Ooi, Delícias…
Estou acostumada a vir aqui contar dos meus orgasmos deliciosos… seja acompanhada, seja sozinha, hoje vim contar uma brincadeirinha deliciosa que fiz com um contatinho.
Então… ele é bem do tipinho que eu gosto, carinha de tímido, de meio bobinho, mas que na cama, fode gostoso; nos encontramos quando os dois estão com tesão, damos umas e ele vai embora, sem grandes complicações, acredito ser por isso que eu repita com ele… não me incomoda, sem compromisso, quando preciso sei que posso ligar e vou ser bem comida, assim como quando ele está precisando, dou uma sentada boa, que o satisfaz bem, porém um detalhe: a gente nunca DORMIU juntos, é só aquele servicinho sem nota, muito prazer e adeus.
Ele tinha um encontro com alguma guria, inclusive me mandou até foto mostrando de forma bem explícita que estava doido para comê-la, enviei um áudio às gargalhadas, dizendo que se ela não desse conta do recado, ele saberia onde terminar o serviço; uma brincadeira com fundo de verdade, não vou mentir.
Isso era uma sexta-feira, final da tarde, dia da semana que chego mais cedo em casa, então ouvindo uma boa música e fazendo as unhas dos pés, sem nada para fazer, ouço meu celular vibrar.
Era o tal contatinho que mandara mais cedo a foto pré encontro; na mensagem apenas um bolo na primeira linha, na segunda uma berinjela e uma carinha triste: captei a mensagem e mandei um áudio com a voz melosa:
“- Não acredito que teu encontro deu errado… quer vir pra cá, errar comigo um pouquinho?” - Não contei até três e vi o símbolo, ele estava gravando áudio.
“- Pois é… e era o primeiro encontro… eu daquele jeito da foto… alguma chance da gente se ver?” - aquela voz cheia de intenções indecorosas já molhou minha calcinha. Respondi só “vem”
Das duas, uma: ou ele veio voando ou o safado já estava a caminho, ciente de que eu ia dizer sim, já que em menos de 10 minutos ele já estava com o dedo grudado na minha campainha.
Nos conhecemos pelas curvas da vida, então ficamos amigos de certa forma, embora o que sempre rolasse entre nós fosse um sexo bom para ambos os lados e nada muito além, então nem me preocupei de me arrumar, um shortinho de malha, regatinha de andar em casa, sem sutiã, rabo de cavalo, estava fresquinha do banho, sem maquiagem, pois como comentei, chego mais cedo na 6ª e quando não saio pra caçar, fico em casa vendo Netflix. Todavia ele até me deixou constrangida, me sentindo um tanto quanto desleixada, em contraste com ele, penteado, perfume exalando, bem vestido e com uma garrafa de vinho chileno em uma das mãos; o constrangimento passou em menos de um minuto, diante do olhar que ele me lançou de cima abaixo, sorrindo com aprovação. Me enlaçou pela cintura num abraço apertado e inesperado, mas em vez de me tomar nos braços e me levar logo pro quarto, caminho conhecido de longa data, me soltou e perguntou onde tinha taça.
Não me levem a mal, mas minha casa é pequena, moro sozinha e como não recebo convidados sociais, muito menos bebo, dei um sorrisinho sem graça e perguntei se servia copo comum.
Definitivamente ele estava atrás de um encontro, já que foi logo sentando no sofá, após encher um dos meus copos baratos com vinho. Começamos a conversar enquanto ele bebia de leve, o fato é ele é um cara legal, então o papo fluiu até metade da garrafa - e logicamente eu não dei um gole sequer - deixando o moço já meio alto, para que ele não perdesse a viagem e eu não perdesse o orgasmo, tirei o copo da mão dele e o chamei pro quarto. Lá dentro ele estava totalmente diferente; seu padrão é sempre mais direto, me colocando pra mamar bem gostoso antes de me devorar inteira, com a língua, dedos, pau e tudo mais que tivesse disponível, entretanto o álcool o deixou num estado diferente! Onde normalmente arranca minhas roupas com força, na ocasião me despiu lentamente, beijando e lambendo cada milímetro da minha pele, em vez de levar uma chupada profunda, me fez gozar duas vezes num oral lento e dedicado - não que ele não me chupe sempre, mas naquele momento, existia um etílico disposto a me dar muito mais prazer do que propriamente ser uma preliminar. Em vez de jogar na cama e me foder forte de 4 (que eu adoro), ficou por baixo, me admirando cavalgar na velocidade e intensidade que eu precisava em cada instante. Cheio de palavras de incentivo e elogios me comeu com vontade, mas diferente. Foi também uma delícia tê-lo alcoolizado.
Foi tão incrível que depois gozarmos, acabamos cochilando; acordei levemente atordoada com ele ressonando e, pasmem, eu era a conchinha de fora! Levantei pé ante pé para não acordá-lo, fui ao banheiro, voltei e ele estava na mesma posição, deitado de lado, lábios relaxados, entreabertos, dormindo solto; porém um detalhe me chamou atenção: seu pau estava duro como uma rocha.
Olhei no celular e embora o quarto estivesse escuro, já havia amanhecido, pensei em despertá-lo do meu jeitinho… dando uma boa mamada matinal, mas se ele me surpreendeu durante a noite, por que não brincar de uma forma diferente?
Voltei para a conchinha de fora encaixando bem meu corpo no dele, sua pele ressentia ainda a perfume e ao nosso sexo diferenciado. Cheirando a curva entre o pescoço e o ombro, o abracei pela cintura, agarrando seu pau com firmeza. Comecei uma punheta preguiçosa e meio dormindo ele suspirou direto “- Mais forte, Lua” ele estava derretendo na minha mão e eu obedeci, apertando ainda mais seu membro pulsante, enquanto lambia sua orelha, ouvindo sua respiração ofegar quando comecei a bater com mais vontade.
“Isso, Lua… não para, porra!” Gemia ele, totalmente entregue.
Então com o mão que estava passeando livre por suas costas, desci lentamente até a bunda dele, insinuando na bordinha do cú dele, que retesou instintivamente.
Beijando sua nuca, com a voz impregnada de tesão sussurrei “relaxa, lindo…” e meti devagarinho o dedo, estimulando sua próstata, e ele não pode reagir de forma melhor.
“Ai… caralho, Lua!” Gemeu e se abriu pra mim. Enquanto se deleitava com o estímulo na próstata eu o punhetei com mais vontade, até ele lavar minha mão com porra, numa gozada forte. Dando a última estocada de leve no cu dele, dei um beijinho na nuca dele e falei “dorme mais um pouquinho, você ainda não está bem para dirigir”.
Levantei, tomei uma ducha, gozei embaixo da água quente, claro! e quando saí do banho ele ainda dormia, relaxado. Deixei na mesinha de cabeceira um post-it escrito.
“Obrigada por tudo.
Fique bêbado comigo mais vezes.
??
P.S.: quando sair, deixa a chave embaixo do vasinho de planta da esquerda.”
E saí pra minha corrida matinal.
Espero que da próxima vez ele venha terminar a outra metade da garrafa de vinho que vou deixar na geladeira só por precaução.
Beijinho da Luazinha de vocês.