Conheci o Rodrigo, o meu marido, na faculdade e lembro bem como todo mundo vivia dizendo que ele era apaixonado por mim, menos ele. Sempre muito tímido, mas dava pra ver nos olhos. O jeito que ele me olhava era diferente. E por mais que eu gostasse dele, nunca dei uma chance pra rolar algo. Essas lembranças me fizeram perceber o tanto de história daquela época que eu nunca contei. Então pensei em compartilhar algumas em formato de mini flashbacks. Se gostarem, conto mais. E como dizem os YouTubers: não esquece de comentar no final, hein? Kkk. É sério, isso é importante pra mim. Naquela época, a última aula acabava às 22h45. Quase todo dia eu, Bruna e Rodrigo saímos às pressas para pegar o ônibus lotado. Já éramos íntimos dos cobradores, de tanto pegar o mesmo. Nosso preferido era o Gordo. Ele era legal, mas safado que só! Vivia soltando piadinhas e falando besteiras pra mim e pra Bruna. Mas olha… não era só de falação não, viu? Outro dia conto isso kkk. Teve um dia em especial que o Rodrigo deu sorte de achar um banco logo depois da catraca. Eu e Bruna viemos em seguida e já largamos nossas bolsas e cadernos no colo dele. Ela ficou em pé do lado dele, e eu fiquei do lado dela, mais próxima da catraca. E adivinha quem tava de cobrador? Claro, o nosso querido Gordo! Lembro direitinho do que eu estava usando: shortinho jeans curto, rasgadinho, um tênis tipo bota com salto interno, e uma blusinha de alcinha, sem sutiã. O ônibus sempre demorava um tempão pra sair, então o Gordo, entre uma cobrança e outra, ficava puxando conversa. Até que chegou o Dudu, o nosso professor maluco de Biologia, e assim que viu o Rodrigo, já jogou a maleta pra ele segurar e soltou: E foi logo ficando atrás de mim. O ônibus já estava lotado, e ele se encaixou em mim sem cerimônia, me encoxando na maior cara de pau. Chamávamos ele de Dudu Maravilha, porque parecia com aquele jogador que jogou no meu Corinthians. Ultimamente ele andava me xavecando direto na faculdade, mas até então não tinha rolado nada. O Gordo não deixou barato e respondeu: — Você acha mesmo que essa gatinha vai querer um mulambento feito você? Todo mundo riu, inclusive o Rodrigo e o nerd de óculos que estava sentado do lado dele. Esse nerd, aliás, não parava de olhar para minhas pernas. Foi então que Dudu apertou minha cintura, roçou aquela barba malfeita no meu pescoço e sussurrou: — Mostra pra ele, Tai... Eu olhei de ladinho pra ele, entrei na brincadeira e deixei que nossas bocas fossem se aproximando. Logo a gente já tava se beijando, de língua, bem gostoso. Ouvi um “filho da p...” do Gordo, seguido das risadas da Bruna, e continuei ali, beijando o Dudu. Rodrigo já nem ria mais, ficou sério. E pelo reflexo da janela eu percebia o esforço dele pra fingir que não tava ligando. Já o nerd ao lado parecia hipnotizado, acho que foi o único que viu direitinho o momento em que Dudu abriu o botão do meu short e foi escorregando a mão pra dentro da minha calcinha. Mordi os lábios e abri um sorriso sutil pro nerd, coitado… aposto que se acabou numa punheta quando chegou em casa. Enquanto isso, eu me empinava, me esfregava em Dudu, e ele sarrava o volume do pau em mim com gosto, massageando meu grelinho como se estivesse dedilhando um violão. E a danada da minha buceta já tava toda molhada. Num dos movimentos mais ousados, meu shortinho até desceu um pouco, deixando à mostra a fitinha fina da calcinha fio dental. Mas Dudu foi esperto, ajeitou rapidinho e evitou um escândalo. A sacanagem continuou até o ônibus chegar no Terminal. A viagem era curta, e dali cada um seguiria para sua casa. Me despedi da Bruna e do Rodrigo, que só me deu um aceno com a cabeça, e fiquei ali num cantinho debaixo da escada, conversando com Dudu e o Gordo. Claro que os dois não perderam tempo e começaram a tirar casquinha, me apertando, tentando me convencer a dar pra eles. E eu ali, meio rindo, meio querendo, até que… me deixei levar. Fomos andando até um motelzinho podre do lado do Terminal, um verdadeiro pulgueiro. Parecia cenário de filme B, mas naquele momento eu só queria ser fodida. E como fui! Os dois me comeram por uma hora, revezando, chupando, metendo, falando safadezas no meu ouvido. E eu, claro, aproveitei tudinho. Gozei até perder as forças nas pernas. No final, o Gordo ainda foi cavalheiro e pagou um táxi pra me levar pra casa. Gente… que loucura, né? Kkk Hoje, pensando bem, entendi por que eu fiquei tão excitada com aquela safadeza. Não era pelo Dudu, nem pelo Gordo, e muito menos pelo Nerd voyeur. Era pelo Rodrigo. Meu eterno corninho, sofrendo calado desde aquela época. Espero que tenham gostado do relato. E gostaria de agradecer por todos comentários que tem deixado, estou super feliz em ver que meus contos estão sendo lidos. Estou contente também por estar na lista de melhores autores do Clímax Contos Eróticos. É um grande incentivo a continuar escrevendo. Obrigada pelo carinho de todos. Beijos …
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