A FLOR INFIEL - parte 02


Aquela mistura de sensações foram tomando conta do corpo dela, provocando um enorme calor que logo foi se convertendo em desejo. Nessa noite ela não dormiu direito, tocando seu sexo de leve e masturbando-se em silêncio, pensando em Lisianto e todo o prazer que ele poderia lhe proporcionar daqui pra frente e, sabe-se lá por quanto tempo.
Chega então a semana. Passa a segunda-feira e nada de Lisianto ligar. A passagem desse dia, para Rosa, pareceu uma eternidade. Amanheceu então a terça-feira e também nada. Esses dois primeiros dias pareceram meses para ela, que não agüentava mais de tanta ansiedade. Finalmente, na quarta-feira, Lisianto liga para o celular de Rosa e fala com ela. Ele se desculpa com Margarida, pelo fato de não ter entrado em contato com ela no início da semana e vão conversando de maneira resumida, sobre vários assuntos. Descobrem o que cada um faz da vida, ela professora de educação infantil, ele estudante universitário, etc. e essa conversa se estenderia até bem mais, se a mesma não estivesse em horário de almoço.
Ela perguntou onde ele morava e se podia pegá-lo ao final do dia, se ele estivesse livre, para conversarem mais. Pois precisava falar algo muito sério com Lisianto, antes de tomar qualquer decisão daquele dia em diante. Lisianto, sentindo o ar de seriedade, falou que morava num bairro perto do centro, e que ele poderia esperá-la na avenida que fica próximo de sua casa. Ele disse também que iria espera-la perto de uma padaria, para facilitar mais. Rosa, mentalizando todo o trajeto, disse que iria passar lá no final da tarde, umas cinco e meia. E disse também que era para ele já estar por lá, esperando-a. Ele, antes de desligar, respondeu apenas com um “sim, senhora!”.
Assim que despediu-se de seus colegas de trabalho, Rosa foi ao banheiro dos professores, retirou a farda e colocou uma blusa de botões que trouxe nesse dia. Sempre cuidadosa, ela nunca saia de casa fardada, para evitar que a farda se sujasse no meio do caminho. Entrou no carro e rumou para a tal avenida, para pegar Lisianto. Lá chegando, o jovem já a aguardava um pouco impaciente, pois chegara cedo e já estava a algum tempo em pé. Ele estava de bermuda jeans preta, tênis da mesma cor da bermuda e uma camisa polo azul-claro. Ela parou o carro e ele entrou. Ela perguntou se ele conhecia alguma rua deserta, onde eles pudessem parar e conversar mais à vontade. Lisianto falou que em frente a um cemitério que não ficava muito longe dali, havia uma rua deserta e um pouco escura, pois as árvores cobriam as luzes dos postes que ficavam ao redor.
Ela seguiu até esse cemitério, e assim que chegou, viu que Lisianto realmente falava a verdade: o lugar era repleto de amendoeiras e as árvores, além de grandes, cobriam a iluminação de quase toda a rua. Era um final de tarde e a noite já anunciava a sua chegada. Como a rua estava deserta, Rosa estacionou o carro na parte mais escura que encontrou, desligou o carro e ambos retiraram os cintos de segurança. Instintivamente ela pousou a mão na coxa de Lisianto e começou a conversar com ele, abrindo todo o jogo, dizendo que havia gostado muito da atitude dele, do bom papo e só não se permitiu ir além, porque era casada e nunca havia traído o marido, ao contrário da comadre que estava com ela.
Lisianto disse que viu a aliança nas mãos das duas, enquanto tentava convencer Narciso a ir até a mesa delas para curtir uma noite mais animada e diferente. Ele falou que ela era muito atraente para estar sendo incentivada pela comadre, a curtir aventuras fora do casamento. Ela falou no desgaste que seu casamento se encontrava e que pensou várias vezes antes de ter pensado em dar esse passo. Lisianto aproximou-se ainda mais de Rosa, e disse que foi bom ela ter sido sincera, pois era melhor ele estar fazendo algo consciente, do que começar a se envolver e descobrir isso bem depois. Foi aí que ela, não resistindo mais ao desejo, deixou-se aproximar ainda mais e beijaram-se ardentemente.
Rosa nem se lembrava mais do prazer que era ser beijada com desejo, tamanho era o desgosto que sentia pelo marido. Por isso que naquele momento ela estava se deixando levar pelas emoções adormecidas que agora despertavam a todo vapor. E para seu deleite, Lisianto não era um daqueles jovens inexperientes, pois ele sabia exatamente o que estava fazendo. As mãos dele eram nervosas, e já apalpavam os seios maduros e grandes dela. Ela sentia, depois de muito tempo, os bicos ficarem duros de excitação, e seu corpo todo esquentava. Ao sentir esse calor, sua boca e sua língua se tornaram ainda mais vorazes, fazendo Lisianto ficar excitado apenas com os beijos proibidos, que trocavam naquele momento.
Rosa já estava com a mão na coxa de Lisianto, quando tomada por um enorme desejo, resolve tocar o sexo do jovem rapaz. Assim que sua mão encontra aquilo o que procura, sentiu o meio de suas pernas esquentarem ainda mais, e ela sentiu sua calcinha ficando encharcada. Pela primeira vez em anos de casamento, ela havia despertado seu corpo para o desejo sexual, mais uma vez. Sua mão apalpava o sexo de Lisianto como quem está pesquisando e descobrindo algo extremamente novo. Ele, ao sentir que Rosa estava excitada com a situação, resolve enlouquecê-la ainda mais, abrindo a bermuda e exibindo o pênis para ela, que ficou ainda mais excitada ao vê-lo bastante duro, pois apesar de não ser grande, era bastante rijo e grosso.
Com o corpo já tremendo de tanta excitação e adrenalina, por estar cometendo um ato proibido para a sociedade, Rosa toca o pênis de Lisianto, segurando-o firme. E assim que sua pulsação se une à pulsação sexual do jovem rapaz, ela fecha os olhos, aperta as pernas e goza, sem nem tirar a roupa. O orgasmo faz a cabeça dela zunir e seu rosto inundar de suor. Lisianto, sem nem pensar duas vezes, a deixa se recompor, mas permanece com o pênis fora da bermuda.Rosa desabotoa a blusa, abre-a na frente de Lisianto, exibindo a fartura de carnes que são seus seios, e pede que o mesmo se masturbe dentro do carro, olhando pra ela. Obediente, ele começa uma particular, calma e tranqüila sessão de masturbação para Rosa, cujos olhos brilhavam ao ver aquele jovem sentindo desejos por ela e satisfazendo-os ali em sua frente. E para deixá-lo ainda mais excitado, ela puxava o sutiã e exibia os mamilos duros de tanta excitação.
Lisianto avisa que vai gozar. Assustada e com receio de algum de seus filhos, ou o próprio marido perceber o cheiro de sexo dentro do carro, ela pega a blusa da farda e pede que ele goze nela, pois assim que chegar em casa, ela vai colocá-la para lavar. Ele então pega a blusa, cheira-a ara sentir o perfume de Rosa, cobre o pênis e começa a se masturbar com a mão por cima, segurando o mesmo com a camisa. Assim que goza, Rosa vê a mancha de esperma na farda, segura o pênis de Lisianto e ajuda-o a se limpar. Ela se recompõe, liga o carro, pergunta a Lisianto onde ele mora e dirige até próximo de sua residência. Assim que chega, ela para o carro e despedem-se sem se beijar, para não levantarem suspeitas. Ela então liga o carro e vai para casa.
Quando chegou em casa, Rosa pegou um perfume que estava dentro da bolsa e deu uma borrifada dentro do carro, para disfarçar o cheiro e entrou em casa, tentando ser o mais natural possível, falando com os filhos e o marido. Ela foi até o quarto, tirou a roupa do trabalho e vestiu outras mais confortáveis. Já mais tranqüila, pegou as roupas que havia vestido naquele dia e levou-as até a área de serviço da casa, onde ficava a máquina de lavar. Assim que chegou, jogou as roupas todas dentro peça por peça. Quando ela foi colocar a blusa da farda, cheirou-a e sentiu o forte cheiro de sexo de Lisianto, o sexo que despertara nela os desejos que antes estavam adormecidos e congelados, por causa da estupidez de Antúrio. Nesse dia, Rosa havia descoberto o prazer raro eu apenas as mulheres insatisfeitas com seus matrimônios, porém audazes descobrem: o de ter um amante.
Dias depois, ela convidou Magnólia para almoçar. E enquanto as duas comiam, ela falou tudo o que tinha feito com Lisianto no fim de tarde passado. Magnólia abriu um sorriso de orelha a orelha, e disse que não importa se está começando ou se já tem um amante de anos de relacionamento: a mulher não pode levantar suspeita, nunca. Rosa ouvia tudo atentamente e quando deram por si, já estavam na hora de retornarem à escolinha, para o turno da tarde. No final do expediente, ela dirigiu até a casa dela, entrou e viu que ninguém estava em casa. Foi até a cozinha e achou um bilhete do marido dizendo que tinha ido ao shopping com os filhos, e que não iriam jantar em casa.
Sem pensar duas vezes, ela tirou a roupa e ficou apenas de calcinha e camiseta dentro de casa. Deitou-se na cama e ligou para o celular de Lisianto, que estava sozinho em casa, deitado no sofá sem fazer nada. Eles então começaram a conversar sobre ontem e entraram no assunto “sexo”. Rosa falou que aquela experiência a deixou bastante excitada, assim como estava naquele momento. E disse também que todas as vezes que fechava os olhos e imaginava Lisianto se masturbando para ela, ficava com a calcinha molhada. Lisianto disse que se masturbou muitas vezes depois daquele primeiro encontro, e disse que aquela conversa com Rosa estava deixando-o bastante excitado também. Ela, tomada pelo desejo, perguntou se ele podia se masturbar para ela enquanto conversavam.
O jovem rapaz sacou o pênis do short e começou a se masturbar para Rosa, falando muitas obscenidades. Ela, ouvindo os gemidos e a respiração ofegante dele, começou a acariciar-se por cima da calcinha e quando menos se espera, passou a se masturbar do outro lado da linha, junto com Lisianto. Enquanto se masturbava, ela fechava os olhos e imaginava aquele jovem penetrando-a, e na hora de gozar, tocando uma deliciosa punheta e banhando-a com aquele delicioso, quente e encorpado néctar dos deuses. Seus dedos entravam e saiam de dentro de sua vagina, quando ela escuta Lisianto dizendo que iria gozar. Assim que começa a ouvir os gemidos do jovem rapaz, ela não consegue aguentar a excitação e goza solitariamente, porém com uma forte expressão de alegria, em sua cama. A mesma cama que divide com o esposo há mais de vinte anos.
Não satisfeita, mas um pouco conformada, ela se despede de Lisianto entra no banheiro, toma um banho demorado, se arruma e prepara seu jantar solitário. Quando o marido e os filhos chegam, ela os recebe bem, mesmo com o marido praguejando contra ela, dizendo que ela deveria ter ido buscá-los de carro no shopping, evitando que ele pagasse o táxi. Seus filhos nem deram bola para o que o pai estava dizendo e mostraram a bolsa que compraram para a mãe, que abraçou-os e os beijou no rosto. Nessa noite ela foi obrigada a fazer sexo com o marido. Mas não sentiu nenhum nojo, pois enquanto o marido a penetrava, ela fechava os olhos e imaginava Lisianto, gozando baixinho para que o marido não escutasse.
Os dias se passam e o desejo por Lisianto só aumentava. Estava sem tempo livre para vê-lo, mas ligava para ele quando tinha oportunidade e pedia que ele se masturbasse para ela, coisa que ele atendia obedientemente. Mas ela não queria apenas ouvi-lo se masturbando: queria ser tomada como mulher por ele e senti-lo dentro dela despejando todo o néctar que ela tem direito. Essa oportunidade parecia nunca chegar, até que um dia sua comadre Magnólia a convida para irem ao shopping, para baterem pernas e conversarem. Rosa aceitou o convite, e sua comadre disse que dessa vez a carona ficava por conta dela.
Chegou o sábado e Rosa termina de se arrumar. Ela estava trajando uma calça legging preta Magnólia buzina na frente da casa dela. Ela entra, conversa um pouco com seu compadre e assim que os pormenores de Rosa já haviam sido terminados, despedem-se de Antúrio, entram no carro e saem. Magnólia dirige por alguns minutos e segue para uma direção diferente da do shopping. Rosa estranha, mas nada pronuncia. De repente, ela para e pede que a comadre vá para o banco de trás, pois ia dar carona para um “amigo”. Chateada, a comadre sai do banco da frente e passa para o de trás e aguarda. Minutos depois, eis que chegam Narciso e Lisianto. Ambos entram no carro de Magnólia, Narciso na frente e Lisianto atrás.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A FLOR INFIEL - parte 02

Codigo do conto:
267041

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/07/2026

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