Depois da trepada fenomenal com meu marido Lino, ele imediatamente dormiu e eu fiquei ali, curtindo toda a intensidade do que a gente tinha vivido. Meu corpo ainda faiscava e se ele não tivesse tombado de lado, ainda ia querer tirar mais uma lasquinha. O tesão ainda não tinha ido embora. Fazia muito tempo que eu não sentia isso. Tínhamos vivido um momento único, como há tempos não acontecia. Mas depois, conforme o êxtase foi passando, fui recuperando um pouco do juízo e bateu uma vergonha, pois sabia que se o Nelson estava acordado no outro quarto, com certeza ele tinha ouvido algo. Lino ressonava alto ao meu lado e eu prestando atenção aos sons do ambiente pra ver se ouvia alguma coisa. Como o silêncio era total, resolvi me levantar, ia tomar uma chuveirada para tirar o suor e ver se refrescava o corpo para tentar dormir. Me levantei com cuidado e saí pelo corredor. O quarto em que o Nelson estava hospedado estava todo escuro. Passei por ele com cuidado e fui para o banho. Quando entrei debaixo do chuveiro, senti meu corpo ainda estava elétrico. Quando estou com tesão, meus mamilos ficam duros, quentes e pontudos. E com a auréola mais escura. Só me esfregar, sentia no corpo uma mistura de vergonha, pudor, vontade. Segurei um deles com a palma da mão, estava pesado. Vontade de dar de mamar para uma boca sedenta. Empurrei pra cima e dei uma lambidinha no meu bico. Puta que o pariu! Que tesão que eu tava. Apertei meu bico enquanto a outra mão começou a esfregar a coxa e lentamente caminhou até a entradinha da boceta. Quando o dedo tocou meu clitóris, tomei um choque. E comecei a me tocar, esfregando a entradinha da grutinha, depois com dois dedos lá dentro. Meu corpo se dobrava de tesão. Quanto mais me esfregava, mais o corpo tremia. Até pensei em voltar pro quarto pra pegar meu plug ou algum consolo, mas pensei que se fosse para ir para o quarto, o melhor era acordar o dorminhoco do Lino. Mas continuei me esfregando. Parei de apertar o peito e coloquei o dedo no meu cu, que ardia de tesão. Já estava toda torta, prestes a gozar, quando ouvi barulho na cozinha. Parei imediatamente. Fiquei em silêncio pensando quem poderia ser. Só podia ser o Nelson bebendo água ou caçando o que comer. Se fosse Lino, ele com certeza já teria vindo falar comigo, bater na porta do banheiro. Aguardei, mas como tudo silenciou, entendi que o Nelson tinha voltado pro quarto. Como o corpo continuava aceso, voltei a cuidar de mim, enfiei dois dedos na boceta, coloquei a outra mão na bunda e comecei a dedilhar o cu e não demorou e já estava gozando. Quase desmaiei, as pernas deram até uma vacilada. Mas me recuperei a tempo e resolvi sair logo dali. Estava tarde e o cansaço tinha tomado conta do meu corpo. Como estava tudo quieto, me enrolei na toalha e saí para o quarto. Na hora que saí do banheiro, tomei um susto, pois a luz da cozinha estava acesa. Não tinha como voltar atrás. Torci para que fosse o Lino, mas quem estava era o Nelson,s entado à mesa, tomando um copo de leite e comendo um pedaço de queijo. _ Oi, falei sem graça, segurando a toalha em torno do corpo. Que foi, tá sem sono? Ele me olhou tentando disfarçar um sustinho também, mas a a cara era de quem estava ali me esperando. _ Oi, desculpe. Pois é. Estava com insônia e bateu uma fominha. _ Mas você nem devia estar se movimentando ainda. _ Desculpe, não queria incomodar. _Não incomodou coisa nenhuma. Fico é preocupada com você, faz poucos dias que fez a cirurgia. Nem devia se movimentar ainda. _ Não tem problema. Preciso ir aprendendo a me locomover aos poucos. Já já tenho que ir de volta pra casa e chegando lá, eu que lute. _ Não tem pressa, pode ficar aqui quanto tempo quiser. Agora me dá licença que vou dormir. Boa noite. Disse isso e saí. Minhas costas queimavam sabendo que ele aproveitou cada segundo para olhar minha bunda. Tentei andar normal mas tenho a desconfiança que o nervoso me fez rebolar mais que o normal. _ Tá bom, boa noite, bom descanso. Sua voz também estava diferente. Eu não sabia explicar, mas parecia insinuante, indiscreta, parece que querendo falar mais, puxar conversa, me segurar. Entrei no quarto em pânico, sem acender a luz. Só joguei a toalha sobre um suporte de madeira e me deitei, tomando cuidado para não acordar meu marido. _ O Nelsão te viu assim, só de toalha? Me assustei, pois não esperava que Lino estivesse estivesse acordado. _ Nossa, meu amor, que susto. Eu fui tomar um banho, até pensei em chamar você mas já tinha dormido. Aí, quando saí de lá, dei de cara com ele tomando um leite na cozinha. Eu não esperava. _ Ele te viu assim? _ Viu, né? E você, por que está acordado? Saí daqui e você estava quase roncando. _ Acordei com voz na cozinha, mas não imaginava que você estivesse só de toalha. _ Mas foi como eu falei pra você, amor. eu não imaginava que ele estivesse acordado. _ Hum. Fiquei sem saber o que falar mais, parecia que tinha mentido pra ele mas não era verdade. Nisso ele se aproximou de mim debaixo do edredom. Colocou a mão em minha cintura e escorregou ela até minha bunda. _Ah, sua safada, você está sem calcinha? _ Amor, eu levei para o banho mas ia me trocar aqui. _ E por que não se trocou? _ É que eu ia tentar te acordar, ainda tô com tesão. _ Você é muito safada... _ E não é? _ Hum, é safada mesmo, desfilando pra outro como quem não quer nada, mas no fundo querendo pica. Eu ia rebater ele, falar que ele estava enganado, mas nesse momento ele me puxou e senti que sua pica já estava bem dura de novo. Ele cheirou meu pescoço, deu uma mordidinha e me desmontou toda. Arrepiei e o cansaço passou. Ele desceu a boca com vontade e começou a me chupar com vontade. Enquanto isso, me apertava a cintura, do jeito que ele sabe que eu gosto. A pica dura dele roçava de lado na minha coxa e ele foi se achegando e eu fui dando corda, já acesa de novo. Ele subiu em cima de mim, que abri bem as pernas e ele enterrou a pica sem cerimônia. Dei um grito alto enquanto ele começava a socar com força. Minhas tetas dançavam e eu cruzei os braços pra segurar, mas ele gritou. _ Deixa elas soltas, gosto de ver elas dançando. _ Você gosta de ver meus peitos balançando pra você, é? _ Gosto, sua puta. _ Xinga que eu gosto. _ Sua puta, sua cavala, sua vadia, sua... _ Eu sou mais o quê, cachorro? _ É uma piranha, uma vaca, uma cavala da pior espécie. Enquanto conversava com ele, ele não parava de bombar e e eu senti que já ia gozar de novo. _ Xinga mais, seu safado. Xinga e não para. Xinga sua puta, vai... _ Sua ca... sua cadela. Eu vou gozar! _ Goza, seu safado, seu tarado, seu puto. Goza na minha boceta, goza! Ele deu uma esticada no corpo e em seguida, gozou, gemendo alto. Eu acompanhei e gozei junto, gemendo alto também, sem mais nenhum pudor. Acho que as casa ao lado e até na rua ouviram nossos gritos dessa vez. Lino saiu de cima do meu corpo e caiu de lado. No mesmo instante, dormiu. Eu também não demorei muito e apaguei.
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