Alguns segundos depois, meu colchão afundou.
— tá acordada? — meu pai sussurrou.
— sim — sussurrei.
Meu pai suspirou. Sempre que ele e a minha mãe brigavam, ele vinha deitar comigo.
Eu me remexi e acabamos deitando de conchinha.
Meu pai me puxou, colocando meu quadril bem contra o pau duro dele. Mas eu não disse nada. Só senti a respiração dele falhar.
Então ele me segurou no quadril e começou a se esfregar contra minha bunda. Ele fez algumas vezes e parou. Como eu não disse nada, ele me agarrou de novo e voltou a se esfregar, como se estivesse metendo.
— hum... hum... — eu ouvia ele gemendo baixinho.
Minha respiração acelerou aos poucos também e empinei um pouco a bunda. Papai respirou pesado e se mexeu.
Ele deitou em cima de mim, entre minhas pernas. Ele era maior que eu, mas começou q fazer movimentos de metidas bem contra minha bucetinha.
— filhinha... — meu pai gemeu, segurando no meu quadril pra eu não sair do lugar.
Segurei nos ombros dele, ficando molhada com o atrito. Queria mais. Até a cama começou a ranger um pouco quando meu pai acelerou.
— porra, tô me segurando pra não te comer com sua mãe no quarto ao lado, menina — ele gemeu no meu ouvido.
— pai...— gemi e ele aumentou mais a velocidade, abrindo minhas pernas.
— olha como você se abre todinha pro seu papai... na primeira oportunidade de ficar sozinho como você, eu te como, filha. Juro que como — ele disse, ja perdido de tesão.
Ele gemeu, se movendo mais rápido. O atrito me fez gozar rápido.
— caralho, bebê — ele gemeu e se ergueu, baixando o samba canção que estava usando e colocando o pau na minha boca bem quando gozou. — isso, bebê. Mama o pai... porra!
Meu pai travou o quadril e senti minha boca encher. Estava doce.
Isso acontecia sempre que eles brigavam.
srae