Por 3 noites seguidas ela foi minha putinha, minha escrava, minha cachorra. Fiz o que quis daquele corpinho delicioso. Foi 3 dias antes de me mudar definitivamente para morar com minha futura esposa. Nessa época morava em Sorocaba, a duas horas da capital. Há 2 anos que namorava Fernanda, todo final de semana nos víamos, ou ela vinha ou eu subia. Já estava ficando difícil essa distância entre nós, tanto pelo cansaço das viagens como a distância emocional e a saudade. Até decidirmos morarmos juntos. E antes de me mudar de vez, Mirella, minha vizinha, que tinha acabado de fazer 18 aninhos, se tornou minha putinha, era minha despedida de solteiro.
Nunca tinha traído Fernanda, nunca, mesmo morando longe — e houve muitas oportunidades para isso, mas nunca fiz — seria a última vez que transaria com outra mulher além de Fernanda — e até hoje sou só dela. Mirella era minha vizinha fazia alguns meses. Ela morava com o pai e depois veio morar com a mãe. Era um prédio simples, sem porteiro, com uns 25 apartamentos. A primeira vez que a vi, estava passeando na calçada com um poodle branco. Vestia um shortinho jeans curto, cabelos pretos longos amarrados com um rabo de cavalo, cropped preto, mostrando sua barriga e seus peitos sendo apertados no tecido. Sua pele branca, rosto delicado de menininha e boquinha rosada, não tinha mais de 1,60 de altura.
Devo confessar que dediquei uns bons segundos com meu olhar preso na sua imagem. Quando cheguei perto dela, lhe dei uma boa noite que foi retribuído com um sorrisinho.
Eu tinha acabado de fazer 31 anos, e uma coisa estranha é que a cada aniversário meu, eu passei a olhar mais para mulheres mais novas. Até antes dos 30 o que me seduzia era mulheres mais maduras, de preferência mais velhas que eu — minha própria esposa é 8 anos mais velha.
Mirella sempre estava andando nos corredores do prédio com roupas mais ousadas. Depois de um tempo comecei a notar seus olhares para mim. Depois começou a me esperar em frente ao prédio no horário que chegava em casa. Eu achava graça disso tudo, pois não tinha em mente ter algo com ela. Mas depois de um tempo comecei a sentir uma falta cada vez mais forte de Fernanda, tanto de sua companhia, como do seu corpo. Muitas noites acordava cheio de tesão, com o membro duro, todo babado. E vendo aquela ninfetinha me esperando todos os dias, me seduzindo, estava me deixando louco. Sonhava acordado com aquele corpinho peladinho na minha cama, toda dengosa nos meus braços. Tinha semana que ficar longe de Fernanda era um suplício. Minha esposa é a mulher mais safada e sexy que já tive. O sexo com ela é fenomenal e creio que é por isso que sentia tanta falta. Foi numa quinta feira que decidi cair na tentação.
Mirella me esperava religiosamente no mesmo horário, com seu jeito de putinha, aérea, fingindo que era mera coincidência ela estar alí. De longe já notava seu olhar em mim, que automaticamente levava os dedinhos na franja, arrumando-a.
Quando estava chegando perto, ela entrou no prédio. A encontrei sentada na escada, com um enorme fone de ouvido, fingindo não me ver, sussurrando alguma música. Perguntei o que ela estava ouvindo. Me passou o fone, era alguma da Katy Perry.
— Hoje está um forno. Quer tomar algo?— eu disse. Meigamente ela respondeu que sim.
— Você gosta do quê?
— Eu só tomo Smirnoff Ice. — ela tinha aquela voz doce, baixa e sexy.
Por sorte, um dos meus amigos tinha levado Smirnoff Ice para casa e tinha algumas na geladeira faz alguns meses.
— Vem.
Subimos em silêncio, era apenas dois lances de escadas, assim que chegou no meu apartamento, abri a porta e ela entrou. Peguei em sua mãozinha e a levei para a cozinha.
— Fica à vontade. — puxei a cadeira para ela. Peguei na geladeira uma garrafa da bebida, abri e lhe entreguei, que agradeceu. Sentamos. Ela estava com aquele olhar safado, cara de menina sapeca. Conversamos. Disse que não aguentava mais morar com o pai e veio ficar com a mãe. O pai era autoritário e bêbado. Morar com ele estava a deixando louca. Algumas frases depois, descobri que ela foi embora para a casa do pai porque a mãe estava a deixando louca. Mudei de assunto e perguntei sobre seu namorado, pois eu tinha visto ela com um cara algumas vezes aqui por perto.
— Terminamos. Ele voltou para a ex dele. Disse que queria cuidar do filho junto com a mãe. Mas não quero falar dele — é um idiota. E a sua namorada?
— O que tem ela?
— Nada. Então aquela moça que vem aqui de vez em quando é sua namorada?
— É, sim.
— Bonita ela. Parece ser mais velha que você.
— 8 anos mais velha.
— Você prefere mulher assim?
— Assim, como? Mais velha?
Ela me olhou fixamente esperando a resposta.
— Prefiro.
Mirella desviou o olhar. Eu continuei:
— Prefiro você no momento.
Ela voltou o olhar. Mexeu no cabelo, sorriu um sorriso meigo e corou. Estava toda sem jeito na cadeira.
— É..? — disse ela, com polegar no lábio inferior.
— É.
A ninfa se endireitou, mudou sua fisionomia e disse:
— Sabia que do meu quarto dá pra escutar vocês?
Perguntei o que ela escutava, só de curiosidade.
— Ah..— ela me olhou, querendo dizer com o olhar. — Você sabe. Vocês dois na cama. — ela continuou, mas com uma timidez falsa. — Tinha noite que parecia tapas, gemidos e tinha vez que a cama parecia que iria quebrar.
Nunca tinha parado para pensar que o quarto dela ficava colado com o meu. Senti uma certa onda de excitação sabendo que ela nos escutava. Desculpei-me, dizendo que às vezes a gente exagerava.
— Percebi.
— Então quer dizer que você ficava escutando a gente?
— Era difícil não escutar né?!
— Gostava do que ouvia? Eu pegando ela?
— Não.
— Por quê?
Ela olhou para os cantos da casa, desviando o olhar, até voltar os olhos para mim, com a pele do rosto corada.
— Vai parecer idiota, mas eu tinha. Eu tinha.. ciúmes.
Como é louco o coração dos jovens. Mesmo nunca tendo algo comigo, ela nutria sentimentos fantasiosos por mim.
— Ciúmes?
— É. Eu sei que é bobo, mas eu tinha. — levou as mãos ao rosto, rindo.
— Faz tempo que você pensa em mim?
— Desde que te vi pela primeira vez. Você tinha acabado de vir da academia, acho, digo pelas roupas. Estava suado, com a regata azul. Eu te achei um gato. Tava com óculos de sol preto.
— Um gato? Obrigado. Eu também te achei linda a primeira vez que te vi, ali na calçada passeando com o cachorrinho.
— Obrigada. Eu levo o Hobby para fazer cocô.
— Um cachorro de sorte é o Hobby.
Tomei um gole da cerveja e disse, olhando de um jeito malicioso, se ela se imaginava no lugar da Fernanda quando escutava a gente.
Mirella ficou a me olhar, com sua boquinha semiaberta, e fez sim com a cabeça.
Afastei a cadeira da mesa e a chamei, batendo com a palma da mão na coxa. Ela lançou o cabelo atrás da orelha e sorriu, sentou no meu colo, puxei sua cintura até encaixar com minha pélvis, meu membro apertando a virilha dela. Era leve, parecia uma pena. Passei as mãos em suas coxas, que eram finas e lisas. Acariciei seu rosto com a parte de trás da mão.
— Era isso que você queria? — perguntei.
Ela respondeu com um murmúrio que sim, quase chorando.
Alisava seu rosto, passava o polegar no seus lábios, até sentir o contato da sua língua com ele.
Beijei seu pescoço, seu rosto e com os lábios encostados na sua orelha sussurrei, se ela queria ser minha putinha.
Ela não respondeu, só murmurou algo.
— Me diz. Quero ouvir.
— Quero. — disse manhosa.
— Lhe dava tesão escutar eu fodendo a minha namorada?
— Muito.
— Se imaginava no lugar dela?
— Sim.
— É, cachorra? Você se tocava escutando a gente?
— Urum..
Abri o zíper do shortinho dela e coloquei a mão, sentindo o clitóris. Mirella gemeu, já estava úmida.
— Você imaginava eu lhe fodendo?
— Sim..sim…
— O que eu fazia com você?
— Tudo. Fazia tudo que queria.
Alisava com os dedos sua Boceta. Mirella estava em transe. Estava agarrada ao meu pescoço, enquanto se esfregava nos meus dedos.
— Hoje você vai ser minha putinha. Toda minha. Você quer?
— Quero. Quero muito.
— O que você quer, me diz?
— Quero ser sua putinha.
— Minha cadelinha?
— Tudo que você quiser.
Desci seu cropped. Seus seios apareceram, pequenos, com bicos rosados, os beijei levemente, lambendo-os, ela gemia, apertando minha cabeça contra o peito. Beijei sua boca, com sua língua descontrolada na minha.
— Coloca a língua pra fora.
Ela obedeceu. Chupei sua língua, tomando sua saliva quente. Levantei com ela no colo, a levei para o quarto, a jogando na cama.
Tirei a roupa. Tirei o short dela, que ficou só de calcinha vermelha. Deitei meu corpo sobre o pequeno corpo dela. Beijei até estar diante da sua pequena boceta. Sobre a calcinha a baba já descia para as nádegas. Tirei o tecido, ajoelhei fora da cama e a chupei intensamente. Mirella se contorcia, delirava, gemia deliciosamente. Quando gozou, urrou, esguichando fluidos na minha boca e queixo. Que delícia era aquilo! A lambi toda, não queria desperdiçar nenhuma gota do seu soro.
Não aguentava mais, tinha que senti-la.
Abri bem suas pernas, sua virilha toda molhada e pulsando, meu membro entrou de uma vez até o fundo, pude sentir a parede do seu útero. Ela aumentou os gemidos. Era quente e apertado, com seus fluidos escorrendo e voando no meu abdômen. Quando estava prestes a gozar, perguntei se ela queria leitinho na boca.
— O que você quer?
— Leitinho.
— Fala mais alto.
— Me dá leitinho. Enche minha boquinha.
Retirei o membro, subi até sua boca, com ele todo brilhoso de fluidos, meu e dela, coloquei dentro daquela boquinha pequena e segundos depois jorrou todo meu sêmen na sua língua, lábios e queixo. Boa parte foi engolido. O que escorria da boca, eu devolvia com o dedo até sua língua. Fiquei com o pênis ali até sair a última gota. Parecia que não gozava há meses.
Mirella me olhava ofegante, satisfeita e com tesão. Pedi para ela limpar toda a boca, passando a língua sobre os lábios.
A beijei. Sentia o sabor dos meus fluidos com sua saliva. Ficamos ali por um bom tempo, até a ereção vir com mais intensidade e rigidez.
Naquele momento exercia uma força de autoridade e controle sobre ela, tudo que era ordenado por mim, era atendido por ela, minha cachorrinha, minha escrava, e eu seu dono.
A coloquei de quatro, com aquela bundinha empinada para mim. Dava tapinhas nas suas nádegas brancas, que ficavam avermelhadas. Alisava seu cuzinho, até por minha língua nele. Mirella gemia com a cara enfiada no travesseiro, toda manhosa.
A saliva escorria do seu cuzinho até a pepeca, que já gotejava. Não aguentava mais, a penetrei e fiquei estocando ela por um bom tempo de quatro, feito uma cadelinha. Mirella não aguentou muito, gemia escandalosamente, até deitar o corpo tremendo.
Beijei todo seu corpo parando no cangote. Estava ofegante, dando gemidinhos abafados. A deixei, fui até a cozinha pegar uma cerveja e uma Smirnoff pra ela.
Sentamos na cama e ficamos bebendo e conversando por alguns minutos, até seu celular tocar — era sua mãe ligando, preocupada com ela. Olhou-me com cara de triste, dizendo que precisava ir. Passei-lhe uma cueca para se limpar. Se vestiu. Repetiu que precisava ir, me olhando com aquela carinha de putinha. A agarrei dando-lhe um beijo intenso e demorado.
— Quero você de novo. — disse com a boca perto da sua orelha.
— Jura? Eu também.
— Amanhã a noite quer ser minha de novo?
— Quero. Quero muito.
— Já te pegaram assim?
— Não.
— Amanhã, assim que eu chegar aqui, quero você batendo na minha porta, toda gostosa. Com a roupa mais safada que você tiver. Um batom vermelho nessa boca gostosa. Vai vir toda safada pra mim?
— Urrum..vou.
Nesse momento o celular dela tocou de novo e nos despedimos.
Lembro que voltei pra cama e fiquei olhando para o teto, pensando em tudo que tinha acontecido. Pensando no dia seguinte, quando eu abriria a porta e ela entraria. Pensava em Fernanda e depois em Mirella. Tentava me convencer que o que houve não foi errado, e sim uma necessidade. Fui à cozinha, bebi um pouco de uísque puro, deitei e logo adormeci.
Essa foi minha primeira noite com Mirella, a ninfa de 18 aninhos.