Ela me perfura com esses peitos duros. São duas facas que se apoiam dissimuladamente com desconhecidas intenções contra meu peito cada vez que damos um beijo de olá ou de despedida. Ela não apoia esses peitos contra outros homens nem sequer com mulheres. Comigo sempre. Uma japonesa sexy e inteligente. Sedutora. Discreta. Nada está explícito salvo esse contato desses seios alucinantes. O desejo e a dúvida tomavam conta de mim. Depois de tudo ela é uma mulher formal, muito digna e educada. Uma dama. Uma esposa exemplar. Ontem à noite quando cheguei na casa deles, novamente aquele contato furtivo na frente do marido. Como planejado fomos juntos para o final de semana na casa de praia. Novamente hoje pela manhã no bom dia os peitos dela se apoiaram em mim. Desta vez um pouco mais forte. Já na areia, ela e eu fomos caminhar pela praia enquanto ele ficou lendo um livro. Não teve jeito, me confessei. “Cada vez que a gente se beija de olá ou adeus ou bom dia, esse contato com teus peitos duros me mata de tesão”. Não levei dura como esperava, somente um silencio. Uns minutos depois, “Vc gosta ou eu tenho que parar?”. “Adoro, ainda que não seja mais que esse leve contato”. E agreguei, “O importante é ser sempre discreto. Não causar confusão”. Ofereci passar protetor no meio da caminhada numa área sem pessoas na praia. Ela aceitou com mirada cumplice. Costas dela, devolveu a gentileza nas minhas costas. Fiquei frente a ela, “Agora pela frente”, falei. Tomei o silencio por um sim. Aquele colo maravilhoso foi acariciado, mas que untado com o protetor solar. Na hora H deixei de lado qualquer dúvida. Joguei ao todo o nada. Passei nos montes deliciosos em cada cantinho que o bikini permitia. No topo, no meio . Ela se deixou tocar, seios redondos, firmes, deliciosos. Sem protestos, sem recriminações. “Já está bom, já passou três vezes” riu ela, malandra. “Boa tarde”, falei “Boa tarde” respondeu, e trazendo ela com minha mão para o meu peito e novamente senti aqueles dois punhais atravessando meu desejo por um longo minuto. “Vamos, não podemos demorar demais”. Obedeci a ordem e como bom soldado formei filas junto com aquela bela japonesa. Na nossa marcha triunfal de cumplicidade minha mão tocou várias vezes suas cadeiras sem nenhuma reação. Somente miradas cúmplices a cada poucos toques. O resto do dia foi formal. Marido presente, jantar na casa e televisão no fim da noite. Ele resolveu dormir antes pois no dia seguinte deveria retomar a sua rotina de exercícios. “Não demora linda” falou ele carinhoso para a esposa. Nossas miradas se cruzaram como se os dois adivinhassem ao mesmo tempo uma oportunidade de escapar a essa formalidade bem-comportada. Pouco depois ela falou, “Vou buscar um copo de água”, ela se levantou e eu a segui para a cozinha, ela me olhou segui-la. Encheu o copo, tomou um pouco e me ofereceu. Virei o copo para beber no lugar onde seus lábios tinham bebido. Deixei o copo na mesa e falei “boa noite”. Mirando-nos nos olhos, esperando, “boa noite” falou. Peguei suas costas com minhas mãos, devagar, demorando um século fui trazendo-a para mim. Ela foi obrigada a dar um passo para frente para obedecer a leve força dos meus braços que a traziam como a maré é atraída pela lua. Seus peitos duros se apoiaram em mim. Mas força nas minhas mãos e aquelas duas adagas se apoderaram da minha vontade. “Assim?” perguntou ela com um sorriso malandro. “Assim”, falei, tentando entender que era aquela sensação de poder e de dependência que me unia a aquela mulher através desses seios duros apoiados no meu peito. Peguei sua nuca com uma das minhas mãos volteei suavemente a sua cabeça e beijei seu pescoço de um lado, subi para o rosto beijando cada centímetro. A outra bochecha, o outro lado do pescoço. Subi novamente beijando seu queixo logo embaixo da boca. Nossos lábios ficaram a menos de um centímetro. “Agora sim, boa noite” falou ela deixando a boca entreaberta. O beijo intenso, os corpos se procuram, as mãos dela buscando minha nuca para beijar mais forte. As línguas se encontram. As almas se unem num desejo que somente um beijo de homem e mulher conseguem transmitir com os ventres colados buscando essa intimidade de corpos. Foram muitos minutos de caricias, de olhar um no outro e se beijar novamente ainda com mais arrebato. Colocando uma mão nos glúteos dela e ela nos meus para atrair o desejo do outro de numa declaração de vontade proibida e incontrolável. “Vamos dormir, já é hora” falou ela depois de longos minutos de paixão. “Juntos?” perguntei safado. Ela sorriu, “Não tonto, meu marido está me esperando” e agregou com meiguice e mistério, “Outro dia”. Na manhã seguinte levante antes que os outros e preparei o café. O marido apareceu primeiro e tudo excitado me falou do treinamento intensivo que estava fazendo. Mal ele sabia que eu queria começar o meu treinamento intensivo com a esposa dele. Ela apareceu logo depois com uma saída de praia longa. O café foi normal, até o marido dela sair para treinar. Ficamos sozinhos ela e eu sentados na mesa do café “Estou morrendo de curiosidade para ver o que tem embaixo dessa saída de praia”. Sem esboçar uma palavra, ela tirou a saída de praia. Quase morri de um infarto. Sentados, não dava para ver a calcinha, que depois descobri que era mínima. Mas o soutien do bikini não era maior. Aqueles seios deliciosos apareciam provocativos com mais da sua redonda metade superior explicitamente exposta. Aquela japa estava desenhada para seduzir. E ela estava me seduzindo. Fui até ela, levantei ela da cadeira. Nos abraçamos e beijamos como loucos desesperados, bebendo como se estivéssemos no deserto querendo beber a saliva dos lábios do outro para extrair até a última gota de prazer e de vida. Nossos sexos se tocaram sem pudor. Depois de uns minutos de caricias que recorreram todo o corpo dela sem limites de qualquer tipo, sem vergonha e com beijos infinitos, separamos nossos rostos. Olhos nos olhos. A cara dela mostrava uma mulher decidida. “Ontem a noite falei com meu marido se ele queria transar, que eu estava a fim. Você me deixou doida com todo o que aconteceu no dia e com aquele beijo a noite. Ele falou que tinha que treinar muito hoje, que outro dia sim. E eu, continuo doida” “Não seja por isso. Não vou te deixar carente” “Temos uma hora até ele voltar do treino” “Uma hora é pouco para tratar uma mulher como você” comecei a beijar seu seio e a delicadamente tirar o soutien que saia bem fácil, sem a mínima resistência. Quando beijei o bico ela tremeu. “Você dura tudo isso, uma hora?” perguntou excitada. “Precisaria mais do que isso somente para beijar e mapear todo teu maravilhoso corpo” “Agora solo temos esse tempo, mas se usar ele em mim com sabedoria, vamos ter muito mais. Vou te dar tudo o tempo tudo.” Quando o marido voltou ofegante, ele encontrou uma mulher satisfeita. A saída de praia vestida, para ocultar que a japonesa estava nua e suada por baixo. Ela até fez uma piada de dobre sentido dizendo que ele tinha que queimar umas calorias com ela ao invés de correr atrás do ar. E a discreta safadinha perguntou para mim “Você não acha?”.
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