Enquanto papai viaja, mãe e filho se divertem



Com o pai viajando por um ano, o filho recebe uma tarefa inesperada: satisfazer as necessidades da mãe. Entre desejos proibidos e segredos de família, os dois mergulham em uma relação que desafia todos os limites. Será que ele conseguirá resistir aos avanços dela?


Quando meus pais me chamaram para a sala de estar, eu não tinha ideia do que estava por vir. A atmosfera estava tensa, como se uma tempestade estivesse prestes a se formar. Meu pai, com sua expressão séria, começou a falar sobre trabalho, projetos e um tempo que ele precisaria passar longe. O que eu não esperava foi o que veio a seguir.
“Vou ficar fora por um ano”, ele disse, suas palavras flutuando no ar como um peso. “E enquanto eu estiver fora, você vai cuidar da sua mãe. Precisamos que você a ajude a realizar suas necessidades.”
Aquelas palavras me atingiram de forma estranha. Olhei para a minha mãe, seu rosto reluzia a alívio e a preocupação, como se estivesse esperando essa conversa há muito tempo. O que isso significava? Como eu deveria cuidar dela? Era apenas uma responsabilidade?
Ele disse: “Comigo longe, você vai entretê-la. Não vai ser nenhum problema para você. E faz tempo que eu queria já te passar essa questão. Sua mãe tem necessidades e você vai ajudar”. Ainda fiquei dando de ombros, tentando não entender o que parecia, por que parecia surreal demais.
Eu fiquei titubeando algumas questões de forma confusa até que ele é bem direto: “Se você não entendeu, Murilo, o que eu tô querendo dizer, nesse ano, sua mãe, como todo mundo, precisa de sexo para manter sua saúde mental. Você vai comer sua mãe. Agora entendeu? “
Não respondi nada e só desviei o olhar deles. Minha mãe se manifestou. “Vai ser um segredo de família. Você está grande, não é nenhum bobo.” E meu pai complementou: “Não quero nem saber de história sua, aliás quando você comer sua coroa pela primeira vez não vai nem mais querer parar”.
Eu então questionei para ele: “Porque eu?”. E ele me respondeu na lata: “Além de ela precisar de uma certa frequência, sua mãe gosta de pênis grande e você puxou a mim nisso. É só satisfazê-la. Mais nada. Aliás você é um cara de confiança nosso”. Olhei para minha mãe e ela me jogou um sorriso travesso.
Fiquei em choque com a naturalidade deles. Não consegui dialogar muito, só consegui ficar em choque mesmo. Minha mãe dá uma patolada rápida no meu pênis e ela fala: “Ele tá de pau duro, amor. Ele já aceitou”. E se eu não pudesse me surpreender mais, ela me fala isso.
Sem nem eu mesmo eu responder, meu pai me disse em tom de gozação. “Obrigado filho, tenho certeza que você vai foder bastante, e daqui um ano você me agradece”. A partir daquele momento, eu apenas me emudeci e não conseguia pensar em mais nada.
Passou um dia, deixamos de discutir sobre isso e o que se tentou é retomar a normalidade do cotidiano. Fomos ao aeroporto, se despedimos do meu pai, que ia ficar um ano na China, e mantemos a normalidade para voltar para casa. Nada mais foi comentado e eu tentei não levar a sério o que me disseram no dia anterior.
Nos dias que se seguiram, a realidade começou a se instalar. A rotina que eu conhecia foi mudando aos poucos. Eu estava agora em um papel que nunca pedi para ocupar. Enquanto meu pai viajava, eu me via compelido a preencher o espaço que ele deixara.
estava pronto, mas a maneira como ela me olhava me fazia sentir que essa era uma escolha que eu precisava fazer.
“Eu não quero te magoar,” eu disse, as palavras saindo hesitantes. “Mas se isso é o que você realmente quer…” Ela sorriu, um sorriso que iluminou seu rosto, mas ao mesmo tempo me deixou em alerta. “Você é fofo. Tão fofo que me deixa impaciente. O que você está esperando para ficar pelado? Vamos”.
Ela mal havia terminado de falar, quando senti o ar ao meu redor mudar. Era como se uma onça, dias sem comer, estivesse prestes a satisfazer uma fome de mil noites. Seus olhos brilhavam, e havia algo em sua postura que me lembrava um predador faminto, pronto para atacar. E naquele instante, minha mãe estava pronta, e agora com os peitos nus olhando para mim.
permitido perceber. Era como se seu corpo estivesse me chamando, e meu instinto respondia, incapaz de resistir àquela força que me puxava para ela.
Enquanto meus dedos percorriam as mechas de seu cabelo, eu não podia evitar a sensação de que estava cruzando um limite que jamais deveria ser ultrapassado. O cabelo ruivo escorregava entre meus dedos como seda quente, e o contraste entre o toque delicado e a intensidade do momento era avassalador. Eu estava dividido entre o amor que sempre tive por ela como mãe e o desejo que agora explodia dentro de mim, insaciável.
Seus seios eram firmes e bem proporcionados. Eles se erguiam e desciam com a respiração pesada, criando um ritmo hipnotizante. Eu não consegui me conter e levei meu rosto para seu busto, como se eu estivesse sendo puxado para algo que eu nunca ousara considerar em tocar.
A linha entre mãe e mulher havia desaparecido completamente, e percebi que nada poderia voltar a ser como antes. Eu estava prestes a descobrir o verdadeiro significado da promessa que eu fiz. A vagina que ela revelava para mim me fitava como um convite para o incesto.
“Agora você é todo meu”, ela disse com um sorriso suave, seus dedos tocando de leve a pele delicada do clitóris entre suas pernas. O gesto era ao mesmo tempo sutil e devastador, como se ela estivesse me guiando diretamente para o centro de tudo o que era proibido.
Enquanto ela permanecia ali, nua e completamente exposta, não havia como voltar atrás. Eu estava perdido naquele momento, em sua beleza, e em sua fome selvagem. Estava se consumando um pacto silencioso entre nós: um laço que não poderia ser jamais desfeito. Não tinha volta.
diante de mim.
Quando meus lábios finalmente tocaram sua pele, foi como atravessar um limiar invisível. A suavidade das pétalas contra minha boca era indescritível, quase irreal. Era como degustar o proibido, o que nunca deveria ter sido permitido. Cada toque era carregado de desejo e culpa, mas a fome que ela havia plantado em mim falava mais alto.
momento, o tempo parecia ter parado. Era como se estivéssemos em um espaço fora da realidade, onde nada mais importava além desse momento. Eu estava vulnerável agora, exposto diante dela, assim como ela havia se exposto para mim. O desejo era avassalador.
“Como você é lindo”, ela disse, a voz baixa, como um sussurro íntimo que apenas eu podia ouvir. Suas mãos se moveram lentamente em direção a mim, os dedos roçando minha pele com uma delicadeza que contrastava com o fogo que ardia entre nós. Ela tocou meu pau com uma reverência silenciosa, como se estivesse lidando com algo sagrado. A sensação de seus dedos suaves contra mim foi quase demais para suportar.
“Este é o seu papel,” ela continuou, a voz agora mais firme, carregada de autoridade, mas controlada. “Você está aqui para isso, isso que você tem entre as pernas é uma obra divina da natureza. Eu a quero para mim”
aproximando de algo inescapável. O toque da vagina contra meu pênis, aquele aveludado que parecia feito sob medida para mim, se tornava cada vez mais insuportável, e eu podia sentir o clímax crescendo dentro de mim.
Ela me olhou nos olhos, um sorriso satisfeito em seus lábios, sabendo que havia me levado exatamente onde queria. Sua vagina aveludada apertava meu pau, acolhendo-o com mais força, e naquele momento eu soube que não poderia mais segurar. Meu pau pulsava dentro dela, aquela cavidade me oferecia um conforto irresistível: uma armadilha de prazer da qual eu jamais poderia escapar.
Enquanto sua vagina aveludada me envolvia em ondas de prazer, de forma acolhedora e receptiva, ela também parecia instigar o derradeiro momento: o néctar começava a se formar, pronto para ser liberado na superfície da flor.
Ela gemeu mais alto, os olhos fechados, enquanto seus quadris se moviam com mais intensidade, como se estivesse exigindo que meu sêmen fosse entregue. Com um último movimento, eu me entreguei completamente, sentindo o êxtase explodir dentro de mim. Ela suspirou profundamente, satisfeita, e seu corpo relaxou levemente.
Com um último impulso, o inevitável aconteceu. O néctar sexual foi liberado, quente e abundante, polinizando a flor. Cada gota era absorvida, como se tivesse sido feita para aquilo, como se aquela porra fosse a resposta para todas as promessas não ditas entre nós, nos últimos dias. Eu sentia cada pulsação do meu pau enquanto a minha porra se derramava dentro dela, a banhando por dentro. Ela sorriu, satisfeita, enquanto seus olhos se abriam lentamente, fixando-se nos meus.
Ela arqueou as costas enquanto o líquido continuava a fluir de mim para ela, e um gemido profundo ecoou pelo quarto, como se finalmente estivesse completa. A vagina, agora saturada com porra, parecia ainda mais viva, cada pétala brilhando à luz suave ao nosso redor.
Seus dedos deslizaram lentamente pelo meu peito, acariciando minha pele enquanto nossos corpos ainda estavam entrelaçados. “Você fez o que era necessário,” ela sussurrou, os lábios roçando levemente os meus. “Agora, não há mais nada atrapalhando entre nós.”
Eu havia cruzado o limite. A vagina que havia acolhido meu membro, agora repleta de sêmen, parecia se fechar suavemente, como se estivesse selando o pacto entre nós. Juntos, havíamos alcançado o que parecia ser o auge de algo proibido e eterno.
Ela acariciou meu rosto, seus dedos quentes contra minha pele, e me olhou com um misto de ternura e poder. “Eu sempre sonhei com isso” ela disse, sua voz baixa, quase um sussurro. Eu estava ali, imóvel, ainda sentindo a pulsação do meu pau, agora quieto e saciado, depois de entregar todo seu líquido. Ela ainda me observava com aqueles olhos intensos, com o sorriso de quem sabia de algo que eu só começava a entende agora.
“É o caminho natural, entende? Sempre foi assim.” Eu a olhava, tentando absorver o que aquilo significava. Ela continuou, seus dedos agora subindo até meu rosto, onde acariciou minha pele com uma ternura inesperada. “Desde o começo, o filho busca o calor do útero que o gerou. Aqui ele encontra o verdadeiro conforto. Aqui dentro sempre é o refúgio do filho. O lugar para onde o pau dele pode sempre retornar quando o mundo lá fora não oferece mais nada”.
“Olhe para mim,” ela disse suavemente, silenciosa. Eu olhei. “Você sente isso, não sente?” ela perguntou, os dedos ainda acariciando minha pele. “Essa conexão… entre nós. Seu pau busca minha buceta, porque é onde ele pertence. Sua carne é minha carne. Essa é a natureza das coisas. O filho comer a própria mãe”.
Havia algo profundo e primitivo na maneira como ela falava, como se não estivesse apenas descrevendo o que acabara de acontecer, mas como se estivesse enunciando uma lei natural, ou um segredo ancestral que sempre esteve ali. Eu sentia meu corpo relaxar sob o toque dela, as palavras se enraizando profundamente em minha mente. Eu estava imerso nas palavras dela, e me senti espiritualizado, e não culpado.
Ela se aproximou ainda mais, seus lábios tocando os meus suavemente, enquanto suas palavras finais sussurravam em meu ouvido, selando o momento. “Não importa o que aconteça, o filho sempre voltará para onde pertence. Você vai sempre me comer”
O silêncio que se seguiu a nossas revelações se transformou em um espaço onde tudo parecia possível. O calor de nossos corpos ainda pairava no ar, e ela olhou para mim com um brilho nos olhos. E como se fosse uma continuação inevitável de nosso ato anterior, ela se inclinou lentamente, seus lábios se aproximando da minha virilha
Com um movimento suave, ela posicionou-se, e, em um ato sutil começou a deglutir meu pau, que já estava se recuperando da ejaculação. A sensação foi intensa, uma mistura de prazer e certo desconforto inicial. Eu podia sentir cada movimento dela, como se estivesse sendo puxado para dentro de sua boca.
O meu pênis enrijecido era o elo que nos conectava, e à medida que ela o engolia, percebi que eu estava deixando de ser apenas um objeto de desejo; e que estava se tornando parte dela, como durante nove meses fomos um dia.
O ato de deglutir minha pica trouxe uma nova onda de sensações, que envolvia um ato de submissão dela para meu membro. Quanto mais que ela me chupava, mas eu me sentia poderoso, e mais ela festejava sua nova forma de maternidade.
Ela fez uma pausa, os olhos fixos nos meus, e eu vi uma profundidade em seu olhar que me fez sentir como se estivéssemos em um nível totalmente diferente de entendimento. Senti a pulsação do meu pau ainda ressoando enquanto ela dizia: “é assim que deve ser”.
Meu pênis ao ser deglutido pela minha mãe representava uma consagração. A cada respiração, sentia a presença dela mais intensa, como se o que restava de mim estivesse se tornando parte de seu ser, assim como eu era apenas um ser dentro dela, antes de nascer.
Ela começou a se mover lentamente, como se estivesse dançando com minha glande. Eu podia sentir a umidade da boca dela misturando-se as terminações nervosas da minha libido. O calor e a umidade tornavam cada toque uma celebração dessa nova faceta da maternidade dela.
O ato de se unir a ela se tornava cada vez mais profundo, quando sentia sua saliva acolher meu pênis como se estivesse absorvendo meu espirito. Ela estava completamente absorvida, seus olhos fechados, mergulhando sua boca, envolvendo meu pau. O mundo ao nosso redor tinha desaparecido.
lavando toda a tensão acumulada.
Eu sorri, admirando o jeito como a luz dançava em seu corpo, ressaltando a felicidade que emanava dela. “Você sabe, o banho pode ser nosso espaço seguro daqui em diante. Um ótimo lugar para conversas,” ela continuou, enquanto começávamos a ensaboar nossos corpos.
“Esse momento é tudo o que eu fantasiava,” disse ela, olhando nos meus olhos com uma sinceridade que me fez sentir ainda mais próximo dela. O banho se tornava um espaço seguro, onde podíamos ser verdadeiros um com o outro, sem reservas.
Enquanto esfregávamos o sabonete, a água continuava a correr, levando com ela todas as preocupações do mundo exterior. Ali, sob o chuveiro, éramos apenas nós dois, vivendo um instante que parecia eterno.
O meu pênis, em sua própria forma, começou a se reerguer, respondendo à intensidade do momento. Era como se cada gota d’água estivesse sussurrando promessas de novas descobertas e emoções. Ela me olhou, um brilho de compreensão nos olhos, como se soubesse exatamente o que estava acontecendo.
“Parece que você está pronto para o segundo tempo” ela disse, sua voz cheia de brincadeira. O tom dela era provocante, e eu não conseguia desviar o olhar de suas nádegas. A água quente e os corpos ensaboados criavam um cenário perfeito para uma nova fase de intimidade.
A luz suave refletia em nossos corpos, e a tensão entre nós era quase irresistível. Ela sorriu, sua expressão cheia de expectativa. Enquanto a água continuava a fluir, eu posicionava meu pau por trás dela, e ela inclina seu corpo para frente, encostando na parede.
O chuveiro continuava a jorrar água quente sobre nós, enquanto um barulho úmido do sexo anal acontecia. Meu saco batia em suas nádegas enquanto o vapor da água se alastrava no ambiente. Ela urrava intensamente, ecoando na casa gritos de prazer.
Meu pau agredia as paredes daquele ânus com uma certa rebeldia. O orifício dela era largo e o que ela gostava era selvageria. Quanto mais eu penetrava, mais alto ela gritava.
Não demorei muito para gozar, já que era a terceira vez quase seguida que nós transamos. A sensação da água escorrendo pela pele era relaxante, e a intimidade do momento nos unia ainda mais. Salpiquei o cuzinho dela de porra.
Ela pegou um pouco de shampoo e começou a esfregar em seus cabelos, os fios se tornando ainda mais sedosos e brilhantes sob a luz. Eu a observei, fascinado pela beleza simples de cada movimento.
Enquanto massageava o couro cabeludo dela, ela fechou os olhos e suspirou de prazer. “Isso é maravilhoso,” disse ela, um sorriso se formando em seus lábios. O clima era de descontração e cumplicidade, e cada toque parecia reforçar a conexão entre nós.
O silêncio entre nós era confortável, e eu podia ouvir o som da água batendo no chão, em um ruído relaxante. Ela limpou sua buceta e seu orifício anal com cuidado. Desligamos o chaveiro e pegamos toalhas.
Enquanto nos enxugávamos sob o chuveiro, sinalizamos que era hora de sair. Ela me olhou com um brilho travesso nos olhos. “Acho que devemos fazer disso uma tradição. Foda e banho”. Ela se aproximou e me abraçou, e eu a envolvi em meus braços, sentindo a suavidade de sua pele contra a minha. “Eu poderia ficar assim para sempre,” ela sussurrou, e eu ri suavemente.
“Você se sente bem?” perguntei, me virando para encará-la. Ela sorriu, e seus olhos brilhavam à luz suave que entrava pela janela. “Foi um dia incrível,” respondeu, e sua voz tinha um tom sonhador que me deixou feliz.
Após o banho, a sensação de relaxamento ainda pairava no ar. A luz suave do quarto criava um ambiente acolhedor, e o cheiro de sabonete fresco ainda se fazia presente. Ela ligou o secador de capelo e ficou secando sua vagina com uma toalhinha. Eu a ajudei com a higiene. Nos enfiamos sob os lençóis, e o calor dos nossos corpos irradiou conforto de um para o outro.
Com o passar dos minutos, o sono começou a me envolver. A respiração dela se tornava mais lenta, e eu a observei enquanto ela fechava os olhos, parecendo completamente em paz. A sensação de estar ao lado dela era incrível, e eu me deixei levar pelo cansaço.
Logo, também fechei os olhos, sabendo que aquela noite era apenas o começo de algo belo. O silêncio da noite me embalou, e eu deixei que o sono viesse, envolto na segurança e no amor que compartilhávamos. O dia de amanhã a Deus pertencia.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Enquanto papai viaja, mãe e filho se divertem

Codigo do conto:
266802

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/07/2026

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