Onde como eu, comem todos 1: compartilhei a namorada com meu pai, irmão e melhor amigo
Há muito tempo sei da minha predisposição pra ser corno e da minha bissexualidade e os grandes responsáveis por isso são meu próprio pai, meu irmão mais velho e meu melhor amigo, que foram os primeiros a me fazerem entender que eu tinha que aceitar o meu destino. Me chamo Alan, tenho 27 anos e sou um homem bonito com 1,85 de altura, corpo malhado e chamo atenção por onde passo. Sempre tive sorte com as mulheres, só namorei mulher bonita a vida toda, mas não me lembro de uma que não tenha me traído e essas traições começavam dentro da minha própria casa. Para contextualizar, meu pai tem 52 anos e é um coroa bonitão, chama atenção ainda e sempre traiu muito a minha mãe, que assim como eu é uma corna mansa porque também sabe de tudo, mas da vista grossa enquanto eu com o tempo optei por abraçar a minha sina de corno e passei a ser um corno orgulhoso. Meu pai é tão sacana que já traiu minha mãe com todas as irmãs e primas dela, quando eram mais novos até a minha avó entrou na pica dele, e isso sem falar que se é buraco ele está metendo, então já comeu alguns dos meus primos e um tio nosso. Ele não faz questão de esconder, fala abertamente até na cara da minha mãe e ela já se acostumou e não liga. Meu irmão mais velho seguiu o exemplo do meu pai, trai todas as namoradas, já se envolveu com tias e todas as nossas primas e alguns primos também entraram na pica dele. Maioria das minhas namoradas na me trariam com meu irmão ou com meu pai, isso quando não com os dois, e como eu disse, eles não fazem a mínima questão de esconderem e serem discretos quanto a isso. E entendi a minha bissexualidade cedo porque ainda jovem entrei na pica dos dois, e pra ser honesto, eles me fodem até hoje com uma certa frequência. Outro cara sacana do meu círculo mais próximo é Thiago, meu melhor amigo, e que desde a escola que algum amigo dizia que estava interessado numa mulher, era questão de tempo até o filho da pura pegar essa mulher. Minhas namoradas acabavam sempre compartilhadas com ele também, assim como eram com meu pai e irmão. No começo isso tudo me incomodava, eu ficava arrasado sempre que flagrava meu irmão ou meu pai comendo a namorada do momento, ou quando percebia que Thiago tava comendo minha namorada há bastante tempo, mas depois resolvi aceitar e a partir daí passei a compartilhar minhas namoradas com os três e com o tempo com outros amigos , parentes, colegas de trabalho e por aí vai. Passou a ser requisito para as minhas namoradas aceitarem ser compartilhadas com meus amigos e familiares, e isso acabou fortalecendo muito minha relação com muitas pessoas. Passei a me beneficiar disso seja pra conseguir alguma coisa nessa relação de fraternidade ou também pra me relacionar com alguns desses caras que comiam as minhas namoradas. A primeira namorada que levei em casa pra conhecer minha família se chamava Natália, eu tinha 16 anos na época e chamei ela pra jantar em casa para conheceu meus pais porque eu estava apaixonado e queria firmar relacionamento sério, depois do jantar meu irmão se ofereceu pra deixar ela em casa de carro e ela aceitou, ele voltou pra casa de madrugada depois de passarem horas num motel. Ele contou essa aventura pro meu pai, que deu um jeito de foder ela também quando fomos no sítio de um tio meu. Quando descobri já estávamos juntos há uns 3 meses, e acabei flagrando ela na cama do meu irmão um dia e quando confrontei ela confessou que estava dando pro meu pai também. A história que vou contar hoje aconteceu dois anos depois dessa primeira vez, e foi a primeira vez que resolvi aceitar a realidade, e depois de vários relacionamentos terminados com garotas que acabavam na cama do meu irmão ou do meu pai, eu passei a ficar de boa com isso e depois comecei a gostar disso. Eu estava ficando com Nati, que tinha 18 anos assim como eu, era gostosa demais e eu estava muito afim de pedir ela em namoro. Comentei sobre com meu amigo Thiago, e percebi que ele tinha ficado interessado, como sempre… Mas dessa vez não fiquei com ciúmes, me deu um tesão danado de imaginar que ele iria acabar fodendo com ela hora ou outra, então resolvi que o melhor a se fazer era já deixar agilizar isso que pelo menos eu não seria pego de surpresa. Dito isso, chamei ele pra uma balada e levei a Nati, percebi os flertes dele logo no começo e me fiz de desentendido, no meio da noite os dois sumiram e meus outros amigos já estavam me alertando pra ir atrás porque já conheciam o Thiago, mas eu falei pra relaxarem e fiquei de boa no bar. Quando voltaram a Nati estava arrumando o cabelo, eu sorri e dei um beijo na boca dela. Cheguei no meu amigo Thiago e perguntei: — E aí, tá aprovada a Nati? A reposta foi um sorriso sacana, e este sorriso foi o começo de uma aproximação maior na nossa amizade. Num primeiro momento preferi deixar ela acreditar que eu não sabia de nada, e dias depois levei ela em casa durante a tarde, íamos passar o dia juntos e a noite teria um jantar com a minha família pra apresentar oficialmente como minha namorada. Meu mano tava em casa nesse dia, e eu sabia que estaria, então arrumei uma desculpa pra sair rapidão e deixar os dois sozinhos, mas antes puxei ele num canto pra falar: — Vou dar uma volta pra você ficar mais à vontade com a Nati. Me manda mensagem quando terminarem. Ele ficou incrédulo por uns poucos segundos, e perguntou: — Passe livre então? — Sim, mas deixa ela pensar que eu não sei. Diferente das outras vezes, eu estava no controle da situação, eu não iria descobrir uma traição de surpresa porque eu já tinha aceitado que ia acontecer e resolvi lidar com isso já no começo. Saí de casa pra ir no mercado mas fiquei numa praça por perto, quando meu irmão mandou um “pode voltar pra casa, seu corno kkkk” eu passei no mercado e voltei. Dei um beijo longo na boca da Nati com meu irmão na sala, e dei uma piscada discretamente pra ele. Diferente das outras vezes, em que eu sentia raiva do meu irmão se envolver com todo mundo que eu trazia em casa, dessa vez eu estava tranquilo. Com meu pai levou um pouco mais de tempo, mas com certeza meu irmão tinha contado que agora eu ficava de boa quando ele comia minha namorada, e o folgado passou a ficar com ela quando eu levava ela lá sem eu sair de casa. Um mês depois eu percebi que meu pai tinha enfim inaugurado sua presença na bucetinha gostosa da Nati, quando percebi conversas entre os dois pelos cantos da casa, depois umas fugidas dela que coincidiam com as do meu pai, e confirmando minha suspeita eu chamei meu pai pra conversar. — Tá curtindo a Nati, pai? — Ela é uma menina muito boa. — Ele desconversou. — To falando se tá curtindo transar com ela. Eu já sei, e tô de boa com isso. Ele então deixou de se fazer de bobo e respondeu: — Já era agora de você aceitar que tem vocação pra corno manso. Só me tira uma dúvida? — Claro! O que é? — respondi sem imaginar o que viria a seguir. — Todo corno manso que conheço também curte levar pica no sigilo, é o seu caso também? Eu quase me engasguei pelo susto que tomei com essa pergunta, não imaginava uma pergunta dessa. — Nada a ver isso, pai. Tirou isso de onde? — Eu disse ainda em choque. — Já comi todas as irmãs e cunhadas da sua mãe, e os maridos que descobriram e ficaram mansos, ou eu já tinha comido, ou acabei comendo depois. Isso colocou um mundo de dúvidas na minha cabeça, e minha cara entregava isso pro meu pai, que continuou: — Se for o seu caso também, saiba que seu pai não tem preconceito nenhuma, e que minha pica ta a sua disposição assim como está pra Natália. — Ele deu uma pegada forte no malote, que era um volume e tanto, que já estava endurecendo. Eu fiquei em completo choque, a última coisa que eu pensei seria que meu pai estaria oferecendo aquele cacete pra mim, seu próprio filho. — Nã-Não, pai… — gaguejei — Eu só-só sou corno mesmo. Ele riu e disse: — Por enquanto, se quiser descobrir se gosta de ser enrabado, a oferta sempre estará de pé, e vou curtir muito ser o primeiro a te traçar. Eu saí o mais rápido possível dali, esse lance tava ficando maluco demais. Dias depois contei ao meu irmão sobre a conversa, e a resposta dele foi: — Mas o pai tá certo, mano — ele disse rindo — o velho tem experiência. Nosso primo Lucas, por exemplo, eu passei a comer na encolha depois que a esposa dele começou a dar pra mim. E tem o Fábio, meu amigo, que eu como ele e a esposa juntos. — Porra, vocês dois não tem gente mesmo, né? — eu disse boquiaberto. — É a cadeia alimentar, se não tivesse macho como eu e o pai, se tem otário igual você desejando ser corno tem que ter comedor o suficiente pra realizar. — Fdp, eu não desejei ser corno, vocês dois que se envolvem com toda namorada que eu tenho — eu disse menos irritado do que deveria ter ficado. — Mano se tu deixassem as minas gostosas que você namora satisfeitas, elas não dariam mole pra gente. Você sempre teve perfil pra corno, e pra ser honesto acho que você vai curtir muito levar rola também. — Vai se fuder, Marcos! — xinguei rindo — Só tô sendo sincero, e não querendo atravessar nosso pai, você também tem meu cacete a disposição quando quiser assumir esse lado seu. Você tem um rabão, e eu e o pai já falamos que se tu curtisse ele não ia ter descanso. — Ele pegou na mala, que também começou a ganhar forma. E assim como com meu pai, eu fugi dali o mais rápido possível. Nos meses que se seguiram tanto meu amigo Thiago, quanto meu pai e meu ir ao Marcos continuaram comendo minha namorada, e eu fingia que não sabia, apesar de ela passar a esconder cada vez menos seus flertes com os três e suas saídas. E quanto mais ela deixava isso explícito, meu tesão nessa situação toda aumentava, eu estava doido pra contar pra ela que eu sabia e que gostava de saber que estou compartilhando ela com pessoas as três pessoas mais importantes da minha vida, mas eu ainda tinha muito receio e vergonha. E na medida que as pessoas ao redor percebiam que minha namorada me traia, e que achavam que ou eu era idiota demais pra perceber ou que eu sabia e era manso, mais honens flertavam com ela, e para alguns ela correspondia e vez ou outra me traia com algum outro cara, mas nada recorrente como era com os três primeiros que ela transava sempre. Nesse período ela me traiu com um colega dela de trabalho, me traiu com um cara que cantou ela num bar e trocaram telefone discretamente e também me traiu com um dos meus primos no sítio da minha família. E o tesão que eu sentia nisso tudo me consumia, eu passei a querer assistir ela transando com alguém e cheguei a pensar em pedir pro meu irmão arranjar um jeito disso acontecer discretamente mas estava evitando falar disso com ele e com meu pai depois que descobri que ambos queriam me comer. A outra possível era pedir pro Thiago, que seria uma boa, mas ele e Nati transavam sempre em motel e não teria como eu entrar com eles sem ela me ver. No fim acabou acontecendo de forma espontânea, numa das tardes de domingo no sítio, a família começou a ir embora e eu tinha descido bem mais cedo até um lago que temos na propriedade e fiquei bastante tempo. Quando voltei no final da tarde só tinha o carro do meu pai lá, minha mãe tinha ido embora no meu pra levar minha tia e eu esqueci de avisar pra Natália, e como ela não me viu depois disso, supôs que eu tinha ido embora. Meu pai e meu irmão deviam saber que eu ainda tava por ali, mas como eles sabiam que eu compartilhava ela de bom grado com os dois, não se preocuparam. Entrei na casa com cuidado pra não fazer muito barulho e quando cheguei no corredor do segundo andar passei a ouvir: — ISSSSO! Chupa gostoso, putinha… Achou que eu não sabia que tu tava dando pro meu pai também? — A voz era do meu irmão, e quando me aproximei da porta, que estava aberta, eu vi Natália de quarto na cama com meu irmão em sua frente tendo a rola manada por ela e meu pai atrás chupando sua xoxota. Meu irmão logo me viu, mas fiz um gesto de silêncio e ele assentiu discretamente com a cabeça. Meu pai logo se levantou, encaixou a pica na bucetinha lisa da Nati e disse: — Agora você vai sentir pai e filho ao mesmo tempo, vagabunda. — e deu um tapão na bunda dela, que gemeu em resposta mantendo a rola do meu irmão na garganta. Meu irmão fez sinal pro meu pai, que olhou pra trás e me viu fazendo novamente o gesto de silêncio. Quando ele colocou a rola pra dentro e abriu um pouco as pernas pra eu conseguir ver entrando na minha namorada, percebi que o sem vergonha do meu pai comia minha mina sem camisinha, enquanto a vagabunda me faz usar toda vez pra se fazer de santa e responsável. Mas meu choque mesmo foi com o tamanho daquela ferramenta, eu já imaginava que meu pai fosse tivesse um dote legal até porque meu pau não é de se reclamar (18cm grosso e estou satisfeito com ele) e algum segredo ele tinha pra atrair tantas mulheres e viados, mas o que eu vi foi uma benga que só se vê visto em filme: tinha pelo menos uns 22cm (o que confirmei um tempo depois, mas era outra história) e era grossa como uma lata de coca. Eu me perguntei como meus primos e tios tinham conseguido levar aquilo tudo no cu, e confesso que imaginar isso me trouxe um arrepio imediato. Eu já estava com tesão vendo minha namorada de quatro servindo aos dois machos da família, mas foi a rola do meu pai e eu imaginando ela entrando num cu que fez meu pau pulsar e babar como nunca antes… Marcos tirou o pau da boca da minha puta e bateu com ele na cara dela, me permitindo analisá-lo melhor, e logo veio um segundo choque: pelo jeito o menor pau da família Borges era o meu, porque meu irmão tinha um pau quase tão grosso quanto o do meu pai, e o pouco que ele perdia em grossura (e ainda assim era muito grossa, bem mais do que a minha, inclusive), ele ganhava em comprimento, tendo cerca de 24cm, e na chapeleta que era maior e um pouco mais grossa que o resto do corpo. Era uma pica absurdamente linda, outra coisa que só se vê em filmes, e pensar nisso fez meu pau pular no short de novo e um calor subir meu corpo todo junto de um arrepio que percorria minha espinha. Eu estava em transe, e sem me dar conta puxei meu pau da cueca e comecei a me masturbar, foi muito difícil controlar a respiração sem fazer barulho com aquele tesão animalesco que eu sentia, pensei em entrar lá e participar da brincadeira mas me segurei por medo de isso interromper o clima e eu não poder assistir mais essa cena linda. Ao mesmo tempo eu queria fazer coisas que eu não teria coragem de pôr em prática: pegar na rola do meu pai e do meu irmão, mesmo que seja só pra sentir o calibre e o calor, o pulsação e as veias proeminentes, pra então direcionar pra buceta da minha namorada. Na real eu queria mais que isso, mas me faltava coragem. Nati começou a gemer intensamente, meu pai logo estava cobrindo ela como um cavalo cobre uma égua no cio. Gemia como nunca nenhuma mulher gemeu comigo, e então pensei que eu tenho sorte de ter meu pai e meu irmão na minha vida pra proporcionar para as minhas namoradas o que eu nunca seria capaz… Me senti ingrato por todas as vezes que briguei com os dois por transarem com minhas outras namoradas, afinal eles estavam prestando um serviço essencial no meu relacionamento: estavam sendo o macho que eu não era capaz de ser na cama, e talvez meus relacionamentos só tenham durado porque na minha falta tinha o meu pai (Luiz) o meu irmão (Marcos) e meu melhor amigo (Thiago) fazendo a namorada da vez feliz e realizada na cama. Me segurei um pouco pra não gozar rápido demais, meu irmão sinalizou pra eu me esconder de volta no corredor e depois fez um barulho que entendi como um sinal de que podia me aproximar novamente, quando voltei ele estava deitado na cama e Nati cavalgava nele de costas pra porta onde eu estava. Ele assim como meu pai, não estava usando camisinha com ela, mas depois de toda essa reflexão pensei que estava em casa, se eu for compartilhar minha namorada com pessoas que são tão importantes pra mim, porque não deixaria eles sentirem ela no pelo? Meu pai estava em pé na cama sendo mamado, e perguntou pra ela: — Não vai liberar o cuzinho pra mim nunca? E ela tirando a rola da boca, respondeu: — No cu não, é muito grosso, fica só na buceta mesmo. — Você já meteu nesse cuzinho, Marcos? — meu pai perguntou ao meu irmão, que prontamente respondeu: — Já tentei mais essa putinha arregou, não dá o cu pra mim de jeito nenhum. Bem que você podia deixar a gente botar as duas picas juntas nessa buceta então, né princesa? — De jeito nenhum, vai me rasgar! Pelo menos eu tinha alguma coisa dela que os dois não tinham: ela me dava o cu, e pelo menos o cu ela me dava no pelo. Não vou dizer que era exclusivo meu porque não duvido que Thiago coma o cu dela também, inclusive fiz uma nota mental pra perguntar depois. Os dois vendo que ela não aceitaria uma DP com um na buceta e outro no cu, nem com os dois juntos na buceta, colocaram ela de novo de quarto e se revezaram entre a buceta e a boca da Nati até gozarem, os dois gozaram dentro da bucetinha da minha putinha. Senti vontade de cair de boca na buceta dela ela sentir o gosto do meu pai e do meu irmão junto com o da buceta dela, mas me afastei e sair da casa rápido e silenciosamente, depois de uns 15 minutos apareci como se tivesse acabado de subir do lago e me diverti com o susto que ela tomou e com a a paranoia de ter sido vista. Respondia a um “onde você tava?”, “você subiu quando, que eu não te vi?” e outras perguntas. E descobri ali que meu irmão e meu pai mentiram pra ela que eu tinha ido embora com a mamãe, logo, eles planejaram tudo pra eu assistir eles fodendo minha princesa. Talvez eles quisessem que participasse, mas não foi dessa vez. Meu mano chegou no meu ouvido discretamente e disse: — Deixamos nosso leite grosso na buceta da sua puta pra você experimentar e saber o que tá perdendo, se tu curtir o presentinho, pode conseguir direto da fonte também. Um calor subiu de novo, meu pau pulsou de novo na cueca e eu lembrei que não tinha gozado ainda, entramos no carro e voltamos pra cidade. Chegando em casa, levei Nati pro quarto impaciente sobre protestos delas de que precisava tomar banho, mas eu tava decidido que se já estava no fogo eu iria me queimar, eu iria sentir chupar as buceta da minha namorada cheia do leite grosso que meu pai e meu irmão deixaram de presente lá dentro pra mim! Mas isso é coisa pro próximo capítulo…
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