Quase todo dia encaro uma certa linha do metrô. E não é surpresa encontrar os clássicos encoxadores por lá. Mas hoje quero falar de uma categoria diferente dos tarados do transporte coletivo. Enfim, estava indo pro trabalho e, pra variar, o metrô já estava lotado. E olha que eu estava comportada, usava um vestido longo. Ah, o vestido deixava a perna de fora pelo decote lateral? Deixava. Mas nada demais, né? E pra completar, tamancos que me deixavam mais empinada. Não vou entrar em detalhes sobre qual linha era, vai que alguém me reconhece. Mas como sempre, quando chegou numa certa estação, o vagão virou um aperto só. E lá estava eu, espremida no meio do povo. Mas aí senti. Aquela mão encostando bem de leve na minha coxa, justamente na parte que o vestido deixava à mostra. Na hora virei o rosto, encarei aquele homem com uma cara de poucos amigos, querendo deixar claro que eu não tava achando graça. Ele me olhou por uns dois segundos, abaixou a cabeça e puxou a mão de volta. Vocês sabem quem é o Tiringa? Procurem aí na internet. Pois é, o safado parecia esse homem aí. Achei que tinha resolvido. Peguei o celular e comecei a mexer nas minhas redes sociais, me distraí. Só que ele voltou. Primeiro com a pontinha dos dedos, como se testasse os limites. Acariciando devagar... Eu devia ter cortado ali, mas foi aí que bateu aquele tesãozinho que a gente não controla e, quando percebi, a mão dele já estava inteira na minha coxa. Quente, pesada... e eu deixei. A mão dele subindo, sabendo exatamente onde queria chegar. Um calor subiu pelo meu corpo, aquele tesão súbito que acende do nada. Continuei com os olhos na tela, mas o foco já estava completamente em outro lugar. A pegada dele era decidida, nada tímida. Mão de quem trabalha com força, de homem bruto. Daquele tipo que aperta com vontade, que segura de verdade. Cada toque parecia instinto, certeiro, como se ele já conhecesse meu corpo. No canto do olho, percebi que ele me encarava. Abriu um botão da camisa, deixando o peito à mostra. Peludo, com aquele cheiro forte de homem, suor, cachaça e colônia barata. Aquela mistura deveria ser incômoda, ainda mais tão cedo, mas em mim só fez efeito. Excitou. Logo senti a mão dele entrando por dentro do vestido, pelo decote lateral. Sem hesitar. Foi direto. E aí veio o choque: dedos encostando na minha bucetinha por cima da calcinha. Minha respiração já tava outra. Mordi os lábios, meu corpo inteiro em alerta. E ele ali, massageando meu grelinho com firmeza, fazendo meu corpo pedir mais. Ele se aproximou ainda mais, o corpo colado no meu. Eu sentia o calor dele grudando na minha pele, como se o vagão todo tivesse sumido e só restasse aquela pressão entre nós dois. Ele me beijou. Demorei um segundo para reagir. Mas em seguida abri meus lábios e deixei sua língua adentrar os meus. Foi então que senti. Com um puxão seco, ele rasgou minha calcinha. Nem deu tempo de protestar. O som do tecido cedendo ficou abafado entre o barulho do trem e a respiração acelerada que eu tentava controlar. Fiquei paralisada por um segundo, sentindo ela correr escapando de mim. De cabeça baixa, vi minha calcinha sumindo no bolso da calça dele como se fosse um troféu. A cabeça ainda fervendo e o corpo entregue. E aí foi minha vez. Levei a mão até o pau dele por cima da calça. Estava duro, pulsando, e não pensei duas vezes. Abri o zíper, enfiei a mão e puxei pra fora. Era grande, grosso, pesado. Quente na minha mão. Aquele cheiro de rola subiu na hora, forte, marcante. Por um segundo hesitei. Mas o tesão falou mais alto. Comecei a punhetar devagar, tentando disfarçar o movimento com o corpo colado no dele. Enquanto isso, ele não parava. Os dedos firmes entre minhas pernas, massageando meu grelinho, agora sem nada no caminho. Eu já estava escorrendo. E ele sabia. Me manipulava no ritmo certo, no ponto exato. Meu quadril já respondia sozinho, indo de encontro aos dedos dele. E gozei ali mesmo, abafando o gemido entre os dentes. Tremendo. E ele continuou. Como se quisesse tirar mais de mim. E conseguiu. Me fez gozar de novo, minutos depois, com a mão apertando firme o ponto certo, sem piedade. Meu corpo ainda tremia, as pernas bambas tentando se firmar ali no meio da multidão. E quando senti o pau dele pulsando na minha mão, soube que estava perto. O ritmo ficou mais urgente, ele se encostou ainda mais, quase se apoiando em mim. E não teve jeito, o safado gozou na minha coxa. Gozo quente, espesso, jorrando ali. Só consegui puxar minha bolsa de volta pra disfarçar e torcer pra que ninguém tivesse percebido. Embora aquele cheiro forte de porra entregasse. Quando o trem parou na Sé, muita gente desceu, inclusive eu. Não sei se ele veio atrás, não quis olhar. Só saí rápido, o coração disparado, a calcinha rasgada fazendo falta entre as pernas e a coxa melada de porra. Corri pra uma lanchonete onde sempre paro pra comprar pão de queijo. Fui direto pro banheiro, abri a bolsa e comecei a limpar tudo. Usei álcool, perfume, creme, tudo isso pra tirar aquele cheiro forte do meu corpo e do vestido, que acabou ficando um pouco sujo também. Sozinha ali, rindo nervosa da situação, com a bucetinha ainda quente de tanto prazer. E fui trabalhar assim, sem calcinha, com o corpo marcado por uma transa silenciosa no meio do metrô lotado. Será que alguém viu? Estava todo mundo tão colado que ninguém tinha espaço pra nada. E a gente estava no meio do corredor, perto da porta. Mas sinceramente, eu desconfio que esses safados andam em bando. Lembro de uns olhares estranhos. Ai que loucura, viu. O que vocês acharam? Um beijo no coração de vocês. Adoro ver meus contos sendo lidos e comentados. Continuem me mandando mensagens, mas por favor, nos e-mails sejam criativos. “Oi, manda foto”, ou apenas “Oi, tudo bem?” eu não respondo. Não é falta de educação, é que acabo não dando conta. Então, sugiro despertar minha atenção, a dica é fantasie!
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