Noite quente de verão na capital da Louisiana: um calor insuportável. Na correria de chegar a casa, Larry entrou quase voando dentro do prédio sem cumprimentar direito nem o porteiro. Ele chamou o elevador, que não demorou a chegar. Assim que entrou, o mesmo percebeu que tinham contratado uma ascensorista nova: loirinha, olhinhos puxados, branquinha, sorriso largo, ar de sonsa, baixinha, coxas grossas, seios médios... Uma tentação em forma de mulher que a farda não conseguia esconder. Assim que ele entrou no elevador, com uma voz delicada ela perguntou: - Boa noite, qual o andar? - Décimo, por favor. Mal a porta se fecha, Larry começou a puxar assunto com a ascensorista. Ela não era daqui, era do Kentucky, mas não era da capital, tinha se mudado recentemente pra cá e por sorte, arrumou esse emprego rápido. Antes que a porta do elevador pudesse fechar, ela entrou correndo, quase arriscando ficar presa entre o lado de fora e o de dentro, no meio da porta do elevador. - Espera aí! - gritou. Larry não pode acreditar que depois de algumas semanas após a primeira vez, ia encontrá-la. E lá estava ela na frente dele, com os mesmos cabelos vermelhos compridos, o mesmo olhar melancólico, os mesmos cinquenta anos, só que agora com outro brilho no olhar, outro sorriso no rosto, outro ar de alegria. E olhava para o rapaz como quem encontrava alguém que já conhecia a muitos anos. Ela usava um vestido curto de alcinhas cor-de-rosa, nada muito chamativo, algo simples e casual. Antes que ele pudesse dizer um "oi" ela o segurou e lhe deu um beijo demorado de língua, que foi rapidamente correspondido. A ascensorista ficou até um pouco envergonhada com a cena e pigarreou um "râm-râm", fazendo o casal se tocar de que não estavam sozinhos. Após o beijo, Larry perguntou: - Nossa Annabel, que surpresa boa e ainda mais à uma hora dessas. Você tem parente aqui nesse prédio? - Na verdade eu moro, por coincidência dessa vida, no prédio aqui de frente ao seu. Estava chegando da casa de uma amiga quando vi você passar e entrar aqui. Tentei chamar, mas não deu tempo. Aí resolvi correr pra ver se te alcançava e olha aonde eu vim parar de novo: nos seus braços. - Hum... Legal. Eu moro no décimo andar. Vai demorar um pouco pra chegar e eu não vou poder deixar você ficar por muito tempo, pois já está tarde. - Tudo bem. Eu fico com você alguns minutos e vou embora. Eu corri pra te ver porque aquele dia na festa de casamento foi uma loucura. Aquela sua atitude foi inesperada. E ninguém nunca tinha feito aquilo por mim, nunca tinham tido a coragem de me cantar tão abertamente com uma cantada que valeu a pena. - Se continuar falando assim, você vai ficar no segundo andar viu? Está me deixando ruborizado. - falei pra ela num tom de brincadeira. - Deixa disso seu besta! - falou ela sorrindo e me deu outro beijo. Dessa vez mais intenso. Novamente a ascensorista fez o seu "râm-râm" pra avisar que os dois não estavam sozinhos. Larry parou de beijar Annabel, ela apoiou a cabeça em meu peito e o abraçou. O rapaz passou as mãos em suas costas e, ao chegar na cintura dela, percebeu que Annabel estava sem calcinha. - Como você teve tempo de tirar a calcinha antes de vir pra cá? - cochichei em seu ouvido. - Num calor desses, você acha que muita gente anda de calcinha e cueca por aí? - respondeu. - Até que não, pois eu também não quis usar cueca pra sair hoje a noite. - Percebi pelo pau duro que estou sentindo aqui. - É pra você essa excitação toda. Mas só quando chegarmos ao apartamento. De repente algo inesperado acontece: um apagão. O elevador parou entre o nono e o décimo andar. Tudo escuro, ninguém via nada. Annabel abraçou Larry bem forte, com um pouco de medo. Mas um beijo quente dado pelo rapaz fez com que ela se acalmasse e relaxasse. A ascensorista não podia mais falar o "râm-râm", pois não estava vendo nada. Alguns minutos depois, uma luz de emergência se acende dentro do elevador. Mas a visão ainda não é a mais perfeita, fazendo com que desse pra enxergar apenas algumas coisas. Na mesma hora em que Annabel beijava Larry, ela segurava o pau dele por cima da calça. A mão dela era bem macia e sabia como pegar e apertar um pau. Ela gemia e lambia o ouvido do rapaz, dizendo que "não conseguia mais me esquecer", "que depois daquele dia o corpo dela reage toda vez que pensa em mim", "que largou o ficante por causa dele", etc. Larry também não ficou parado. Ele acariciou os seios dela, deixando os bicos bem duros por cima do vestido. Colocou pra fora e deu uma mamada forte em cada um, fazendo Annabel enlouquecer de tesão. Os dois estavam numa esfregação indo pra uma trepada, quando de repente, o rapaz sente uma outra mão procurando o pau dele: era a ascensorista. Larry estava tão louco pela Annabel, que tinha se esquecido da ascensorista dentro do elevador. Ela estava ouvindo tudo e aquela putaria toda fez ela ficar excitada também. Agora eram duas mãos disputando o pau do rapaz. Annabel, não querendo comparações entre ela e a ascensorista, tratou de descer o zíper da calça de Larry e sacar o pau dele pra fora. Elas duas então se abaixaram, se entreolharam mesmo na penumbra e começaram a mamar o pau dele. Ora ele estava na boca de uma, ora na boca da outra. O cheiro de sexo invadia o ar e deixava o ambiente pervertido e tomado pela luxúria. Annabel largou o pau de Larry e ficou em pé, levantou o vestido e se posicionou pra montar nele. A ascensorista ajudou a encaixar o pau do rapaz na xota de Annabel, que estava totalmente inundada de tesão. Ela mordeu o ombro de Larry, na hora em que entrou tudo e começou a rebolar bem devagar em cima dele. O rapaz não fez por menos e começou a socar bem devagar e bem fundo. Ela gemia alto, mas Larry tapava a boca dela com um beijo. A excitação era tanta, e ela estava tão melada, que era inevitável o pau não escapar de dentro dela. Mas para prazer maior, a ascensorista dava uma chupada nele e colocava dentro da Annabel novamente. E quando o pau de Larry não escapava, a safadinha lambia as bolas dele e o rabinho de Annabel, que estava quase gozando com aquelas quicadas. Eles continuaram os movimentos por mais uns quinze minutos e Annabel gozou loucamente, pois deu pra perceber a intensidade do gozo dela quando aquele sexo ensandecido pelo desejo dela apertou o pau do rapaz. Ainda de pau duro e sem ter gozado, foi a vez agora de traçar a ascensorista. Como ela estava de calça, Larry desceu as calças e a calcinha dela até o joelho, colocou-a de frente para a parede e começou a pincelar o meu pau nela, que ainda estava todo melado e gozado pelo orgasmo de Annabel. Como ainda estava escuro e na penumbra, assim que Larry encontrou um buraquinho na ascensorista, tratou logo de enfiar tudo. Quando ela sentiu que estava sendo invadida, gritou: - Ai seu puto! Você está enfiando no meu rabo! Tira seu cachorro! Tira! Tira... Oh... Fode minha bunda seu tarado! Assim... Atola esse pau todo no meu rabo... Isso! Ela gemia e se masturbava que nem uma depravada, pedindo mais e mais vara na bunda. E Larry fodendo cada vez mais fundo dentro dela. - Me arromba seu puto! Goza dentro do meu rabo! Aquilo tudo só servia pra deixar o rapaz com mais tesão e mais dureza. Annabel ainda se recuperava do orgasmo, mas ouvia tudo o que estava acontecendo. Larry sentiu as mãos de Annabel acariciando as bolas dele, enquanto ele metia fundo no rabinho da ascensorista. Não demorou muito e ela também gozou, apertando o pau do rapaz com as pregas. Assim que gozou, ela ficou mole no pau de Larry, como carne no espeto. As duas ficaram sentadas uma perto da outra e ele em pé, suado, cansado, mas ainda de pau duro sem gozar. Elas ficavam acariciando o pau dele, como se estivessem pedindo alguma coisa. Nisso Annabel começou a masturbar o pau de Larry e a ascensorista a beijá-lo. O rapaz começou a se masturbar e mandou as duas safadas ficarem de rostinho colado. Ele masturbou-se até gozar no rosto das duas, que tomaram a porra quente e grossa do rapaz, sem nem perguntar nada. Depois de se limparem, os três ficaram ainda mais meia hora descansando até que a energia do prédio pudesse voltar e o elevador subisse até o décimo andar. Larry despediu-se da ascensorista e entrou em seu apartamento com Annabel. Lá ela ligou pra casa dela avisando que ia passar a noite na casa de uma amiga. Os dois tomaram banho juntos e tiveram relações sexuais até altas horas da madrugada. Pela manhã eles se despediram, olhando dentro dos olhos de cada um, um desejo que crescia cada vez mais.
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