Dominando a mãe do meu ex-chefe.



Ela tem sessenta e seis anos e um jeito de rir que parecia pedido de desculpas por ainda estar viva, como se rir da própria sombra fosse sua maneira de gozar.
Quando a conheci, seus olhos cansados pediam permissão para o toque, mas seu conhecimento sobre seu corpo era um campo minado mesmo depois de 45 anos de casados. Seu marido, um homem absolutista que nunca dividiu o prazer, aposentado e sem tempo para sua "amada".

Trabalhei meses no restaurante de seu filho, Joaquim, homem esperto que resolvia seus problemas de jeito preguiçoso.
Mas minha maior traição foi desejar que Rosa soubesse de sua vaidade e sexualidade acima de tudo, tanto, que um desejo silencioso fazia eu querer despertar esta entrega nesta mulher.

Foi numa noite em que ela veio à minha casa. tínhamos tomado umas cervejas, a música tocava mais baixo na varanda onde existíamos.
e aquele ar de tensão crescia dentro de mim cada vez mais, de repente abordo seus olhares "discretos" e demorados sob meus lábios, e sua mania de repousar suas mãos no meu corpo nada inocente.

- Quer me beijar, não é? - indago descaradamente, cansado de fingir que não pretendia amá-la ali mesmo.
Beijei sua boca, sua língua ansiosa atravessava todos os cantos: desenhava, cuspia e salivava como necessidade.

Fui sua garantia de paixão, resto, imprevisto, fetiche.
O tesão era apenas o trocado que recebia de sua excitação evidente.
Fogosa, mas rejeitada.
não amada, mas desejada e louca
para ser dominada.

O beijo era intensamente gostoso, aqueles de fazer estalos molhados, barulho, fogo que descia pelo corpo.
gemia na minha boca, uma vibração de entrega e um corpo completamente belo e sensível.

Em completo silêncio, a guiei até minha cama onde a deitei de costas sem a deixar pensar.
os dedos e lábios deslizavam meu pescoço, traçando o mesmo caminho até minha buceta.
Lá estava eu extremamente molhado curvando -se a seus dedos curiosos, removo minha camisa e calça com certa indelicadeza acompanhada de sua risada tímida.

Tirei seu sutiã, juntei seus seios e chupei.
sugava forte e para cima, uma sucção babada que deixou rastros de saliva por todo seu peito.
Ergui meus olhos para olhá-la enquanto assistia seu mamilo se esticar ao máximo no céu da minha boca.
E a testa da buceta raspadinha, cheirosa, esbranquiçada e quentinha. Revidei o que queria a tempo.
Respirava quente e babado no grelinho, chupava os lábios grandes, cuspi e a masturbei assistindo aquela mulher de sessenta e seis anos se contorcer de prazer sob meu domínio.

A pressão da língua, as sugadas no grelo, e os gemidos de anos de desejo.
Quanto mais ela se debatia, mais eu a prendia na cama.
Seus pés tremiam no ar, o suco escorrendo pelo meu queixo, deixando minha cara babada.

Ela parecia desmanchar na minha boca, prestes a gozar e marcar meu rosto. Me ergui rapidamente e a beijo docemente, um beijo carregado de cheiro da sua buceta. Experimentando seu próprio gosto, eu queria que ela soubesse o gosto e o cheiro de uma buceta na minha língua.

Rosa, murmurou discreta como sempre que desejava me tocar, havia curiosidade onde seu olhar não parava de seguir: Meu grelo inchado e exibido da cabeça rosada em poucos anos de testosterona.

Sua doçura faminta tomou forma quando ela trouxe minha buceta bem na ponta do seu nariz,
ela cheirava e depois acariciava abrindo minhas pernas mais e mais, uma felina diga-se de passagem.
Rosa, Entregue, me olhou uma última vez antes de babar e lamber em círculos a cabecinha gorda.

- que delícia, amor... - Eu gemia rouco.

Queimava e gerava um atrito muito gostoso, eu rebolava em seu rosto esfregando contra a língua. Não aguentei por muito tempo, segurei seu queixo e a forcei um beijo decidido em dominar.

Levantei da cama a procura do meu packer - Aquele pênis de silicone realista usado para homens trans - Encaixei sentindo a sucção firme no meu grelo, voltei a cama rapidamente colando meu corpo no dela na posição papai e mamãe. Relaxei meu peso em seus seios grandes. Pincelei seu clitóris e Com a palma da mão espalho seu suco e masturbo a cabecinha inchada do grelinho exposto, assim acomodo Rosa para penetrar sua buceta encharcada. Introduzia 1 e 2 dedos e sentia sua buceta apertar pronta para sugar.

Então posicionei a cabeça do meu packer na entrada da bucetinha. Rocei devagar, e uma estocada lenta e profunda. A sensação de ter aquela mulher me agarrar e se sentir desejada me fez a desejar ainda mais. As pernas enlaçadas, tímidas, que pareciam se quebrar a cada movimento. Parecia tão dependente que o ritmo acelerava me puxando mais pra perto. Nada ela poderia fazer, apenas sentir e aceitar.
Eu a fodia, respirava pesado sentindo o perfume, o encaixe sugava meu grelo em sincronia perfeita. Os gemidos dela e sua submissão eram extremamente belos para mim.
O orgasmo não demorou muito para nós dois, a entrada e grelinho inchado começou a contrair e a babar mais como se tivesse ordenhando meu orgasmo que veio poucos minutos depois.

Nesta noite, eu dormi extremamente relaxado, e graças a Dona Rosa.



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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dominando a mãe do meu ex-chefe.

Codigo do conto:
266631

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/07/2026

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