Lembrei do castigo do padre



Lembrei de uma breve passagem na minha vida que tem a ver com aquela fase, entre meus 19 e 21 anos, em que meu desenvolvimento na puberdade foi demorada. Estava numa missa de domingo, como qualquer missa, estava acompanhado de uma amiga. Tudo correu bem na missa, mas no final, minha amiga meio "beata" , procurou o padre para conversar e falar da missa, comigo ao lado dela mudo. Eles riam e falavam da pregação e do nada o padre, voz, grossa, de óculos, cabelos pretos e braços peludos, me indaga sobre o assunto da homilia. Fiquei mudo e branco. Ele riu e falou com minha amiga que não estava ensinando as ovelhas dela.

Ele me entregou um cartão e me falou pra ir no endereço escrito, conversar com ele. Fiquei por entender.

A minha amiga insistiu que fosse, pois seria uma oportunidade de aprender com alguém que detinha muito conhecimento: "Quem sabe você será um futuro padre!", ela soltou essa.

Numa segunda feira, passando pelo endereço, vi que era a casa do padre. Parei e fui pedir um copo d´agua e saciar a curiosidade doque o padre queria me falar.
A região era mais na periferia e tínhamos que atravessar uma rua extensa que era de terra. assim estava cheio de poeira e um pouco suado.

Chamei e pelo interfone, falei quem era e o portão abriu. adentrei e vi uma casa muito limpa, me deixando bem constrangido, pois estava de chinelo, bermuda e camisa, suado e todo empoeirado.

Surge o padre, bem a vontade, de short, e camisa de malha. Não sei porque, mas reparei nele, homem feito, encorpado, pernas peludas e grossas, braços fortes, voz grosso, perfume masculino me chamando pra entrar. Meio encabulado, tirei os chinelos e quando me falou pra sentar, agradeci e disse que não, pois estava empoeirado. Ele que pra minha surpresa, tomava uma cerveja. Me disse pra acompanha-lo. Me entregou uma toalha, direcionou-me ao banheiro e disse pra ficar a vontade. Ele saiu e fechou a porta. Fiquei parado, mas resolvi aproveitar o luxo do lugar.

Despi-me entrei no chuveiro. Era algo que não estava acostumado, muito luxo e casa bonita. A porta abriu, cubro meu penis e viro de costas. Ele me olha e deixa uma bandeja com pães de queijo e suco de laranja, sem tirar os olhos de mim e com leve sorriso.
Fiz de rogado, mas continuei, meu banho. Saí e me enrolei numa toalha muito gostosa e cheirosa, algo que nunca senti no meu corpo. Bebi o suco e comi o lanche. Enrolei na toalha, pois não queria vestir as mesmas roupas empoeiradas e suadas(rsrs me enganando inconscientemente). Entrei na cozinha com a bandeja e enrolado na toalha. Ele tomando sua cerveja com tira gosto, riu e me falou pra sentar onde quisesse.

Fez perguntas triviais pra iniciarmos uma conversa e do nada, pergunto o que ele queria me ensinar. PUTZ! Era o que ele queria pra fechar as perguntas que desvencilhei, se eu tinha namorada e se tinha experiência com mulheres.

Ele levantou com pau meia bomba por debaixo do short e parou na minha frente. Fiz de bobo e fingi que não vi o pau dele dando leve pulsadas. Colocou a mão grande e macia no meu rosto e deslizou na minha nuca, virando meu rosto em direção a face dele, me encarando, barba por fazer, olhar fixo, tira os óculos põe, na bancada e passa seu rosto no meu, passa a lingua na minha orelha, o que involuntariamente, me deixa arrepiado. Ao perceber meu arrepio, me beija!

Caralho! Senti algo diferente de beijar uma mulher. Comecei transpirar. A outra mão dele, segura a minha e coloca no seu membro, por cima do short mesmo. Dei um gemidinho que interrompeu o beijo com uma leve risadinha dele.(Pensei: vai achar que gosto de homem ou que sou gay). Já era tarde.

Interrompido, ele tira roupa, ficando em minha frente. Homem parrudo, perfumado, peludo, de pau duro. "Tá com vergonha?" Pergunta ele.

"Pode ficar a vontade. Vai ser segredo nosso!" Lembrei dos tempos de escola que os colegas exibiam os paus e me sentia com vontade de segurar, mas me controlava pra não ser execrado pelos outros meninos. Segurei forte o pau dele e fiz um vai e vem gostoso que ele urrava, me beijando novamente e tirando minha toalha. Me levantou e pediu pra tirar as mãos do meu pintinho. Seus olhos brilharam, ao me ver todo liso, magrinho, bundinha redonda e pauzinho sub desenvolvido. Acho que ele via uma mocinha greluda. O padre ficou louco, me abraçou alisando todo meu corpo, segurando minha bunda e apertando com força. Em pé mesmo, beijava todo meu corpo e me beijava muitas vezes. subindo e descendo. Me deitou num sofá e colocou minha cabeça no braço do sofá e empurrou aquele pau médio, grosso, bagudo na minha boca, me forçando a abrir. Ele aproveitou a posição e fazia vai e vem na minha boca, com cuidado pra não engasgar e me chamava atenção dos dentes, pois não tinha experiencia, era a primeira rola que chupava. Alisava meu corpo lisinho e abria minha bundinha, sem interromper a foda na minha boca. Então sinto molhar o meu cuzinho e massagens nele. Então me levanta e me coloca apoiado no encosto do sofá, ficando de quatro pra ele. Sinto pingar liquido no meio da minha bunda(com certeza era saliva), e um dedo tentar entrar. Travei. Ele fala pra acalmar e relaxar. Relaxo o corpo. Mais cuspe e dedo entra com dificuldade. Tremi e junto um arrepio de todo meu corpo branquinho. Ele percebe meu estado e tenta, apontando a cabeça da rola no meu cuzinho. Respirei fundo e preparei, pois estava dificil e forçado. Ele não consegue e me poupa, apesar de inconscientemente estar desejando experimentar um homem dentro de mim.

Continuo na parte dois....


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Ficha do conto

Foto Perfil pmdivi
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Nome do conto:
Lembrei do castigo do padre

Codigo do conto:
266561

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
08/07/2026

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