DEFESA PESSOAL PARA MULHERES – DESENVOLVENDO UM CURSO COM AJUDA DE 4 AMIGOS.



Meu nome é Paula, sou recém-formada em Educação Física, e praticante de jiu-jitsu. Tenho 26 anos, acabei de sair de uma renomada faculdade em SP, e ao retornar pela minha cidade, sofri com a dor que todos os reféns formados sofrem. Todas as vagas com salário bom, exigem experiência, e as que me aceitavam, pagavam muito mal. Pelejei por meses, de academia em academia, com salários ruins, até que desisti, e resolvi desenvolver o meu próprio negócio.
Como não sou faixa preta, a federação não me permite montar uma academia, mas, todavia, eu posso ministrar cursos específicos. Em especial, resolvi desenvolver um curso de defesa pessoal para mulheres, pois em minha cidade, o medo dos pais era enorme, pois houve em poucos meses muitos casos estupro.

Eu queria desenvolver um curso realmente bom, que de fato, mostrasse aos pais, mulheres, maridos, que ela poderia se defender de um eventual abusador/estuprador, e tomada pelo desejo de desenvolvê-lo, pedi ajuda a 4 amigos que formaram comigo, eram faixa preta, e trabalhavam em uma academia em uma cidade próxima de SP. Eles disseram que me ajudariam, depois do horário, quando acabasse a última aula, mas que como a academia não era deles, deveria ser no sigilo, pois se o dono soubesse, cobraria pelo uso do espaço. Enfim. Topei!

O combinado era sempre chegar no final da última aula, eles fechariam a academia, e me ajudariam. No primeiro dia, cheguei bem no final do treino. Eu usava roupa de educação física, mas não pretendia “treinar” com ela, mas eu ainda não havia falado do meu projeto, e não quis assustá-los. Após todos os alunos saírem, sentei-me para conversar com eles.

Como vou detalhar os meninos, vou aproveitar para me detalhar também. Sou Paula, tenho 26 anos, sou baixa e pequena, tenho apenas 1,50 de altura, seios bem pequenos, bunda também igualmente pequena, nunca pesei mais de 50kg, e por isso, meu medo de ser abusada sempre foi grande. Os meninos eram Fábio, branco, com cerca de 30 anos, não era muito alto, apenas 1,75 de altura, e pesava cerca de 70kg. Gabriel, essa era alto, forte, mais de 1,90, e certamente com mais de 100kg, porém, muito forte. Giga (nunca soube seu nome real), um homem alto também, 1,80 mais ou menos, uns 90kg, negro, careca e muito forte. E Rafael, também alto, com 2,05 de altura, e uns 120kg, muito musculoso, treina para levantamento de peso.

Enfim, expliquei aos meninos que queria montar um curso real, bem didático, ajudando mulheres a se defenderem de forma realista de eventuais abusos, agressões, e principalmente, estupradores. Eu disse que queria um curso real, onde uma pequena mulher que nem eu, conseguisse de fato, fugir de um homem que nem eles. Então, eu pedi que eles não pegassem leve comigo. Deveriam de fato usar da força, técnica, e de tudo que tiverem para chegar o mais próximo de um estupro real. Eu disse inclusive, que deveriam e podiam tirar minha roupa, tirar a deles, e chegar até a minha total rendição, e me ajudar com as técnicas de forma bem realista.

Eu só cravei uma regra! Quando eles estivessem comigo dominada! Deveriam parar. Sem penetração. Mas de resto, tinham liberdade total.
Os meninos ficaram receosos, mas eu tinha tudo planejado. Levei um contrato, consentindo, e fiz um vídeo, autorizando inclusive a tirar a minha roupa, e chegarem próximo de uma penetração, pelo bem do meu curso. Com isso, eles aceitaram! Por fim, eu disse que queria fazer isso com roupas normais, do dia a dia, sem quimono. Pois isso tiraria o realismo, e eles também deveriam usar roupas normais. Pois bem, isso foi fácil, eles aceitaram de primeira.
Enfim, nesse primeiro dia, eu sugeri um vestido casual, com um salto Anabela, usei lingerie normalmente. Depois de mim, eles colocaram as roupas que viera, shorts e camiseta e tênis.

Os primeiros exercícios, envolveriam a pegada mais tradicional, pelas costas, eles me ensinaram algumas técnicas de giro e projeção ao solo, e eu deveria de fato tentar usá-las. O primeiro a tentar, foi Gabriel, ele era alto e forte, quando me segurou por trás, tentei girar, mas fiquei totalmente presa, não havia giro e nem projeção que uma mulher de 50kg, conseguisse colocar um cara de 90kg no solo. Enfim, ele me levou ao solo, e logo, estava entre minhas pernas, tentei fechar as pernas, e ele parou. Eu então interrompi. _ Continue, até me deixar totalmente submissa, ou eu fugir!

Ele então, olhou para os lados, e continuou, se projetando em cima de mim. Nisso meu vestido já estava acima da barriga, e o que separava ele de mim, era apenas a calcinha. Que ele arrancou com um único puxão, deixando minha bucetinha totalmente exposta, e ali, ele já me tinha submissa. Mas eu tentei segurá-lo pela cintura com as pernas, numa tentativa de impedir ele de tirar o shorts. Ele olhava, como se fosse desnecessário continuar, mas eu queria saber, se de fato ele teria me estuprado ali ou não. e insisti _não para, ainda estou resistindo... enfim, em um movimento rápido, ele tirou a bermuda e esfregou a cueca em minha bucetinha, o que me fez sentir todo aquele volume, mas eu não desisti, segurei a cueca dele, e tentei impedir ele de tirar..., mas ele não só tirou, como me virou de costas, e bateu com o pau em minha bunda. Ali, foi minha primeira derrota.

Enfim, me levantei, recompus o vestido, a calcinha não tinha chance de reaproveitar, então fiquei sem.

_ Meninos, projeção não serve. não dá para eu ganhar na força. Eu preciso de algo para conseguir fugir, o que poderia ser?
(Giga) _ Bom, você poderia tentar uma joelhada no saco e correr. Mas acho que eu ainda te alcançaria na corrida, e estaria ainda mais bravo.
_ Vamos tentar.

Novamente, a mesma coisa, giga me segurou por trás, girei, e tentei dar uma joelhada. Meu joelho nem alcançaria seu saco. Mas ainda assim, insisti na luta. Ele me levantou no ar, e já abriu a bermuda dele, já cai com as pernas em volta dele, e ele sacou um tremendo de um pau da largura de uma garrafa long neck e maior que um desodorante e bateu com ele em minha bucetinha.
Eu gemi, sem querer. Fiquei vermelha e pedi desculpa.

_ É gente... joelhada, também não rola.
(Fabio) _ talvez você possa tentar dar um soco no saco. Seu braço vai alcançar...
_ Vamos lá.

Eu já ofegante, a mesma coisa, ele veio por trás, eu com a mão por trás, consegui acertar precisamente as bolas do Fábio, senti elas com minha mão, e senti que usei força demais. ele caiu ao solo. gemendo.

Eu fiquei com dó, e fui até ele, pedi desculpas. Pedi para ver como estava. Estava meio roxo. Pegamos gelo para ele colocar. O pau dele era o menor, mas era grosso (ou estava inchado).

Rafael, o maior de todos, disse que só funcionou, pois Fábio deixou. Pois se tivesse travado o braço, eu nunca conseguiria socar. E então. Lá fomos nós.
Ele veio por trás, e me pegou, travando meus braços. De fato, não era possível socar ele. Estava totalmente imóvel. Tentei com os pés, mas sem sucesso também. Ele então, me colocou no chão, e pegou meu vestido e subiu até meu pescoço, me deixando completamente nua, e usando meu vestido, amarrou minhas mãos. Em seguida, segurando minhas mãos aos altos, disse que poderíamos considerar uma submissão. Eu disse _não, mostre até o fim, como se fosse verdade.

Enfim, me debati com as pernas, e consegui acertar ele algumas vezes. Mas logo, ele tirou o pau pra fora, e era certamente o maior de todos, muito grosso e grande, e abriu minhas pernas, e novamente bateu em minha bucetinha com aquela cabeça enorme. Eu gemi novamente. E ele provocou

_Considera-se rendida?
_Ainda não. Tentei me virar, e fazer uma chave de perna.

Ele apenas se levantou, e me carregou feito uma bolsa, e me jogou do outro do lado do tatame. E novamente, abriu minhas pernas, e deu umas 3 batidas de piroca na dura na minha buceta.

_ Aqui, se eu solto o peso do corpo. Já te rasgo no meio.
E eu, curiosa, disse que não se estivesse me mexendo.
_ Moça, não dá, se eu mostrar mais realista, vou te arrombar aqui na frente de todos.

E eu me mexia, “tirando” minha bucetinha do pau dele. Ele entendeu que eu queria que mostrasse. Enfim, ele chegou mais perto, e eu senti a cabeça do pau dele encaixar, tentei tirar, e ele deu só uma fincadinha. Entrou só a cabeça. Mas já foi o suficiente para eu amolecer inteira. Ele tinha vencido. Eu sentia que se entrasse mais, eu teria desmaiado.

Levantamos todos rindo, e fomos nos trocar e tomar banho. O alojamento feminino estava fechado. Mas, e eu nem liguei de tomar banho no masculino com eles.
Afinal, já tinham visto tudo né?

Eu confesso que estava desanimada, não parecia existir nenhuma técnica que pudesse evitar uma mulher como eu, de ser estuprada e arrombada por um gigante como eles. Mas eles me consolaram, de que havia muito o que eu aprender, e que poderia sim desenvolver um curso bom. Mas que certamente, não seria um único treino, me disseram para continuar indo, sempre no mesmo horário.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico brunokasalmoderno

Nome do conto:
DEFESA PESSOAL PARA MULHERES – DESENVOLVENDO UM CURSO COM AJUDA DE 4 AMIGOS.

Codigo do conto:
267094

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
13/07/2026

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