de ser uma vadia para aquele negro. Nossa! Ele roçava o pau na minha bunda, eu sentia pulsar. Eu juro que queria ficar de joelhos e chupar ali mesmo, mas me contive. Então saímos para pegar um ar, estava frio e fomos para o lado de fora do salão. Poucas pessoas passavam ou estavam ali, mas eu fiquei com tanto frio por causa da roupa mais curta. Falei para irmos para o carro e seguimos. Lá, com as luzes apagadas, ele ficou passando a minha mão no pau dele. Eu só conseguia pegar para ele parar, eu não queria ser pega e também não estava mais conseguindo suportar a vontade. Ele falou para irmos para um motel, e eu aceitei.
Chegamos no motel e fomos direto para à cama. Michèl parecia um animal, ele me beijava e me apertava, agarrava. Ele foi me levando até me deitar na cama e dizia que eu era toda dele. Ele ia tirando a roupa até ficar de cueca e vir pra cima, subindo o meu vestido. Ele colocava a minha calcinha de lado e ficava passando a mão devagar, provocando e me perguntando de quem eu era... Eu só conseguia dizer que era dele, daquele negrão delicioso, dotado! Ele começou tudo me chupando, a boca macia e carnuda beijava a minha buceta com tanto cuidado que a língua deslizava e batia em tudo, meu corpo não parava de tremer, eu gemia, aproveitava e gostava de cada movimento. Ele me lambuzava, sentia a minha boceta ficar toda melada com a saliva do negro. Ele veio pra cima de mim, quase ficando sobre a minha barriga, sentado, passava o pau nos meus seios e a cabeça do pau chegava tão perto da minha boca que eu só erguia um pouco, abocanhava a cabeça enquanto ele fazia uma espanhola com meus seios, apertando, recolhendo os meus cabelos em um rabo de cavalo. Eu não conseguia parar de olhar e ter tesão, caralho, era um pau enorme. Eu beijava a cabeça que ele dizia que a minha boca se estufava com a cabeça do pau.
Ele foi me colocando com as pernas abertas, encaixando e metendo, sem camisinha. A cabeça entrava já alargando. Ele falava como ela era rosinha e linda, pequena... E eu dizia pra ele como era grande, grosso... Ele perguntava se eu gostava do pau do preto e eu falava que amava. Eu sentia o tesão nele, me estocava com mais vontade, me surrava, subia e descia com força, metendo e eu gemia alto. Ele botava a mão na minha boca, abafando os gemidos. Num pulo, me fez ficar de bruços mas com uma perna lateralizada, quase como se eu tivesse rastejando na cama, ele se encaixou atrás e passou a cabeça do pau pelo meu cuzinho, me arrepiou toda e desceu pra bucetinha, ele ficou pincelando devagar... O espelho do motel me fazia assistir tudo, aquele negro de 1,90 em cima de mim... O pau enorme roçando e ele me provocando. Ele fingia que ia meter no meu cuzinho, apertava e eu fechava, dizia pra não ir, manhosa.... Ele pegava os meus cabelos e me forçava a olhar no espelho, em cima de mim, com a cara de puta, mordendo a minha boca e ele dizia: Se EU quiser meter no teu cu, eu vou meter no teu cu. Me dando uns tapas na sequência. Eu sorria, dizendo "Tá bom, amor!" Ele deu uma leve estocada na minha bucetinha, pegou o lubrificante e passou no pau, no meu cuzinho e veio metendo devagar, começou a doer, arder, e eu falava pra ir com calma e ele só ia obedecendo. Eu dizia que a cabeça era enorme e ia me machucar, era muito dotado, 22 centímetros de pau... Com tanto jeito que entrou, eu senti o meu cuzinho se alargar na hora. Eu não conseguia parar de gemer. Ele foi me beijando por cima, me olhando pelo espelho e me obrigando a assistir... Eu revirava os olhos e ele ia colocando bem devagar. Cada centímetro entrava me rasgando, eu conseguia sentir até mesmo o pulsar do caralho. Ele entrou tanto que minha perna tremia e não era de frio. Ele foi metendo devagar. Eu usava o travesseiro para não gemer tão alto, passava a mão na minha bucetinha, louca de vontade de gozar. Ele urrava, socava com ritmo tão gostoso. Então ele disse gemendo que ia gozar, ia gozar no meu cuzinho, no cu da branquela... Eu gemia enquanto ele metia mais rápido, e nossa... Eu senti o meu cuzinho lotar de porra quente, cada jato, grosso, viscoso, entrando e pingando, ele gozava com o pau socado, não tirava, apenas ficava fazendo movimentos curtos e gozando mais... Quando parou de gozar, em cima de mim, me beijou, dando as mãos, falando que eu era a mulher dele e eu, agora mais do que nunca com certeza seria dele, afinal, eu havia dado o meu cuzinho para um cara MUITO dotado. Eu estava arrombada!
Eu saí daquele motel toda errada, descabelada, com meu cuzinho ardendo e doendo. Ele foi dormir comigo, afinal de contas, uma noite inesquecível deve ser finalizada de um jeito especial.

** Espero que gostem!
Pessoal, mandem suas mensagens, fiquem à vontade para entrar em contato!
Houve algumas dúvidas no outro conto e vou esclarecer: Ainda não tenho coragem de postar fotos sexuais reais, então as fotos utilizadas são ilustrativas, da internet.

Foto 1 do Conto erotico: O Senegalês parte 2.

Foto 2 do Conto erotico: O Senegalês parte 2.

Foto 3 do Conto erotico: O Senegalês parte 2.

Foto 4 do Conto erotico: O Senegalês parte 2.


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266016 - O Senegalês. - Categoria: Interrraciais - Votos: 26

Ficha do conto

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Nome do conto:
O Senegalês parte 2.

Codigo do conto:
266435

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
07/07/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
4