Trabalhei meses no restaurante de seu filho, Joaquim, homem esperto que resolvia seus problemas de jeito preguiçoso.
Mas minha maior traição foi desejar que Rosa soubesse de sua vaidade e sexualidade acima de tudo, tanto, que um desejo silencioso fazia eu querer despertar esta entrega nesta mulher.
Foi numa noite em que ela veio à minha casa. tínhamos tomado umas cervejas, a música tocava mais baixo na varanda onde existíamos.
e aquele ar de tensão crescia dentro de mim cada vez mais, de repente abordo seus olhares "discretos" e demorados sob meus lábios, e sua mania de repousar suas mãos no meu corpo nada inocente.
- Quer me beijar, não é? - indago descaradamente, cansado de fingir que não pretendia amá-la ali mesmo.
Beijei sua boca, sua língua ansiosa atravessava todos os cantos: desenhava, cuspia e salivava como necessidade.
Fui sua garantia de paixão, resto, imprevisto, fetiche.
O tesão era apenas o trocado que recebia de sua excitação evidente.
Fogosa, mas rejeitada.
não amada, mas desejada e louca
para ser dominada.
O beijo era intensamente gostoso, aqueles de fazer estalos molhados, barulho, fogo que descia pelo corpo.
gemia na minha boca, uma vibração de entrega e um corpo completamente belo e sensível.
Em completo silêncio, a guiei até minha cama onde a deitei de costas sem a deixar pensar.
os dedos e lábios deslizavam meu pescoço, traçando o mesmo caminho até minha buceta.
Lá estava eu extremamente molhado curvando -se a seus dedos curiosos, removo minha camisa e calça com certa indelicadeza acompanhada de sua risada tímida.
Tirei seu sutiã, juntei seus seios e chupei.
sugava forte e para cima, uma sucção babada que deixou rastros de saliva por todo seu peito.
Ergui meus olhos para olhá-la enquanto assistia seu mamilo se esticar ao máximo no céu da minha boca.
E a testa da buceta raspadinha, cheirosa, esbranquiçada e quentinha. Revidei o que queria a tempo.
Respirava quente e babado no grelinho, chupava os lábios grandes, cuspi e a masturbei assistindo aquela mulher de sessenta e seis anos se contorcer de prazer sob meu domínio.
A pressão da língua, as sugadas no grelo, e os gemidos de anos de desejo.
Quanto mais ela se debatia, mais eu a prendia na cama.
Seus pés tremiam no ar, o suco escorrendo pelo meu queixo, deixando minha cara babada.
Ela parecia desmanchar na minha boca, prestes a gozar e marcar meu rosto. Me ergui rapidamente e a beijo docemente, um beijo carregado de cheiro da sua buceta. Experimentando seu próprio gosto, eu queria que ela soubesse o gosto e o cheiro de uma buceta na minha língua.
Rosa, murmurou discreta como sempre que desejava me tocar, havia curiosidade onde seu olhar não parava de seguir: Meu grelo inchado e exibido da cabeça rosada em poucos anos de testosterona.
Sua doçura faminta tomou forma quando ela trouxe minha buceta bem na ponta do seu nariz,
ela cheirava e depois acariciava abrindo minhas pernas mais e mais, uma felina diga-se de passagem.
Rosa, Entregue, me olhou uma última vez antes de babar e lamber em círculos a cabecinha gorda.
- que delícia, amor... - Eu gemia rouco.
Queimava e gerava um atrito muito gostoso, eu rebolava em seu rosto esfregando contra a língua. Não aguentei por muito tempo, segurei seu queixo e a forcei um beijo decidido em dominar.
Levantei da cama a procura do meu packer - Aquele pênis de silicone realista usado para homens trans - Encaixei sentindo a sucção firme no meu grelo, voltei a cama rapidamente colando meu corpo no dela na posição papai e mamãe. Relaxei meu peso em seus seios grandes. Pincelei seu clitóris e Com a palma da mão espalho seu suco e masturbo a cabecinha inchada do grelinho exposto, assim acomodo Rosa para penetrar sua buceta encharcada. Introduzia 1 e 2 dedos e sentia sua buceta apertar pronta para sugar.
Então posicionei a cabeça do meu packer na entrada da bucetinha. Rocei devagar, e uma estocada lenta e profunda. A sensação de ter aquela mulher me agarrar e se sentir desejada me fez a desejar ainda mais. As pernas enlaçadas, tímidas, que pareciam se quebrar a cada movimento. Parecia tão dependente que o ritmo acelerava me puxando mais pra perto. Nada ela poderia fazer, apenas sentir e aceitar.
Eu a fodia, respirava pesado sentindo o perfume, o encaixe sugava meu grelo em sincronia perfeita. Os gemidos dela e sua submissão eram extremamente belos para mim.
O orgasmo não demorou muito para nós dois, a entrada e grelinho inchado começou a contrair e a babar mais como se tivesse ordenhando meu orgasmo que veio poucos minutos depois.
Nesta noite, eu dormi extremamente relaxado, e graças a Dona Rosa.