No conto anterior (Onde como eu, comem todos 1: compartilhei a namorada com meu pai, irmão e melhor amigo) eu contei que nunca tive uma namorada que não acabasse sendo traçada pelo meu pai e irmão, e que meu melhor amigo, o Thiago também tinha um costume muito feio de transar com ficantes e namoradas dos amigos. Isso me incomodava muito até que, assim como a minha mãe que decidiu aceitar a natureza de comedor do meu pai e conviver com as traições como se não tivessem acontecendo até dentro da casa dela, resolvi aceitar que eu sou corno e que minhas namoradas sempre serão compartilhadas com eles. A diferença entre eu e minha mãe é que em vez de tapar o sol com a peneira eu trabalhei a aceitação e quando conheci Nati, eu fiz dela a primeira que já começou a ser comida por eles com a minha benção. No fim do conto anterior eu tive a primeira experiência assistindo minha namorada a sendo fodida, quando meu pai e irmão armaram pra eu pegar eles com ela, e os dois sacanas gozaram dentro dela e me avisaram que era um presente pra eu sentir o gosto chupando ela.
Enfim, quando chegamos do sítio naquele dia a Nati estava exausta depois de levar as duas pirocas mais grandes e grossas que eu já vi, mas eu tava doido pra deitar ela na cama, e ficar no meio das pernas dela enfiando minha língua o mais fundo possível na xoxota que devia estar cremosa de tanta porra. Ela viu que eu estava com tesão, então tentou fugir pra um banho antes mas segurei ela firme e arrastei ela pro quarto, ela estava desesperada porque sabia que aquela buceta tava uma bagunça e ia ficar meio óbvio que alguém tinha leitado ela. Mas ela sabia que eu assisti tudo…
Percebi que não havia como eu me esbaldar naquela buceta e me deliciar na leite grosso dos dois machos sacanas — que estavam há tempos tentando me convencer que todo corno manso também curtia levar pica — sem expor a ela que sei que estou sendo traído e que estava amando.
Mesmo que eu não fale nada, assim que eu cair de boca numa buceta claramente leitada até a tampa, ela vai ligar os pontos. Eu sabia que a melhor opção era deixar isso pra lá, manter meu status de corno manso conhecido apenas para os três comedores, mas a ideia de sentir o gosto do leite do meu próprio pai e irmão tinham me enfeitiçado num nível surreal. Nada mais me importava além de concretizar aquela fantasia, e quando entrei no quarto e vi que ela não iria liberar a bucetinha se eu não deixasse ela tomar banho pra esconder os vestígios do “crime”, eu fiquei sem saída e tive que me assumir pra ela:
— Amor, eu sei de tudo! Relaxa, não vou ficar bravo com você.
— Sabe de tudo o quê, Alan? Ficou maluco?
— Do que você, meu pai e meu irmão fizeram hoje lá no sítio. Eu vi tudo! — Tentei manter a voz terna e carinhosa pra evitar que ela pensasse que eu estava decepcionado ou algo assim, mas não funcionou muito.
Ela começou a chorar, e se desculpar:
— Amor, desculpa, eu não devia ter feito isso com você…
Eu me aproximei, beijei a boca dela com carinho e acariciei o rosto dela e continuei a me assumir:
— Nati, relaxa, eu sei desde sempre! Eu sei do Thiago também, e não deixei de te amar em momento algum. Quando você conheceu meu irmão aqui em casa e eu deixei vocês dois sozinhos era pra te deixar mais à vontade com ele, pra se conhecerem melhor.
— Então você sempre soube que eu te traia?
— Desde o primeiro dia com o Thiago lá na balada, depois que vocês voltaram eu perguntei se ele tinha curtido, inclusive. Então eu sei e eles sabem que eu sei. — Eu disse sorrindo.
— E porque você não me contou antes? — Ele perguntou brava.
— Sei lá, fiquei com vergonha, sabe? Os três sempre ficaram com minhas ficantes e namoradas nas minhas costas, quando te conheci resolvi aceitar que sou corno e avisar aos três que com você eles poderiam ficar já cientes de que eu não iria ficar chateado.
Aproveitei o momento de ternura onde ela abaixou a guarda, acariciei os seios dela por baixo da blusa e deitei ela na cama enquanto a beijava.
Tirei a blusa que ela estava usando, suguei os seus peitos e deslizei minha mão pra baixo dos shorts curtos que ela usava, assim que meus dedos iam tocar naquela buceta inchada de tanto levar pica grossa, ela tentou me alertar.
— Amor, é que… — mas eu não deixei ela continuar.
— Eu sei, amor, e eu quero assim mesmo.
Eu enfim toquei e enfiei levemente meus dedos, confirmei que ela continuava cheia, então pra minha sorte ela não tinha nem limpado rapidamente no banheiro lá no sítio. A confirmação de que eu teria o leite quentinho do meu pai e o Marcos direito da buceta da minha amada me voltou pro mesmo transe hipnótico que ver os dois paus sendo enterrados dentro dela. Confesso que ao mesmo tempo eu tinha muito medo do que a Nati ia pensar depois que eu concretizasse o que eu estava prestes a fazer, mas a vontade era mais forte do que eu, como se tomar degustar aquela porra quente fosse algo que eu tivesse destino a fazer, eu percebi que estava tremendo muito e me assustei com essa constação.
Eu pensei que eu fosse desmaiar ali, e a ideia de isso acontecer e eu perder a chance de limpar aquela buceta com a boca me aterrorizou, então eu num impulso puxei o short pra baixo e já levei a calcinha junto, os segundos entre o momento que comecei a tirar o short e o momento em que minha boca enfim tocou nos lábios daquela bucetinha não existem na minha memória, é como se eu tivesse fora de mim, mas parece que tudo se acalmou quando enterrei minha cara ali, senti o cheiro de porra e então eu enterrei minha língua o mais fundo que pude e e quando puxei de volta pra minha boca ela carregava o líquido viscoso que eu tanto almejava…
Pelos próximos muitos minutos eu fiquei ali, consumindo a porra do meu pai, a mesma matéria prima que me gerou, misturada com a do meu irmão que também foi gerado a partir da porra misturada ali. Não sei porquê, mas me parecia certo, parecia que estranhamente natural pra mim, e eu suguei e lambi intensamente toda a porra que tinha ali junto com o mal da buceta que eu já conhecia bem, não deixei uma única gota lá, passei a língua em cada cantinho e por tanto tempo que quando me toquei fiquei com receio de estar sendo incômodo pra Nati, mas ela gemia gostoso e com mais algumas sugadas no clítoris ela gozou na minha língua.
Sai de cima da buceta pra cobrir ela com meu corpo, sua boca capturou a minha e chupou minha língua como se também quisesse sentir o gosto que meu pai e meu ir ao deixaram nela. Encaixei meu pau dentro dela, e fodi intensamente a minha puta de forma que nunca tinha fodido ninguém é explodi num orgasmo tão intenso que meu corpo todo tremia, e caí num sono profundo até o dia seguinte.
Quando acordei beijei a Nati e ela se arrumou rápido e saiu correndo pra ir pra casa, quando eu saí do quarto e encontrei meu pai e irmão na cozinha onde tomavam café da manhã.
— Café? — Meu pai ofereceu levantando uma xícara, e meu irmão completou:
— Tem leite também, de saco, igual o que você deve ter tomado ontem pelos gemidos que ouvi. Gostou do nosso presente?
Me sentei na mesa, respirei fundo e pensei como responder aquilo quando eu estava coberto de vergonha, a ressaca moral era uma lástima. Então eu disse:
— Café, por favor! — e resolvi provocar— Mas você está certo sobre o leite, maninho, mas foi uma experiência intrigante… E não sei se quero repetir.
— Como mente mal! — meu pai riu — Não puxou a nossa cara se pau, Marcão. Não só gostou como está doido pra tomar de novo, e se quiser tomar o leitinho do papai agora vai ter que vir tirar da fonte. Não vou deixar mais uma surpresinha igual a de ontem. Era só degustação.
Os dois riam da minha cara de otário, e o que me incomodava era que eles estavam certos, eu tomaria feliz aquele leite de novo no lugar do café que estava tomando agora.
— Do mano aqui também vai ter que ser da fonte, viu? Se quiser leite de saco vai ter que mamar igual bezerrinho. E pelo desespero que você tava pra mamar na buceta inchada que deixamos, não vai demorar muito pra você soltar esse cu na nossa mão também.
— Vão se ferrar os dois. — Respondi no ódio. Minha mãe ia ficar o dia todo na loja que ela era dona, eu e meu irmão só sairemos à noite pra faculdade e meu pai a maioria dos dias toca os negócios da família de casa mesmo, vai algumas poucas vezes no escritório. Eu teria que aturar os dois babacas me perturbando o dia todo…
— Mas falando sério, filhão, tu curtiu, certo? — Meu pai falou num tom mais apaziguador.
— Tá bom, curti demais, fiquei louco tomando a porra de vocês dois na buceta da minha mina, estão satisfeitos agora?
— Pois então, qual o problema disso? — meu pai continuou, usando sua lábia contra mim — Você curte leite de macho, não tem nada demais nisso e ninguém tem nada com isso. O que eu e seu irmão estamos tentando dizer é que não há lugar mais seguro pra você ter acesso ao produto, do que no seio da própria família, tá ligado?
Pior que o canalha tinha razão, eu não tinha vontade nenhuma de ser viado abertamente, apesar de não ter nada contra quem era, e apesar de eu não ser um macho reprodutor à moda dos dois a minha frente, eu curtia muito uma xoxota quentinha abraçando meu cacete, então não sair dando bandeira pra qualquer um era o mais seguro pra eu poder curtir os dois mundos sem problema.
Os segundos que passei reflexivo animaram os dois safados, que se olharam animados. E então eu enfim concordei que meu pai estava certo:
— Bom, nisso você está certo. Mas não aceitei muito a ideia de colocar um pau na minha boca, e se eu deixar de me sentir homem por isso?
— Filho, uma coisa é viado macho que curte soltar o cu na rola de outro macho, mas não deixa de ser macho por isso. Otra coisa é viadinho mesmo, que curte coisa de viado e vive como viado, e não to falando que isso é ruim ou errado, eu meto pica igual e até tem dia que saio pra caçar algum viadinho assumido que queira levar madeirada.
— Um viadinho tem seu valor. — Marcos completou rindo.
— Quando o pai aqui fala que você é um corno manso e viado, não to falando que você vai sair por aí cantando Madonna e vestindo cor de rosa, a gente sabe que você é macho, que curte buceta e tudo mais. Só que você pode ser macho sentando na nossa pica, tomando leitinho grosso na fonte e você vai ser muito mais feliz assim.
Eu fiquei com tesão ouvindo aquilo? Fiquei e muito. Eu estava convencido? Quase… Faltava pouco pra eu me entregar pros dois canalhas da minha família. E meu pai estava disposto a perseguir seu objetivo:
— Filho, olha como o pai tá aqui… — ele se levantou exibindo um volume descomunal com uma pegada gostosa. — O pai tá sonhando todo dia com esse boca sua na minha trolha, com esse cuzinho sendo liberado pra mim. Eu to aqui na vontade sem poder te ter porque você tá nessa besteira toda pra não assumir que você gosta de fazer amor com a bunda.
Meu irmão abriu as pernas e mostrou um volume imenso também. E disse, sem tom de zueira.
— Eu também tô te desejando faz tempo, mano. Na real quero esse rabo desde sempre, quando éramos mais novos eu comia suas namoradinhas imaginando eu comendo você.
— Então quer dizer que se eu tivesse te dando o rabo eu não teria tido a experiência de todas as minhas namoradas me traindo com você?
— Sam chances, você é o mais boa pinta de nós três e só namora mulher gostosa, se até seu melhor amigo se aproveita disso pra comer mina gostosa, porque eu que sou irmão na faria o mesmo? Eu só não ia descontar nelas a minha frustração por não poder socar no seu rabo quando alguma delas topava me dar o cuzinho, e nem todas topavam. Mas a maioria das vezes que você descobriu foi intencional da minha parte, eu sabia que ia chegar a hora que você ia assumir a vocação de corno manso e de corno manso pra rebolar no meu pau era um pulo, como foi com um monte de parente nosso.
Aquele papo era bizarro? Sim! Mas fazia muito sentido, era 100% a forma que os dois viciados em buceta e cu da casa pensavam.
— Já chega, gente. Confesso que eu realmente passei a ter vontade de dar uma mamada nos dois, e também chegue a pensar como seria alguém socando no meu rabo, só que depois que vi o tamanho e principalmente o calibre da jeba dos dois, sem chances de eu soltar meu cu na mão de vocês. Meu cu nunca mais será o mesmo.
E esse papo todo era um xadrez verbal e por mais que eu achasse que estava no controle da situação, o xeque-mate era montado por dois homens bem mais experientes do que eu no quesito em questão. E eles já tinham tirado de mim a confirmação que precisavam: eu havia assumido que adorei chupar e buceta cheia de porra que era a armadilha os dois prepararam pra mim, estava doido de vontade de cair de boca na pica deles, estava ficando maluco imaginando como seria sentir dos montando em mim e enterrando as pirocas monumentais que ambos tinham.
Eu caí feito um patinho, e eles não precisavam de mais nada já que sabiam que eu não tinha condições nenhuma de me controlar caso qualquer um dos dois partisse pro ataque.
Meu pai se aproximou, com aquele volume imenso sob a calça, e ficou ficou rapado bem próximo de mim… Eu estava sentado e ele de pé, então aquele volume estava na altura do meu rosto e eu sentia o calor intenso que emanava dali. Meu irmão arrastou a cadeira pra mais perto de mim, e a minha tremedeira era evidente e era causada principalmente pelo esforço que estava fazendo pra resistir e não aproximar meu rosto mais ainda com medo que o cheiro daquela pica tivesse em mim o efeito devastador que o sêmen dos dois causou em mim na noite anterior, assim que eu sentir o cheiro e minha língua o tocou ao mergulhar naquela buceta que tinha sido levada ao cansado pelos pouco tempo antes.
Senti a mão do meu irmão pegando a minha e levando-a com suavidade em direção do seu volume marcando no short e ao mesmo tempo meu pai puxou a outra e fez o mesmo. A delicadeza com que fizeram testemunhava contra mim: eu tinha total condições de puxar ela de volta e evitar o contato, mas não o fiz.
Minha mão tocou naquele volume imenso e os dois fizeram questão de apertar ela ali e fizeram aquele pedaço de carne e músculo se movimentar debaixo do short, e a minha reação foi o ápice da humilhação: eu suspirei e deixei escapar um gemido. Tendo o que precisavam pra me levarem ao delírio e para que aqueles membros invadissem meus sonhos, o meu pai fez seu último movimento se aproximando do meu ouvido sem tirar minha mão do seu cacete:
— Pensa bem… Realmente, depois de você nos dar o prazer de te possuir, e sentir o prazer que é ter o seu rabo preenchido por um macho viril, você e esse cu nunca mais serão os mesmos, mas eu duvido que você não queira de novo. E o seu medo é viciar na tora do papai e do seu mano, mas se tu viciar na pica vai ter os dois viciados em cu pra enterrar ela em você todo dia.
Tendo dito isso, ele foi pro seu quarto e meu irmão ficou onde estava, e eu só um percebi que permaneci com a mão na sua pica quando ele enfim falou algo:
— Tá vendo como você curte pica? Tá gostoso pegar na minha? É mais gostoso sentir ela na garganta, vai por mim! — Ele se levantou e saiu rindo.
As próximas horas foram tortuosas, fiquei no meu quarto alternando entre querer invadir o quarto de qualquer um dos dois e me entregar a essa vontade louca de ser viado na mão daqueles caralhudos caralhudos, tentar me distrair com qualquer outra coisa (sem nenhum êxito porque pensei nos dois o tempo todo) e contratar um garoto de programas em um site qualquer e ganhar pirocada de algum macho que não tenham o pau de um cavalo no meio das pernas, afinal ter a virgindade tirada por um jumento não me parecia nem um pouco confortável.
A última ideia era até boa, mas não me parecia certo. Eu tinha um sentimento de que se eu realmente fosse liberar meu cu pra algum macho, sabendo que meu pai tem vontade de me comer desde mais novo, ele merecia ter o prazer de ser o primeiro a me invadir com a ferramenta que me colocou no mundo, o problema era que essa ferramenta me arrombaria com toda certeza do mundo… E no fim entendia que o que eu tinha era medo, assim como eu tinha medo de expor pra Nati que eu era corno manso. Até quando eu brigava com os dois por meterem nas minhas outras namorada, eu fazia por medo de que elas me deixassem e ficassem com eles… Mas desde que socializei de forma oficial a minha namorada com meus parceiros de vida (mesmo sabendo que se eu não tivesse feito eles estariam comendo do mesmo jeito) eu sou um cara muito mais realizado e feliz. Talvez o medo seja mais pela mudança, do que pelo calibre do cacete que me aguarda, e por mais que eu também pense que meu irmão também fosse adorar me enrabar primeiro, creio que ele há de concordar que meu nosso pai tem esse direito.
Eu estava convencido que queria experimentar, mas iria com muita calma, e se a vontade que eles de me possuírem tem é tanta assim vão ter paciência pra que isso aconteça da forma mais prazerosa possível!
Só que isso vai ficar para o próximo conto…